
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
Governo quer fazer mais e melhor com os mesmos meios no combate aos incêndios

O secretário de Estado da Protecção Civil, Vasco Franco, disse hoje, em Vila Real, que o grande desafio para 2011 é conseguir fazer mais e melhor no combate aos incêndios com os mesmos meios.
"As despesas públicas estão sobre forte contenção, aquilo que acreditamos é que vamos ter sensivelmente os mesmos recursos que tivemos durante este ano e o desafio é conseguirmos fazer melhor com esses recursos", afirmou o governante à margem de uma reunião com os representes distritais da proteção civil.
Apesar disso, o responsável referiu a abertura de candidaturas, através das comissões de coordenação e desenvolvimento regional, para a substituição de viaturas dos bombeiros inoperacionais ou em falta.
Trata-se, segundo o secretário de estado, de um "dos grandes problemas que os corpos de bombeiros têm".
"Estamos a falar de investimentos que, em termos de financiamento comunitário rondarão os 20 milhões de euros o que, juntamente com a componente nacional, representará um investimento na ordem dos 26 milhões de euros", frisou.
Vasco Franco tem percorrido o país, numa iniciativa que termina terça feira, em Viseu, para agradecer pessoalmente todo o "esforço feito no terreno pelos operacionais que tiveram um trabalho extremamente duro, num ano que foi o segundo mais quente e seco desde 1931".
Mas, o responsável quer também começar já a preparar o próximo ano, isto porque considera que o "combate começa agora".
"Tudo o que for feito durante o inverno e primavera em matéria de prevenção estrutural e de limpeza da massa combustível acumulada nas florestas, de limpeza e abertura de caminhos, de construção e reparação de pontos de água, tudo isso contribuirá para que o trabalho dos bombeiros seja mais facilitado", salientou.
Porque a quase totalidade dos incêndios se deve à ação humana, negligente ou criminosa, Vasco Franco salientou a necessidade da sensibilização, o que diz que tem que ser feito com quem está no terreno, nomeadamente as autarquias.
Segundo o capitão Eduardo Lima, comandante do Serviço de Protecção da Natureza e do Ambiente (SEPNA), das 1400 ocorrências registados este ano no distrito de Vila Real, a GNR já investigou ou validou 1200.
Destes, acrescentou, 60 por cento tiveram origem em atos negligentes decorrentes da renovação de pastagens ou limpeza de solos agrícolas ou florestais, enquanto que 30 por cento foram provocados intencionalmente e 10 por cento resultaram de causas naturais ou desconhecidas.
Fonte: SIC
"As despesas públicas estão sobre forte contenção, aquilo que acreditamos é que vamos ter sensivelmente os mesmos recursos que tivemos durante este ano e o desafio é conseguirmos fazer melhor com esses recursos", afirmou o governante à margem de uma reunião com os representes distritais da proteção civil.
Apesar disso, o responsável referiu a abertura de candidaturas, através das comissões de coordenação e desenvolvimento regional, para a substituição de viaturas dos bombeiros inoperacionais ou em falta.
Trata-se, segundo o secretário de estado, de um "dos grandes problemas que os corpos de bombeiros têm".
"Estamos a falar de investimentos que, em termos de financiamento comunitário rondarão os 20 milhões de euros o que, juntamente com a componente nacional, representará um investimento na ordem dos 26 milhões de euros", frisou.
Vasco Franco tem percorrido o país, numa iniciativa que termina terça feira, em Viseu, para agradecer pessoalmente todo o "esforço feito no terreno pelos operacionais que tiveram um trabalho extremamente duro, num ano que foi o segundo mais quente e seco desde 1931".
Mas, o responsável quer também começar já a preparar o próximo ano, isto porque considera que o "combate começa agora".
"Tudo o que for feito durante o inverno e primavera em matéria de prevenção estrutural e de limpeza da massa combustível acumulada nas florestas, de limpeza e abertura de caminhos, de construção e reparação de pontos de água, tudo isso contribuirá para que o trabalho dos bombeiros seja mais facilitado", salientou.
Porque a quase totalidade dos incêndios se deve à ação humana, negligente ou criminosa, Vasco Franco salientou a necessidade da sensibilização, o que diz que tem que ser feito com quem está no terreno, nomeadamente as autarquias.
Segundo o capitão Eduardo Lima, comandante do Serviço de Protecção da Natureza e do Ambiente (SEPNA), das 1400 ocorrências registados este ano no distrito de Vila Real, a GNR já investigou ou validou 1200.
Destes, acrescentou, 60 por cento tiveram origem em atos negligentes decorrentes da renovação de pastagens ou limpeza de solos agrícolas ou florestais, enquanto que 30 por cento foram provocados intencionalmente e 10 por cento resultaram de causas naturais ou desconhecidas.
Fonte: SIC
Funcionário dos CTT desviou dinheiro destinado aos bombeiros

Um funcionário dos CTT do Marco de Canaveses desviou uma quantia indeterminada de donativos em dinheiro destinados aos bombeiros daquela cidade, confirmaram hoje à Lusa fontes dos Correio e da direção da corporação.
“A situação existe e este trabalhador já rescindiu contrato por vontade própria. O processo vai agora seguir normalmente”, afirmou a fonte dos CTT, recusando mais esclarecimentos sobre o caso em concreto.
No entanto, lembrou que o envio de dinheiro é proibido por lei, tendo os Correios um serviço próprio que é o “Valor Declarado”.
Cláudio Ferreira, presidente da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários do Marco de Canaveses, disse à Lusa que o funcionário em causa era o chefe do centro de distribuição postal naquela cidade.
O presidente dos bombeiros garante que uma inspeção interna realizada pelos serviços dos Correios “provou o desvio do dinheiro”.
“Disseram-me que foi apanhado em flagrante”, anotou, elogiando a celeridade com que os CTT resolveram a questão.
Cláudio Ferreira disse à Lusa que o dinheiro, numa quantia ainda não determinada, era de marcuenses e destinava-se à corporação no âmbito da campanha “Vamos Conseguir” para adquirir uma viatura de combate a incêndios.
“Não temos ideia da quantia, porque o dinheiro nunca chegou aos bombeiros. Nós começámos a desconfiar há algumas semanas quando as pessoas começaram a exigir-nos recibos, alegando que tinham enviado pelo correio uma determinada verba”, explicou à Lusa.
Segundo o presidente dos bombeiros, a campanha apelava ao envio do dinheiro em cheque, em vale postal ou por transferência bancária, mas algumas pessoas optaram pelo envio de notas de euros dentro de envelopes. Seriam essas que, alega Cláudio Ferreira, foram desviadas pelo funcionário dos CTT.
O dirigente dos bombeiros apela agora às pessoas que enviaram donativos em dinheiro para que informem a corporação no sentido de se quantificar o valor total que terá sido desviado.
“Só depois disso é que decidiremos o que fazer", disse à Lusa.
Fonte: GaiaFM com Lusa
“A situação existe e este trabalhador já rescindiu contrato por vontade própria. O processo vai agora seguir normalmente”, afirmou a fonte dos CTT, recusando mais esclarecimentos sobre o caso em concreto.
No entanto, lembrou que o envio de dinheiro é proibido por lei, tendo os Correios um serviço próprio que é o “Valor Declarado”.
Cláudio Ferreira, presidente da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários do Marco de Canaveses, disse à Lusa que o funcionário em causa era o chefe do centro de distribuição postal naquela cidade.
O presidente dos bombeiros garante que uma inspeção interna realizada pelos serviços dos Correios “provou o desvio do dinheiro”.
“Disseram-me que foi apanhado em flagrante”, anotou, elogiando a celeridade com que os CTT resolveram a questão.
Cláudio Ferreira disse à Lusa que o dinheiro, numa quantia ainda não determinada, era de marcuenses e destinava-se à corporação no âmbito da campanha “Vamos Conseguir” para adquirir uma viatura de combate a incêndios.
“Não temos ideia da quantia, porque o dinheiro nunca chegou aos bombeiros. Nós começámos a desconfiar há algumas semanas quando as pessoas começaram a exigir-nos recibos, alegando que tinham enviado pelo correio uma determinada verba”, explicou à Lusa.
Segundo o presidente dos bombeiros, a campanha apelava ao envio do dinheiro em cheque, em vale postal ou por transferência bancária, mas algumas pessoas optaram pelo envio de notas de euros dentro de envelopes. Seriam essas que, alega Cláudio Ferreira, foram desviadas pelo funcionário dos CTT.
O dirigente dos bombeiros apela agora às pessoas que enviaram donativos em dinheiro para que informem a corporação no sentido de se quantificar o valor total que terá sido desviado.
“Só depois disso é que decidiremos o que fazer", disse à Lusa.
Fonte: GaiaFM com Lusa
Caçador baleado no abdómen

Um homem foi este domingo baleado no abdómen por um outro com quem andava a caçar na zona de Fornos, em Freixo de Espada à Cinta, tendo sido levado de helicóptero para o Hospital de Coimbra em estado grave.
A vítima, de 38 anos, estava arrumar as armas para ir almoçar quando o seu companheiro, septuagenário, o baleou na zona do abdómen, disse à Lusa o porta-voz do comando distrital da GNR de Bragança, Rui Pousa.
GNR, INEM e bombeiros de Fornos foram chamados ao local, tendo a vítima "sido heli-transportada para os Hospitais de Coimbra em estado grave", referiram.
Apesar de o disparo ter sido considerado acidental, a GNR já tomou conta da ocorrência e o processo vai seguir para o Ministério Público.
Fonte: Correio da Manhã
A vítima, de 38 anos, estava arrumar as armas para ir almoçar quando o seu companheiro, septuagenário, o baleou na zona do abdómen, disse à Lusa o porta-voz do comando distrital da GNR de Bragança, Rui Pousa.
GNR, INEM e bombeiros de Fornos foram chamados ao local, tendo a vítima "sido heli-transportada para os Hospitais de Coimbra em estado grave", referiram.
Apesar de o disparo ter sido considerado acidental, a GNR já tomou conta da ocorrência e o processo vai seguir para o Ministério Público.
Fonte: Correio da Manhã
Ambulâncias demoraram a chegar em simulacro de queda de avião
O presidente do Serviço Regional de Protecção Civil e Bombeiros dos Açores, Pedro Carvalho, fez um balanço positivo do exercício 'Ícaro', que simulou a queda de um avião na Terceira, mas frisou que é preciso "afinar comunicações".
Neste exercício, que decorreu durante toda a tarde na freguesia de Vila Nova, foi testado o Sistema Integrado de Comunicação e Gestão de Aviso, tendo Pedro Carvalho defendido a necessidade de "articular com maior capacidade" os planos para responder a um acidente desta natureza.
"O sistema funcionou bem, mas há questões de procedimento que teremos que rever", frisou.
A demora das ambulâncias na chegada ao local suscitou alguma preocupação entre as equipas que se encontravam no local, tendo Pedro Carvalho atribuído a situação a uma deficiência nas comunicações.
O presidente do Serviço Regional de Protecção Civil e Bombeiros salientou, no entanto, em declarações aos jornalistas no final do exercício, que as ambulâncias "não chegaram tarde", já que "a partir do momento em que receberam notificação deslocaram-se rapidamente" para o local.
Por outro lado, frisou que "algumas coisas correram extraordinariamente bem", como a "arquitectura montada no centro de operações de emergência".
O exercício 'Ícaro' simulou a queda de um avião na Terceira provocada por uma avaria técnica, num acidente que originou a morte de alguns dos 99 ocupantes que caíram em terra e no mar, depois do aparelho se ter partido.
A simulação pretendia testar a resposta coordenada das 19 entidades participantes no exercício, que reuniu cerca de 250 pessoas, incluindo quatro grupos de figurantes do Corpo Nacional de Escutas.
Para dar a maior veracidade possível ao exercício e testar a real capacidade de resposta das entidades envolvidas, o local escolhido só foi revelado no momento da mobilização dos meios de socorro.
Fonte: JN
Neste exercício, que decorreu durante toda a tarde na freguesia de Vila Nova, foi testado o Sistema Integrado de Comunicação e Gestão de Aviso, tendo Pedro Carvalho defendido a necessidade de "articular com maior capacidade" os planos para responder a um acidente desta natureza.
"O sistema funcionou bem, mas há questões de procedimento que teremos que rever", frisou.
A demora das ambulâncias na chegada ao local suscitou alguma preocupação entre as equipas que se encontravam no local, tendo Pedro Carvalho atribuído a situação a uma deficiência nas comunicações.
O presidente do Serviço Regional de Protecção Civil e Bombeiros salientou, no entanto, em declarações aos jornalistas no final do exercício, que as ambulâncias "não chegaram tarde", já que "a partir do momento em que receberam notificação deslocaram-se rapidamente" para o local.
Por outro lado, frisou que "algumas coisas correram extraordinariamente bem", como a "arquitectura montada no centro de operações de emergência".
O exercício 'Ícaro' simulou a queda de um avião na Terceira provocada por uma avaria técnica, num acidente que originou a morte de alguns dos 99 ocupantes que caíram em terra e no mar, depois do aparelho se ter partido.
A simulação pretendia testar a resposta coordenada das 19 entidades participantes no exercício, que reuniu cerca de 250 pessoas, incluindo quatro grupos de figurantes do Corpo Nacional de Escutas.
Para dar a maior veracidade possível ao exercício e testar a real capacidade de resposta das entidades envolvidas, o local escolhido só foi revelado no momento da mobilização dos meios de socorro.
Fonte: JN
sábado, 20 de novembro de 2010
Atropelamentos aumentaram no último ano em Bragança

Este ano houve um aumento de 40 por cento nos atropelamentos contabilizados pela PSP em Bragança. A falta de cuidado dos condutores poderá ser uma das causas para este aumento. Até ao início de Outubro deste ano, a PSP de Bragança já tinha contabilizado 17 atropelamentos na cidade.
Mais cinco do que em todo o ano de 2009.
“Até início do mês de Outubro, este ano há um aumento de cerca de 40 por cento no número de acidentes. No ano passado tivemos 12 e este ano já temos 17.” Para Amândio Correia, na origem deste aumento poderá estar “alguma desatenção dos condutores, porque 50 por cento destes atropelamentos ocorrem na passadeira. O que significa que, de facto, algo não está a correr bem por parte dos condutores, dos peões e, eventualmente, também por parte da polícia.”
Este ano houve um atropelamento mortal, na zona junto ao Instituto Politécnico de Bragança, já este mês.
Mas o comandante da PSP de Bragança, Amílcar Correia, garante que aquela não é uma zona crítica.
“Em termos de atropelamentos não é uma zona crítica. Na alameda de Sta. Apolónia, onde houve este atropelamento, em 2009 não há registo de nenhum. Na Sá Carneiro, houve um atropelamento em 2009, na zona que envolve o IPB.”
Segundo um estudo interno do comando da PSP de Bragança, que recolheu dados entre 2005 e 2009, a Avenida Abade de Baçal concentra 12 por cento dos acidentes com vítimas, registando já 41 feridos nos últimos cinco anos. A Avenida Sá Carneiro tem 39, ou seja, 11 por cento. Já a Avenida General Humberto Delgado, que serve três das escolas da cidade, registou 19 acidentes. Mas Amílcar Correia está convencido que as obras nesta avenida vão melhorar o registo de acidentes.
“Neste momento não é possível analisar se será uma via de risco, mas pensamos que não. O tráfego alterou-se significativamente. Os acessos às escolas fazem-se agora por novas vias.”
O Comandante da PSP de Bragança confirma, no entanto, que a fiscalização da polícia tem aumentado.
“No ano de 2010, a PSP já levou a efeito 140 operações de stop, para reprimir comportamentos de risco, que mais contribuem para a gravidade dos sinistros, nomeadamente no controlo de velocidade, detecção de condução sob o efeito do álcool, condução ao telemóvel, sem cinto e estacionamento nas passadeiras.” Houve mesmo mais de 1500 autos e cerca de 90 detenções por condução com excesso de álcool.
Apesar de tudo, este ano já houve mais 40 por cento de atropelamentos em Bragança do que no ano passado.
Recorde-se que já este mês uma aluna do IPB morreu, depois de ter sido atropelada numa passadeira junto aquele estabelecimento de ensino.
Fonte: Brigantia
Mais cinco do que em todo o ano de 2009.
“Até início do mês de Outubro, este ano há um aumento de cerca de 40 por cento no número de acidentes. No ano passado tivemos 12 e este ano já temos 17.” Para Amândio Correia, na origem deste aumento poderá estar “alguma desatenção dos condutores, porque 50 por cento destes atropelamentos ocorrem na passadeira. O que significa que, de facto, algo não está a correr bem por parte dos condutores, dos peões e, eventualmente, também por parte da polícia.”
Este ano houve um atropelamento mortal, na zona junto ao Instituto Politécnico de Bragança, já este mês.
Mas o comandante da PSP de Bragança, Amílcar Correia, garante que aquela não é uma zona crítica.
“Em termos de atropelamentos não é uma zona crítica. Na alameda de Sta. Apolónia, onde houve este atropelamento, em 2009 não há registo de nenhum. Na Sá Carneiro, houve um atropelamento em 2009, na zona que envolve o IPB.”
Segundo um estudo interno do comando da PSP de Bragança, que recolheu dados entre 2005 e 2009, a Avenida Abade de Baçal concentra 12 por cento dos acidentes com vítimas, registando já 41 feridos nos últimos cinco anos. A Avenida Sá Carneiro tem 39, ou seja, 11 por cento. Já a Avenida General Humberto Delgado, que serve três das escolas da cidade, registou 19 acidentes. Mas Amílcar Correia está convencido que as obras nesta avenida vão melhorar o registo de acidentes.
“Neste momento não é possível analisar se será uma via de risco, mas pensamos que não. O tráfego alterou-se significativamente. Os acessos às escolas fazem-se agora por novas vias.”
O Comandante da PSP de Bragança confirma, no entanto, que a fiscalização da polícia tem aumentado.
“No ano de 2010, a PSP já levou a efeito 140 operações de stop, para reprimir comportamentos de risco, que mais contribuem para a gravidade dos sinistros, nomeadamente no controlo de velocidade, detecção de condução sob o efeito do álcool, condução ao telemóvel, sem cinto e estacionamento nas passadeiras.” Houve mesmo mais de 1500 autos e cerca de 90 detenções por condução com excesso de álcool.
Apesar de tudo, este ano já houve mais 40 por cento de atropelamentos em Bragança do que no ano passado.
Recorde-se que já este mês uma aluna do IPB morreu, depois de ter sido atropelada numa passadeira junto aquele estabelecimento de ensino.
Fonte: Brigantia
Meios para a neve reforçados em Bragança para fazer face aos nevões

O distrito de Bragança vai ter este ano mais meios para responder aos nevões de Inverno. Só no concelho de Bragança houve um investimento de 100 mil euros.
São mais limpa-neves e espalhadores de sal nas estradas que este ano vão estar ao serviço das estradas no distrito de Bragança.
De acordo com Carlos Alves, o comandante distrital de Protecção Civil, alguns municípios não entregaram ainda os seus planos de emergência em nevões. Mas sublinha que nas vias principais, como no IP4, haverá um reforço dos pontos de sal.
“Este ano há um reforço a nível de pontos de fornecimento de sal, que a Autoestradas XXI incrementou os seus meios. Vão distribuir também novos produtos, como o sal moura, quando antes usavam sal seco, que não é tãoeficaz.”
A Estradas de Portugal mantém dois limpa-neves, enquanto a concessionária do IP4, a Autoestradas XXI, tem três limpa-neves, um deles a operar nos distritos de Bragança e Vila Real.
Para além disso, o município de Bragança foi quem mais apostou em mais e melhores meios para fazer face aos nevões.
“É uma das solicitações climatéricas mais duras aqui na nossa zona e os meios locados à Protecção Civil não eram suficientes. Decidimos equipar vários veículos para responder de forma mais rápida, num concelho que é extenso e que tem mais de 600 kms de estradas para limpar e diversos arruamentos na cidade.”
O presidente da câmara de Bragança, Jorge Nunes, sublinha que com mais meios, será possível poupar na mão-de-obra necessária para espalhar sal nas estradas.
“Temos um espalhador de sal, um tractor e um camião equipado com limpa-neves, dois tractores com limpadores de sal e espalhadores de sal na via pública, para não desperdiçar sal.”
O investimento no novo equipamento ronda os cem mil euros.
Mas também o plano de intervenção em situações de emergência já está definido.
“A hierarquização de intervenção está definida. Na cidade a estrutura principal que dá acesso aos centros de saúde, hospital, às escolas. Na parte rural os pontos mais altos e as vias principais de acesso à cidade.”
Ao todo, estarão ao serviço da protecção civil municipal três veículos com limpa neves e seis com espalhadores de sal, para além de duas motoniveladorers, 12 viaturas de apoio, 23 motoristas e 17 pessoas de apoio. Em stock estão já 81500 quilos de sal.
Estes meios juntam-se ao limpa-neves adaptado dos bombeiros voluntários de Bragança.
Fonte: Brigantia
São mais limpa-neves e espalhadores de sal nas estradas que este ano vão estar ao serviço das estradas no distrito de Bragança.
De acordo com Carlos Alves, o comandante distrital de Protecção Civil, alguns municípios não entregaram ainda os seus planos de emergência em nevões. Mas sublinha que nas vias principais, como no IP4, haverá um reforço dos pontos de sal.
“Este ano há um reforço a nível de pontos de fornecimento de sal, que a Autoestradas XXI incrementou os seus meios. Vão distribuir também novos produtos, como o sal moura, quando antes usavam sal seco, que não é tãoeficaz.”
A Estradas de Portugal mantém dois limpa-neves, enquanto a concessionária do IP4, a Autoestradas XXI, tem três limpa-neves, um deles a operar nos distritos de Bragança e Vila Real.
Para além disso, o município de Bragança foi quem mais apostou em mais e melhores meios para fazer face aos nevões.
“É uma das solicitações climatéricas mais duras aqui na nossa zona e os meios locados à Protecção Civil não eram suficientes. Decidimos equipar vários veículos para responder de forma mais rápida, num concelho que é extenso e que tem mais de 600 kms de estradas para limpar e diversos arruamentos na cidade.”
O presidente da câmara de Bragança, Jorge Nunes, sublinha que com mais meios, será possível poupar na mão-de-obra necessária para espalhar sal nas estradas.
“Temos um espalhador de sal, um tractor e um camião equipado com limpa-neves, dois tractores com limpadores de sal e espalhadores de sal na via pública, para não desperdiçar sal.”
O investimento no novo equipamento ronda os cem mil euros.
Mas também o plano de intervenção em situações de emergência já está definido.
“A hierarquização de intervenção está definida. Na cidade a estrutura principal que dá acesso aos centros de saúde, hospital, às escolas. Na parte rural os pontos mais altos e as vias principais de acesso à cidade.”
Ao todo, estarão ao serviço da protecção civil municipal três veículos com limpa neves e seis com espalhadores de sal, para além de duas motoniveladorers, 12 viaturas de apoio, 23 motoristas e 17 pessoas de apoio. Em stock estão já 81500 quilos de sal.
Estes meios juntam-se ao limpa-neves adaptado dos bombeiros voluntários de Bragança.
Fonte: Brigantia
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
Criança de 3 anos resgatada de poço de 30 metros
Uma menina de 3 anos foi resgatada, esta manhã, de um poço com quase 30 metros de profundidade e 35 cm de diâmetro, na Argentina. O drama da criança de uma aldeia rural durou cerca de sete horas.
A televisão argentina acompanhou toda a operação de socorro na localidade de La Capilla, uma aldeia a 25 quilómetros a sul de Buenos Aires.
Na operação de resgate da pequena Vanessa Mamani estiveram envolvidas cerca de 200 pessoas, entre bombeiros e policias.
A equipa de socorro foi guiada durante a operação pela filmagem de uma câmara acoplada a uma sonda de fibra óptica. Toda a acção foi acompanhada pelo governador da província, Daniel Scioli, e também pela mãe da criança que incentivou Vanessa durante o resgate por meio de um sistema de comunicação por microfones.
VEJA AQUI O VÍDEO DA OPERAÇÃO DE SOCORRO:
Fonte: DN
A televisão argentina acompanhou toda a operação de socorro na localidade de La Capilla, uma aldeia a 25 quilómetros a sul de Buenos Aires.
Na operação de resgate da pequena Vanessa Mamani estiveram envolvidas cerca de 200 pessoas, entre bombeiros e policias.
A equipa de socorro foi guiada durante a operação pela filmagem de uma câmara acoplada a uma sonda de fibra óptica. Toda a acção foi acompanhada pelo governador da província, Daniel Scioli, e também pela mãe da criança que incentivou Vanessa durante o resgate por meio de um sistema de comunicação por microfones.
VEJA AQUI O VÍDEO DA OPERAÇÃO DE SOCORRO:
Fonte: DN
Protecção Civil vai ter 700 elementos activos para a Cimeira da NATO

Setecentos elementos e 200 viaturas. Este é o dispositivo que a Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC) vai ter a funcionar durante a Cimeira da NATO, que decorre esta sexta-feira e sábado, na FIL, no Parque das Nações, foi hoje anunciado.
Designado Dispositivo Integrado de Operações de Protecção e Socorro, vai ser formado por elementos do Regimento de Sapadores Bombeiros e do Serviço Municipal de Protecção Civil de Lisboa, das Forças Armadas, do INEM, do Grupo de Intervenção de Protecção e Socorro da GNR, da Força Especial de Bombeiros «Canarinhos» da ANPC, do Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge, da EDP, da Portugal Telecom e da Direcção-Geral da Autoridade Marítima. A ANPC vai contar ainda com o apoio dos corpos de bombeiros de todo o país.
Com o apoio destas estruturas, a ANPC pretende “garantir a máxima eficácia, rapidez e coordenação nas acções de resposta a qualquer ocorrência de protecção civil e socorro que venha a surgir” durante a cimeira.
O dispositivo terá capacidade para responder em casos de reconhecimento e avaliação, coordenação aérea, busca e salvamento em ambiente terrestre e aquático, salvamento em estruturas, emergência pré-hospitalar e evacuação sanitária, busca e resgate aéreo, monitorização, detecção avaliação e descontaminação Nuclear, Radiológica, Biológica e Química.
Fonte: Público
Designado Dispositivo Integrado de Operações de Protecção e Socorro, vai ser formado por elementos do Regimento de Sapadores Bombeiros e do Serviço Municipal de Protecção Civil de Lisboa, das Forças Armadas, do INEM, do Grupo de Intervenção de Protecção e Socorro da GNR, da Força Especial de Bombeiros «Canarinhos» da ANPC, do Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge, da EDP, da Portugal Telecom e da Direcção-Geral da Autoridade Marítima. A ANPC vai contar ainda com o apoio dos corpos de bombeiros de todo o país.
Com o apoio destas estruturas, a ANPC pretende “garantir a máxima eficácia, rapidez e coordenação nas acções de resposta a qualquer ocorrência de protecção civil e socorro que venha a surgir” durante a cimeira.
O dispositivo terá capacidade para responder em casos de reconhecimento e avaliação, coordenação aérea, busca e salvamento em ambiente terrestre e aquático, salvamento em estruturas, emergência pré-hospitalar e evacuação sanitária, busca e resgate aéreo, monitorização, detecção avaliação e descontaminação Nuclear, Radiológica, Biológica e Química.
Fonte: Público
terça-feira, 16 de novembro de 2010
Inundações

Inundações
Algumas inundações podem prever-se através da análise das condições meteorológicas, níveis de água nos rios e barragens, contudo, chuvas fortes e repentinas geralmente não dão tempo para avisar as populações.
Para diminuir os prejuízos materiais, ou mesmo perdas humanas, particularmente quem vive numa zona de risco deve manter-se informado acerca dos procedimentos adequados que lhe permitam aumentar a segurança.
Antes da inundação
•Identifique pontos altos onde possa refugiar-se.
•Faça uma pequena lista de objectos importantes a levar em caso de evacuação.
•Prepare um estojo de emergência com rádio e lanterna a pilhas, pilhas de reserva, material de primeiros socorros, medicamentos essenciais e agasalhos.
•Tenha sempre uma reserva, suficiente para 2 ou 3 dias, de água potável e alimentos enlatados.
•Mantenha a limpeza do quintal ou jardim, principalmente no Outono devido à queda de folhas.
•Arranje um anteparo de metal ou madeira para a porta da rua.
•Pondere a hipótese de fazer um seguro da casa e do recheio.
Na eminência de uma inundação
•Acondicione num saco plástico os documentos e objectos pessoais mais importantes.
•Tenha à mão o estojo de emergência.
•Transfira os alimentos e objectos de valor para os pontos mais altos de casa.
•Solte os animais domésticos, eles tratam de si próprios.
•Leve o gado para locais seguros.
•Feche bem, e coloque em lugar seguro, as embalagens de produtos poluentes ou tóxicos (insecticidas, pesticidas, etc.).
•Coloque um anteparo à entrada da casa.
•Retire, do quintal ou jardim, objectos que possam ser arrastados pelas águas e entupir os sistemas de escoamento.
Durante a inundação
Seja prático. Mantenha a serenidade. Procure dar apoio a quem mais necessite (crianças, idosos ou deficientes).
•Desligue a água, gás e electricidade.
•Beba apenas água engarrafada.
•Não coma alimentos que estiveram em contacto com a água da inundação.
•Não ande descalço. Não vá, só por curiosidade, aos locais mais atingidos.
•A água pode esconder muitos perigos. Se tiver que andar através dela faça-o em segurança. Pode usar um chapéu de chuva, uma bengala ou um pau para o ajudar.
•Não entre na enchente. Corre o risco de ser arrastado pela corrente.
•Não utilize o carro numa zona de inundação. Pode ser arrastado.
•Para pedir socorro utilize um pano, uma lanterna a pilhas, etc.
•Não ocupe as linhas telefónicas. Use o telefone só em caso de emergência.
Em caso de evacuação
•Não perca tempo.
•Respeite as orientações que lhe forem dadas.
•Leve os seus documentos (bilhete de identidade, cartão de utente da segurança social, etc.), bem como dinheiro ou outro meio de pagamento.
•Leve os pertences pessoais indispensáveis, o estojo de emergência, uma garrafa de água e alimentos enlatados ou embalados.
•Feche à chave as portas que dão para o exterior.
Depois da inundação
•Faça uma inspecção rápida à sua casa. Se ameaçar ruir, saia.
•Se houve evacuação regresse só depois de lhe ser dada essa indicação.
•Não toque em cabos eléctricos caídos. Pode ficar electrocutado.
•Tenha especial cuidado com aparelhos eléctricos ou a gás, se atingidos pela inundação. Chame um técnico para os examinar.
•Verifique o estado das substâncias inflamáveis ou tóxicas que possa ter em casa.
•Deite fora a comida (mesmo a embalada) e medicamentos se estiveram em contacto com a água da inundação.
•Beba apenas água engarrafada ou fervida.
•Comece as limpezas da casa pelas zonas mais altas.
•Não ande descalço. Utilize calçado protector (solas duras e anti-derrapantes).
•Facilite o trabalho das equipas de limpeza da via pública.
Mantenha-se informado, principalmente se reside numa região habitualmente sujeita a inundações, e desenvolva as acções necessárias para a sua protecção, da família e bens. Acompanhe o evoluir da situação junto das entidades competentes e pelos órgãos de comunicação social. É importante que tenha consigo um rádio a pilhas. Cumpra as indicações dadas.
Bombeiro do Ano 2009 e Bombeiro da Época Ecins`s 2010

Bombeiro da Época Ecin`s 2010, Paulo Venceslaus, troféu entregue por Sr. Adjunto Comando Armando Fernandes.
Bombeiro do Ano de 2009, Gil Angélico, troféu entregue por Sr. Comandante João Venceslaus.
Foi no passado dia 30 de Outubro de 2010, no jantar de fim de época que foram entregues os troféus do Bombeiro do Ano 2009 e Bombeiro da Época Ecin`s 2010.Bombeiro do Ano 2009 Gil Angélico à esquerda e Bombeiro da Época Ecin`s 2010 Paulo Venceslaus à direita.
Os nossos sinceros Parabéns...
Corporação centenária respira saúde financeira
Fazem anos no próximo dia 24, mas a festa será no domingo seguinte, dia 28. Como é da tradição, há uma prenda especial: uma ambulância de cuidados intensivos, a primeira em Portugal equipada com a última versão de um monitor/desfibrilador Lifepak (versão 15), comprado nos EUA.
Aliás, a corporação é pioneira em aquisição de equipamentos: já em 1988 comprou uma auto-escada (equipamento raro para a época) e foi uma das primeiras do país a ter uma Unidade de Cuidados Intensivos.
O presidente da Direcção, Arnaldo Freitas, justifica o facto de não haver dificuldades económicas e financeiras com o rigor de gestão das sucessivas direcções. Além disso, tem havido ajuda da Autarquia (que suportou até aqui 50% dos investimentos) mas, sobretudo, prevalece o espírito empreendedor do meio felgueirense.
"Felgueiras insere-se num meio que, durante muitos anos, viveu uma pujança económica muito forte. Os Bombeiros podem contar com as pessoas. Nunca foi nossa tradição andar a pedir - esta associação não faz peditórios! -, mas se for necessária uma ajuda, as pessoas e as empresas correspondem muito bem", frisa Arnaldo Freitas.
O quartel está localizado numa das ruas de maior movimento de Felgueiras e a construção de um novo equipamento é tema de discussão. "Nos últimos anos nunca houve condições para construir um quartel de raiz - e agora muito menos -, porque a sustentabilidade financeira é prioritária", frisa o dirigente.
A hipótese mais viável será a ampliação do quartel, até porque, mesmo ao lado, em terrenos da autarquia, existe uma escola profissional que deverá ser transferida. Porém, face à actual situação económica do país e do município, o assunto está adiado. "Mesmo não sendo a solução ideal, a situação de recurso passa por alargar espaços dentro do actual quartel", garante o responsável.
Quanto ao parque automóvel, o comando aponta a insuficiência de viaturas de combate em intervenção florestal: "Estamos a pensar seriamente na substituição de uma viatura desse tipo", diz Arnaldo Freitas.
Nos órgãos sociais desde 1987 e já no terceiro mandado como presidente, Arnaldo Freitas diz que, havendo uma lista, não se recandidata a novo mandato, cujas eleições deverão ser já em Dezembro.
"A nossa preocupação é deixar a associação dotada de equipamentos e de pessoal. Com os investimentos planeados, a corporação fica à altura de qualquer necessidade para um prazo de quatro a cinco anos", conclui.
Fonte: JN
Aliás, a corporação é pioneira em aquisição de equipamentos: já em 1988 comprou uma auto-escada (equipamento raro para a época) e foi uma das primeiras do país a ter uma Unidade de Cuidados Intensivos.
O presidente da Direcção, Arnaldo Freitas, justifica o facto de não haver dificuldades económicas e financeiras com o rigor de gestão das sucessivas direcções. Além disso, tem havido ajuda da Autarquia (que suportou até aqui 50% dos investimentos) mas, sobretudo, prevalece o espírito empreendedor do meio felgueirense.
"Felgueiras insere-se num meio que, durante muitos anos, viveu uma pujança económica muito forte. Os Bombeiros podem contar com as pessoas. Nunca foi nossa tradição andar a pedir - esta associação não faz peditórios! -, mas se for necessária uma ajuda, as pessoas e as empresas correspondem muito bem", frisa Arnaldo Freitas.
O quartel está localizado numa das ruas de maior movimento de Felgueiras e a construção de um novo equipamento é tema de discussão. "Nos últimos anos nunca houve condições para construir um quartel de raiz - e agora muito menos -, porque a sustentabilidade financeira é prioritária", frisa o dirigente.
A hipótese mais viável será a ampliação do quartel, até porque, mesmo ao lado, em terrenos da autarquia, existe uma escola profissional que deverá ser transferida. Porém, face à actual situação económica do país e do município, o assunto está adiado. "Mesmo não sendo a solução ideal, a situação de recurso passa por alargar espaços dentro do actual quartel", garante o responsável.
Quanto ao parque automóvel, o comando aponta a insuficiência de viaturas de combate em intervenção florestal: "Estamos a pensar seriamente na substituição de uma viatura desse tipo", diz Arnaldo Freitas.
Nos órgãos sociais desde 1987 e já no terceiro mandado como presidente, Arnaldo Freitas diz que, havendo uma lista, não se recandidata a novo mandato, cujas eleições deverão ser já em Dezembro.
"A nossa preocupação é deixar a associação dotada de equipamentos e de pessoal. Com os investimentos planeados, a corporação fica à altura de qualquer necessidade para um prazo de quatro a cinco anos", conclui.
Fonte: JN
200 milhões para investir na Protecção Civil até 2013

Protecção Civil, revelou o ministro da Administração Interna, Rui Pereira, ontem, segunda-feira, na abertura da sexta edição da Conferência Internacional sobre Investigação em Incêndios Florestais, em Coimbra.
O governante garantiu que o "esforço" que tem sido feito em prol deste sector "não vai ser abandonado", apesar da crise. Em declarações aos jornalistas, no final da sessão, Rui Pereira explicou que "100 milhões de euros já estão comprometidos com quartéis de bombeiros" e "vários meios".
"Mas ainda dispomos de mais cerca de 100 milhões, a utilizar até 2013, que nos vão permitir modernizar, em muito, o sistema de Protecção Civil", disse Rui Pereira. Antes, já havia sublinhado que "nos últimos anos", este sistema "melhorou, e melhorou muito", reiterando, em seguida, que "o esforço vai continuar".
O investimento de 200 milhões de euros, no sector, até 2013, é possível mediante a conjugação de verbas comunitárias, no âmbito do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN)", com uma "participação nacional" das associações humanitárias e das autarquias, explicou Rui Pereira.
Durante a sua intervenção, na cerimónia de abertura da conferência - que reúne em Coimbra mais de 250 cientistas, de 38 países, até quinta-feira -, Rui Pereira já havia sido claro: "O mundo continua a mover-se, na área da Protecção Civil". E frisou: "Hoje estamos num plano muito superior àquele em que nos encontrávamos em 2005".
"Desde 2006, temos vindo a fazer uma revolução tranquila" no domínio da Protecção Civil, defendeu Rui Pereira, destacando a melhoria na capacidade de resposta.
O governante frisou, também, que a floresta portuguesa, além de ser "um bem económico", é "um bem ambiental e um bem comunitário da maior importância". E avançou números.
Se, até 2005, eram dispendidos entre 60 a 70 milhões de euros, por ano, para defesa da floresta, esse valor aumentou para perto de 100 milhões de euros, disse o ministro da Administração Interna, para logo rematar que "esse esforço rende". "Tem sido um esforço que vale a pena, mesmo em termos estritamente económicos".
Fonte:JN
O governante garantiu que o "esforço" que tem sido feito em prol deste sector "não vai ser abandonado", apesar da crise. Em declarações aos jornalistas, no final da sessão, Rui Pereira explicou que "100 milhões de euros já estão comprometidos com quartéis de bombeiros" e "vários meios".
"Mas ainda dispomos de mais cerca de 100 milhões, a utilizar até 2013, que nos vão permitir modernizar, em muito, o sistema de Protecção Civil", disse Rui Pereira. Antes, já havia sublinhado que "nos últimos anos", este sistema "melhorou, e melhorou muito", reiterando, em seguida, que "o esforço vai continuar".
O investimento de 200 milhões de euros, no sector, até 2013, é possível mediante a conjugação de verbas comunitárias, no âmbito do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN)", com uma "participação nacional" das associações humanitárias e das autarquias, explicou Rui Pereira.
Durante a sua intervenção, na cerimónia de abertura da conferência - que reúne em Coimbra mais de 250 cientistas, de 38 países, até quinta-feira -, Rui Pereira já havia sido claro: "O mundo continua a mover-se, na área da Protecção Civil". E frisou: "Hoje estamos num plano muito superior àquele em que nos encontrávamos em 2005".
"Desde 2006, temos vindo a fazer uma revolução tranquila" no domínio da Protecção Civil, defendeu Rui Pereira, destacando a melhoria na capacidade de resposta.
O governante frisou, também, que a floresta portuguesa, além de ser "um bem económico", é "um bem ambiental e um bem comunitário da maior importância". E avançou números.
Se, até 2005, eram dispendidos entre 60 a 70 milhões de euros, por ano, para defesa da floresta, esse valor aumentou para perto de 100 milhões de euros, disse o ministro da Administração Interna, para logo rematar que "esse esforço rende". "Tem sido um esforço que vale a pena, mesmo em termos estritamente económicos".
Fonte:JN
Homenagem sentida a bombeiro que morreu

O quartel dos Bombeiros Sapadores do Porto encheu-se de gente esta segunda-feira para uma última homenagem ao chefe Manuel Correia, que na madrugada de domingo morreu enquanto combatia um incêndio na Rua dos Caldeireiros, na baixa portuense.
A carrinha funerária entrou no quartel com todos os elementos em parada que lhe prestaram continência. Foi ainda colocada uma coroa de flores, momento no qual participou o presidente da Câmara do Porto, Rui Rio, numa última homenagem ao chefe Correia, antes do funeral que se realiza esta tarde em Lousada, concelho onde vivia.
O segundo comandante dos Bombeiros Sapadores do Porto, Pais Rodrigues, explicou à Agência Lusa que esta é «uma cerimónia simbólica, mas cheia de significado», à qual muitas corporações de bombeiros vizinhas se associaram, para além de dezenas de bombeiros sapadores, quer no activo, quer aposentados.
Em declarações aos jornalistas, Rui Rio disse que esta é uma «homenagem ao bombeiro que morreu em serviço e quando isso acontece, mesmo que seja numa profissão de risco, choca toda a gente».
«Aquilo que compete à Câmara fazer ¿ com a devida calma, não é hoje ¿ é averiguar exactamente tudo aquilo que se passou para ver se tudo decorreu na normalidade ou há algum aspecto que tenha fugido à normalidade e que nós tenhamos que corrigir ou responsabilizar alguém por isso», avançou o presidente da autarquia.
As causas na origem do incêndio são ainda desconhecidas, estando as autoridades policiais a realizar o inquérito necessário para apurar as mesmas.
Foto: Lusa
Fonte: IOL Diário
A carrinha funerária entrou no quartel com todos os elementos em parada que lhe prestaram continência. Foi ainda colocada uma coroa de flores, momento no qual participou o presidente da Câmara do Porto, Rui Rio, numa última homenagem ao chefe Correia, antes do funeral que se realiza esta tarde em Lousada, concelho onde vivia.
O segundo comandante dos Bombeiros Sapadores do Porto, Pais Rodrigues, explicou à Agência Lusa que esta é «uma cerimónia simbólica, mas cheia de significado», à qual muitas corporações de bombeiros vizinhas se associaram, para além de dezenas de bombeiros sapadores, quer no activo, quer aposentados.
Em declarações aos jornalistas, Rui Rio disse que esta é uma «homenagem ao bombeiro que morreu em serviço e quando isso acontece, mesmo que seja numa profissão de risco, choca toda a gente».
«Aquilo que compete à Câmara fazer ¿ com a devida calma, não é hoje ¿ é averiguar exactamente tudo aquilo que se passou para ver se tudo decorreu na normalidade ou há algum aspecto que tenha fugido à normalidade e que nós tenhamos que corrigir ou responsabilizar alguém por isso», avançou o presidente da autarquia.
As causas na origem do incêndio são ainda desconhecidas, estando as autoridades policiais a realizar o inquérito necessário para apurar as mesmas.
Foto: Lusa
Fonte: IOL Diário
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
Três caçadores morrem em acidente no regresso a casa

Duas carrinhas com caçadores embateram. Vítimas são ocupantes de uma.
Três caçadores morreram e dois ficaram feridos na sequência da colisão entre as carrinhas em que seguiam, ontem, quando regressavam de um dia de caça. O acidente ocorreu cerca das 17.00 na Estrada Nacional 244, na localidade de Vale do Arco, em Ponte de Sor, no distrito de Portalegre.
Segundo fonte da UNT de Portalegre, as três vítimas mortais, naturais da Covilhã, seguiam numa carrinha ligeira de mercadorias, de marca Fiat. A viatura embateu frontalmente com uma carrinha Mitsubishi, onde seguiam dois caçadores, naturais do concelho de Loures, que sofreram ferimentos ligeiros.
Acorreram ao local seis viaturas dos Bombeiros Voluntários de Ponte de Sor, apoiadas por uma VMER (Viatura Médica de Emergência e Reanimação) de Abrantes, num total de 13 elementos.
As autoridades desconhecem ainda as causas do acidente, que obrigou ao corte da circulação durante cerca de três horas.
Este acidente foi o mais grave do fim-de-semana. Em Valongo, na A4, uma pessoa morreu na sequência do despiste da viatura em que seguia. O acidente foi comunicado às autoridades às 08.55. Durante a manhã outros dois despistes provocaram dois feridos graves. Um deles ocorreu às 08.50, em Alcoentre (IC2), e o outro às 09.20, na Estrada Nacional (EN) 353, em Oledo, Castelo Branco.
Segundo a Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária, até ao passado dia 7 morreram nas estradas portuguesas 618 pessoas.
Também ontem o IP 3 foi palco de um acidente, do qual resultaram quatro feridos, entre os quais duas crianças que ficaram em estado grave. Tratou-se de um despiste seguido de capotamento, que ocorreu cerca das 15.10 quando um veículo comercial se despistou junto ao Vimieiro.
Para o local foram enviados os meios do INEM e dos bombeiros de Santa Comba Dão que foram reforçados com uma viatura médica, enviada de Viseu, uma ambulância, de Tondela e o helicóptero estacionado em Santa Comba. A ocorrência esgotou a ca- pacidade de resposta dos bombeiros e do INEM, em Santa Comba Dão.
À mesma hora do acidente um alerta para uma doença súbita ficou sem resposta imediata. O socorro para esta segunda emergência acabou por ser prestado, mais de 30 minutos depois do alerta, pela corporação de Tondela.
Fonte: DN
Três caçadores morreram e dois ficaram feridos na sequência da colisão entre as carrinhas em que seguiam, ontem, quando regressavam de um dia de caça. O acidente ocorreu cerca das 17.00 na Estrada Nacional 244, na localidade de Vale do Arco, em Ponte de Sor, no distrito de Portalegre.
Segundo fonte da UNT de Portalegre, as três vítimas mortais, naturais da Covilhã, seguiam numa carrinha ligeira de mercadorias, de marca Fiat. A viatura embateu frontalmente com uma carrinha Mitsubishi, onde seguiam dois caçadores, naturais do concelho de Loures, que sofreram ferimentos ligeiros.
Acorreram ao local seis viaturas dos Bombeiros Voluntários de Ponte de Sor, apoiadas por uma VMER (Viatura Médica de Emergência e Reanimação) de Abrantes, num total de 13 elementos.
As autoridades desconhecem ainda as causas do acidente, que obrigou ao corte da circulação durante cerca de três horas.
Este acidente foi o mais grave do fim-de-semana. Em Valongo, na A4, uma pessoa morreu na sequência do despiste da viatura em que seguia. O acidente foi comunicado às autoridades às 08.55. Durante a manhã outros dois despistes provocaram dois feridos graves. Um deles ocorreu às 08.50, em Alcoentre (IC2), e o outro às 09.20, na Estrada Nacional (EN) 353, em Oledo, Castelo Branco.
Segundo a Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária, até ao passado dia 7 morreram nas estradas portuguesas 618 pessoas.
Também ontem o IP 3 foi palco de um acidente, do qual resultaram quatro feridos, entre os quais duas crianças que ficaram em estado grave. Tratou-se de um despiste seguido de capotamento, que ocorreu cerca das 15.10 quando um veículo comercial se despistou junto ao Vimieiro.
Para o local foram enviados os meios do INEM e dos bombeiros de Santa Comba Dão que foram reforçados com uma viatura médica, enviada de Viseu, uma ambulância, de Tondela e o helicóptero estacionado em Santa Comba. A ocorrência esgotou a ca- pacidade de resposta dos bombeiros e do INEM, em Santa Comba Dão.
À mesma hora do acidente um alerta para uma doença súbita ficou sem resposta imediata. O socorro para esta segunda emergência acabou por ser prestado, mais de 30 minutos depois do alerta, pela corporação de Tondela.
Fonte: DN
Chefe foi combater fogo por falta de bombeiros e morreu

Posição de chefe de serviço afastava-o mais das ruas mas, no sábado, "por falta de efectivos, foi ajudar a combater o incêndio que acabou por lhe tirar a vida", contou a família ao DN.
A fachada de um prédio devoluto em chamas na Rua dos Caldeireiros, no centro histórico do Porto, "desmoronou-se como uma folha de livro" e atingiu Manuel Correia. O bombeiro, de 52 anos, não resistiu aos ferimentos e morreu em serviço na madrugada de ontem. Tinha 23 anos quando ingressou nos Sapadores Bombeiros do Porto. Volvidos 28 anos, era chefe de serviço. Casado com Emília Pinto e pai de três filhos de 22, 19 e 11 anos, a família foi avisada por uma psicóloga e colegas que se deslocaram a Lousada, onde vivia, para informar do óbito. "Foi-nos roubado", diz cunhada, Isabel Ferreira.
Manuel Vicente Correia era natural e residente em Lousada e há cerca de dois anos foi promovido a chefe dos Sapadores do Porto, posição que o afastava mais das ruas. "Mas quis o destino que no sábado, por falta de efectivos, fosse ajudar a combater o incêndio que acabou por lhe tirar a vida", desabafou Isabel Ferreira. O Lugar do Cruzeiro, em Boim, Lousada, está mergulhado em tristeza desde a chegada da notícia da sua morte.
Segundo a cunhada, o chefe Correia, como era conhecido, "era um homem muito calmo, pacífico, muito querido aqui no lugar e que amava a profissão que tinha, vivia--a muito e estava sempre com vontade de trabalhar". Mas esta paixão fazia com que a família "andasse sempre com o coração nas mãos, em sobressalto", apesar de ele nunca "ter tido nenhum receio e de ser muito cuidadoso". Nunca tinha sofrido nenhum acidente, "apesar de já ter feito trabalhos mais perigosos do que este".
No batalhão, a voz embarga-se quando são pedidas algumas palavras sobre este "homem da casa", um profissional tão "cauteloso". "Um porreiro, responsável, cumpridor, bem-disposto, acarinhado pela corporação, muito respeitado", afirma o 2.º comandante, Pais Rodrigues. Manuel Monteiro, que tem a mesma graduação de Correia e com ele entrou na corporação a 27 de Setembro de 1982, não consegue destacar um momento especial da carreira do colega, "tantas e tão diversificadas são as ocorrências". Mas ressalva o facto de sempre ter sido "um camarada para o seu amigo, sem grandes conflitos e que tentava gerir o pessoal sempre da melhor maneira".
Também o presidente da Associação Nacional de Bombeiros Profissionais ainda não está refeito da notícia que o acordou pelas 03.00. "Íamos ter uma reunião na quinta-feira e de repente acontece uma coisa destas", diz Fernando Curto, adiantando que este é um "acidente anormal com bombeiros profissionais" (ver texto secundário). Para além do facto de ser um graduado, o chefe de serviço dos Sapadores do Porto "era muito cauteloso", adianta.
O batalhão está a viver "um momento difícil", mas todos estão cientes da sua missão: "Não podemos parar, temos de continuar."
Fonte: DN
A fachada de um prédio devoluto em chamas na Rua dos Caldeireiros, no centro histórico do Porto, "desmoronou-se como uma folha de livro" e atingiu Manuel Correia. O bombeiro, de 52 anos, não resistiu aos ferimentos e morreu em serviço na madrugada de ontem. Tinha 23 anos quando ingressou nos Sapadores Bombeiros do Porto. Volvidos 28 anos, era chefe de serviço. Casado com Emília Pinto e pai de três filhos de 22, 19 e 11 anos, a família foi avisada por uma psicóloga e colegas que se deslocaram a Lousada, onde vivia, para informar do óbito. "Foi-nos roubado", diz cunhada, Isabel Ferreira.
Manuel Vicente Correia era natural e residente em Lousada e há cerca de dois anos foi promovido a chefe dos Sapadores do Porto, posição que o afastava mais das ruas. "Mas quis o destino que no sábado, por falta de efectivos, fosse ajudar a combater o incêndio que acabou por lhe tirar a vida", desabafou Isabel Ferreira. O Lugar do Cruzeiro, em Boim, Lousada, está mergulhado em tristeza desde a chegada da notícia da sua morte.
Segundo a cunhada, o chefe Correia, como era conhecido, "era um homem muito calmo, pacífico, muito querido aqui no lugar e que amava a profissão que tinha, vivia--a muito e estava sempre com vontade de trabalhar". Mas esta paixão fazia com que a família "andasse sempre com o coração nas mãos, em sobressalto", apesar de ele nunca "ter tido nenhum receio e de ser muito cuidadoso". Nunca tinha sofrido nenhum acidente, "apesar de já ter feito trabalhos mais perigosos do que este".
No batalhão, a voz embarga-se quando são pedidas algumas palavras sobre este "homem da casa", um profissional tão "cauteloso". "Um porreiro, responsável, cumpridor, bem-disposto, acarinhado pela corporação, muito respeitado", afirma o 2.º comandante, Pais Rodrigues. Manuel Monteiro, que tem a mesma graduação de Correia e com ele entrou na corporação a 27 de Setembro de 1982, não consegue destacar um momento especial da carreira do colega, "tantas e tão diversificadas são as ocorrências". Mas ressalva o facto de sempre ter sido "um camarada para o seu amigo, sem grandes conflitos e que tentava gerir o pessoal sempre da melhor maneira".
Também o presidente da Associação Nacional de Bombeiros Profissionais ainda não está refeito da notícia que o acordou pelas 03.00. "Íamos ter uma reunião na quinta-feira e de repente acontece uma coisa destas", diz Fernando Curto, adiantando que este é um "acidente anormal com bombeiros profissionais" (ver texto secundário). Para além do facto de ser um graduado, o chefe de serviço dos Sapadores do Porto "era muito cauteloso", adianta.
O batalhão está a viver "um momento difícil", mas todos estão cientes da sua missão: "Não podemos parar, temos de continuar."
Fonte: DN
domingo, 14 de novembro de 2010
Ministro Rui Pereira sabe de alegados desvios na Protecção Civil desde Abril

O ministro da Administração Interna, Rui Pereira, que tutela a Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC), conhece desde Abril as suspeitas que existem contra o comandante operacional da ANPC, Gil Martins, e que levaram a Inspecção-Geral da Administração Interna a propor a abertura de um processo disciplinar ao principal responsável operacional deste sector. Isso mesmo confirmou Rui Pereira numa resposta enviada por e-mail ao PÚBLICO, onde o ministro alega não ter competências para decidir a suspensão de Gil Martins.
"No dia 14 de Abril de 2010, foi remetido ao gabinete do ministro da Administração Interna o referido processo [inquérito destinado a investigar procedimentos sobre os quais foram suscitadas dúvidas, nas palavras do MAI], com a proposta de instauração, pela Inspecção-Geral da Administração Interna (IGAI), de um processo disciplinar contra o comandante operacional nacional, Gil Martins", lê-se no e-mail que o MAI enviou ao PÚBLICO. Rui Pereira acrescenta que no mesmo dia remeteu o processo para a IGAI. E quanto à ausência de medidas preventivas, justifica: "O comandante Gil Martins continuou a exercer funções porque a sua suspensão preventiva só seria legalmente admissível se tivesse sido proposta pela entidade que instaurou o processo, a IGAI, ou pelo próprio instrutor do processo, o que não sucedeu".
Inquérito-crime aberto
Segundo o semanário Expresso, o comandante está a ser investigado por alegadamente ter desviado cerca de 100 mil euros entre 2007 e 2008. Gil Martins usaria a escala de serviço, que incluiria mais funcionários do que aqueles que efectivamente prestariam serviço no Comando Nacional de Operações de Socorro (CNOS), para fazer sair o dinheiro através da Associação Humanitária de Bombeiros Progresso Barcarense, que procedia ao pagamento do pessoal. O dinheiro relativo aos funcionários que não tinham trabalhado seria entregue a um motorista do comandante. Mais tarde era justificado perante os serviços administrativos dos bombeiros barcarenses com facturas de refeições, deslocações, telemóveis, computadores e até de uma consola Nintendo. Esta semana o Departamento de Investigação e Acção Penal de Lisboa confirmou que estava a investigar o caso. Tal deve-se ao facto de o estatuto disciplinar de quem exerce funções públicas prever que os ilícitos disciplinares prescrevem ao fim de um ano após serem cometidos, a não ser que também sejam crime. Ora como os factos são de 2007 e 2008 só se constituírem crime é que não estarão prescritos a nível disciplinar.
O recrutamento de funcionários através de associações de bombeiros é um esquema que existe na Protecção Civil há mais de 20 anos e pretende colmatar a recusa repetida dos governantes em criar quadros na ANPC e nos organismos que a antecederam. "Nunca houve disponibilidade dos vários ministérios para fazer concursos de admissão", afirma Joaquim Marinho, presidente do antigo Serviço Nacional de Bombeiros entre 1996 e 2002. "A mecânica engendrada era a figura da cooperação técnica operacional, que permitia a transferência das verbas para as associações de bombeiros, que contratavam as pessoas", continua. Para a resolução definitiva do problema, Rui Pereira prometeu um centro de recursos para a protecção civil. Mas o projecto não saiu do papel. Em vez disso, a maioria dos funcionários da ANPC foi contratada pela Escola Nacional de Bombeiros, uma associação privada, que tem como accionistas a Liga dos Bombeiros e a própria ANPC. Apesar de reconhecer a fragilidade do sistema que se mantém hoje, Marinho garante que ele não facilita o que se fala agora. Não será essa a convicção do ex-comandante distrital de Évora, José Rodrigues, suspenso preventivamente o ano passado e depois demitido da ANPC. O ex-dirigente recusou-se ontem a falar, mas o PÚBLICO apurou que as suas declarações terão contribuído para a abertura de um inquérito ao CNOS.
Fonte: Público
"No dia 14 de Abril de 2010, foi remetido ao gabinete do ministro da Administração Interna o referido processo [inquérito destinado a investigar procedimentos sobre os quais foram suscitadas dúvidas, nas palavras do MAI], com a proposta de instauração, pela Inspecção-Geral da Administração Interna (IGAI), de um processo disciplinar contra o comandante operacional nacional, Gil Martins", lê-se no e-mail que o MAI enviou ao PÚBLICO. Rui Pereira acrescenta que no mesmo dia remeteu o processo para a IGAI. E quanto à ausência de medidas preventivas, justifica: "O comandante Gil Martins continuou a exercer funções porque a sua suspensão preventiva só seria legalmente admissível se tivesse sido proposta pela entidade que instaurou o processo, a IGAI, ou pelo próprio instrutor do processo, o que não sucedeu".
Inquérito-crime aberto
Segundo o semanário Expresso, o comandante está a ser investigado por alegadamente ter desviado cerca de 100 mil euros entre 2007 e 2008. Gil Martins usaria a escala de serviço, que incluiria mais funcionários do que aqueles que efectivamente prestariam serviço no Comando Nacional de Operações de Socorro (CNOS), para fazer sair o dinheiro através da Associação Humanitária de Bombeiros Progresso Barcarense, que procedia ao pagamento do pessoal. O dinheiro relativo aos funcionários que não tinham trabalhado seria entregue a um motorista do comandante. Mais tarde era justificado perante os serviços administrativos dos bombeiros barcarenses com facturas de refeições, deslocações, telemóveis, computadores e até de uma consola Nintendo. Esta semana o Departamento de Investigação e Acção Penal de Lisboa confirmou que estava a investigar o caso. Tal deve-se ao facto de o estatuto disciplinar de quem exerce funções públicas prever que os ilícitos disciplinares prescrevem ao fim de um ano após serem cometidos, a não ser que também sejam crime. Ora como os factos são de 2007 e 2008 só se constituírem crime é que não estarão prescritos a nível disciplinar.
O recrutamento de funcionários através de associações de bombeiros é um esquema que existe na Protecção Civil há mais de 20 anos e pretende colmatar a recusa repetida dos governantes em criar quadros na ANPC e nos organismos que a antecederam. "Nunca houve disponibilidade dos vários ministérios para fazer concursos de admissão", afirma Joaquim Marinho, presidente do antigo Serviço Nacional de Bombeiros entre 1996 e 2002. "A mecânica engendrada era a figura da cooperação técnica operacional, que permitia a transferência das verbas para as associações de bombeiros, que contratavam as pessoas", continua. Para a resolução definitiva do problema, Rui Pereira prometeu um centro de recursos para a protecção civil. Mas o projecto não saiu do papel. Em vez disso, a maioria dos funcionários da ANPC foi contratada pela Escola Nacional de Bombeiros, uma associação privada, que tem como accionistas a Liga dos Bombeiros e a própria ANPC. Apesar de reconhecer a fragilidade do sistema que se mantém hoje, Marinho garante que ele não facilita o que se fala agora. Não será essa a convicção do ex-comandante distrital de Évora, José Rodrigues, suspenso preventivamente o ano passado e depois demitido da ANPC. O ex-dirigente recusou-se ontem a falar, mas o PÚBLICO apurou que as suas declarações terão contribuído para a abertura de um inquérito ao CNOS.
Fonte: Público
Vento coloca norte e centro em alerta laranja

O Instituto de Meteorologia lançou um alerta laranja – o segundo de maior risco numa escala de quatro alertas – para os distritos do centro e do norte do país, por causa de rajadas de vento que poderão chegar aos 110 quilómetros por hora.
O alerta laranja significa uma “situação meteorológica de risco moderado a elevado”.
O Instituto de Meteorologia prevê também uma descida gradual das temperaturas ao longo da semana e a ocorrência de chuva durante o fim-de-semana e alguns dias da próxima semana.
Em alerta laranja estão hoje os distritos de Coimbra, Castelo Branco, Aveiro, Viseu, Guarda, Bragança, Vila Real, Porto, Braga e Viana do Castelo. Os distritos de Faro, Leiria, Lisboa, Santarém e Portalegre estão em alerta amarelo.
Para amanhã, o Instituto de Meteorologia mantém o aviso laranja nos distritos do norte e do centro e alarga o alerta amarelo aos distritos de Évora, Beja e Setúbal, os únicos que hoje não têm qualquer aviso. Não há avisos para as regiões autónomas.
Fonte: Público
O alerta laranja significa uma “situação meteorológica de risco moderado a elevado”.
O Instituto de Meteorologia prevê também uma descida gradual das temperaturas ao longo da semana e a ocorrência de chuva durante o fim-de-semana e alguns dias da próxima semana.
Em alerta laranja estão hoje os distritos de Coimbra, Castelo Branco, Aveiro, Viseu, Guarda, Bragança, Vila Real, Porto, Braga e Viana do Castelo. Os distritos de Faro, Leiria, Lisboa, Santarém e Portalegre estão em alerta amarelo.
Para amanhã, o Instituto de Meteorologia mantém o aviso laranja nos distritos do norte e do centro e alarga o alerta amarelo aos distritos de Évora, Beja e Setúbal, os únicos que hoje não têm qualquer aviso. Não há avisos para as regiões autónomas.
Fonte: Público
Acidentes com tractores preocupam ministro da Administração Interna

O ministro da Administração Interna admitiu hoje que o Governo irá tomar medidas no sentido de “tornar cada vez mais segura” a actividade dos tractoristas, visando a redução do número de acidentes.
“Tornar segura essa actividade, significa tornar os tractores veículos cada vez mais seguros”, disse Rui Pereira em Pinhel, onde participou na sessão de encerramento de um encontro de tractoristas do distrito da Guarda, que juntou cerca de 1 500 profissionais.
Segundo o titular da pasta da Administração Interna, a redução do número de acidentes com tractores e máquinas agrícolas “consegue-se através de mecanismos de segurança, num diálogo com os construtores, mas também sensibilizando os próprios tractoristas para a necessidade de terem comportamentos seguros”.
“É assim que, esperamos reduzir os acidentes, e os acidentes mortais entre os tractoristas”, afirmou aos jornalistas, adiantando que o seu Ministério procurará estender a todo o país a iniciativa hoje realizada em Pinhel por iniciativa do Governo Civil da Guarda e Câmara local.
Quando questionado sobre a necessidade de ser revista a legislação aplicada a este tipo de veículo, Rui Pereira mostrou-se disponível para o fazer, “se houver necessidade”.
Sublinhou que no domínio desta actividade há dois aspectos essenciais que podem reduzir a sinistralidade: “a segurança dos próprios tractores e os procedimentos cuidadosos que podem ser incentivados com uma maior formação”.
“Esses dois aspectos essenciais não dependem de alterações legislativas ou de regulamentos, dependem sim de acções de sensibilização e de formação, dependem de um diálogo constante com os condutores dos tractores”, declarou.
O governante também disse ter “o maior apreço” pela acção daqueles profissionais, reconhecendo que “é decisiva no domínio da agricultura e no domínio da protecção civil, para prevenir os fogos florestais e para o ordenamento do território”.
O encontro integrou uma sessão sobre boas práticas de condução de tractores e uso de maquinaria e alfaias agrícolas.
Carlos Lopes, da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária, exibiu dados de 2008, que dão conta que os acidentes com tractores, no território nacional, causaram 31 mortos.
Luís Celínio, do Conselho Distrital de Segurança Rodoviária, disse que em relação aos acidentes com tractores “2010 está a ser um ano verdadeiramente negro”, apontando que entre Abril e Junho “morreu uma pessoa por semana”.
Já o comandante do Destacamento de Trânsito da GNR da Guarda, tenente Cláudio Saraiva, referiu que no distrito, entre 2007 e o dia de hoje, ocorreram 86 acidentes com tractores, que originaram 16 mortos, 08 feridos graves e 36 feridos ligeiros.
Os vários oradores defenderam o reforço das medidas de segurança relacionadas com a utilização do cinto de segurança e do arco de protecção [estrutura colocada sobre o assento dos tractores], como fundamentais para a diminuição dos acidentes.
Fonte: Público
sábado, 13 de novembro de 2010
Via Verde Sepsis: Implementação total até final de 2011
O autor da Via Verde da Sepsis manifestou-se este sábado confiante de que o projeto estará implementado em todos os serviços de urgência hospitalar até ao final de 2011, sublinhando ganhos de eficiência e redução da mortalidade.
«A implementação está a decorrer a excelente ritmo. Tenho quase a certeza que a meta - final de 2011 - é exequível e será cumprida dentro do prazo estipulado», afirmou o autor do projeto, o médico Miguel Soares de Oliveira, atual presidente do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM).
A Via Verde da Sepsis começou a ser implementada em 2009, em hospitais da Administração Regional de Saúde do Norte, e em 2010 a Direção-Geral de Saúde emitiu uma circular normativa alargando o projeto ao nível nacional.
Fonte: Diário Digital / Lusa
«A implementação está a decorrer a excelente ritmo. Tenho quase a certeza que a meta - final de 2011 - é exequível e será cumprida dentro do prazo estipulado», afirmou o autor do projeto, o médico Miguel Soares de Oliveira, atual presidente do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM).
A Via Verde da Sepsis começou a ser implementada em 2009, em hospitais da Administração Regional de Saúde do Norte, e em 2010 a Direção-Geral de Saúde emitiu uma circular normativa alargando o projeto ao nível nacional.
Fonte: Diário Digital / Lusa
Trabalho contínuo e boa articulação no terreno teve resultados positivos
O Secretário de Estado da Protecção Civil, Vasco Franco, elogiou na passada semana o trabalho desenvolvido pelo Comando Distrital de Operações de Socorro de Castelo Branco. Vasco Franco esteve em Castelo Branco onde reuniu com todo o Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Florestais para felicitar os profissionais e para fazer um balanço do ano. No final desta reunião realçou a capacidade dos corpos de bombeiros, a boa articulação entre todos e o papel relevante dos meios aéreos, com três centros de meios aéreos a operar, na Covilhã, em Castelo Branco e em Proença-a-Nova. “O trabalho bem feito, não só na fase mais crítica mas também ao longo do ano, permitiu excelentes resultados em Castelo Branco”, acrescentou.
O ano foi difícil mas no distrito não houve razão de queixa. Deste modo Vasco Franco considera que poderá haver aspectos que se podem por em prática noutros distritos mas realça os comportamentos históricos como por exemplo “o comportamento das pessoas e há um trabalho de sensibilização, formação e repressão em relação a comportamentos criminosos que tem que ser feito”. O governante reforçou ainda “o bom trabalho desenvolvido pela Polícia Judiciária que contribuiu também para dissuasão de alguns comportamentos”.
Vasco Franco quer agora melhorias no campo da prevenção estrutural com a “abertura de mais faixas de contenção, maior disciplina dos proprietários nomeadamente no que respeita a sobrantes”, disse anunciando “uma mão mais pesada para quem não cumprir.
Fonte: Rádio Condestável
O ano foi difícil mas no distrito não houve razão de queixa. Deste modo Vasco Franco considera que poderá haver aspectos que se podem por em prática noutros distritos mas realça os comportamentos históricos como por exemplo “o comportamento das pessoas e há um trabalho de sensibilização, formação e repressão em relação a comportamentos criminosos que tem que ser feito”. O governante reforçou ainda “o bom trabalho desenvolvido pela Polícia Judiciária que contribuiu também para dissuasão de alguns comportamentos”.
Vasco Franco quer agora melhorias no campo da prevenção estrutural com a “abertura de mais faixas de contenção, maior disciplina dos proprietários nomeadamente no que respeita a sobrantes”, disse anunciando “uma mão mais pesada para quem não cumprir.
Fonte: Rádio Condestável
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
Acidente de viação vitima mais um aluno da UTAD
Um estudante de 26 anos da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD) faleceu hoje depois do seu automóvel se ter despistado perto de Bujões, no concelho de Vila Real. O alerta foi dado às 7.45h mas os bombeiros acreditam que o acidente terá ocorrido por volta das 4.30h da madrugada.
O jovem era natural de Canelas, concelho do Peso da Régua, e frequentava o curso de Economia na UTAD. O despiste deu-se Estrada Municipal 313-1 e obrigou os bombeiros a desencarcerar a vítima, que acabou por falecer na unidade hospitalar de Vila Real do Centro Hospitalar de Trás-os-Montes e Alto Douro.
Fonte: Notícias de Vila Real
O jovem era natural de Canelas, concelho do Peso da Régua, e frequentava o curso de Economia na UTAD. O despiste deu-se Estrada Municipal 313-1 e obrigou os bombeiros a desencarcerar a vítima, que acabou por falecer na unidade hospitalar de Vila Real do Centro Hospitalar de Trás-os-Montes e Alto Douro.
Fonte: Notícias de Vila Real
Trabalhador morre em queda de 25 metros
Um homem morreu esta quarta-feira num acidente de trabalho, em Torre de Moncorvo.
O Major Rui Pousa, da GNR de Bragança, conta que o trabalhador caiu de uma altura de cerca de 25 metros quando trabalhava num poste de alta tensão, entre Moncorvo e o Pocinho.
“Um indivíduo do sexo masculino, de 28 anos, caiu de um poste de alta tensão. Já foi comunicado à Autoridade das Condições de Trabalho e vai ser averiguado porque caiu, já que ele tinha todos os cintos de segurança que utilizam habitualmente.”
O trabalhador, de nacionalidade brasileira, tinha 28 anos e era residente no Cartaxo.
Segundo Manuel Almeida, comandante dos bombeiros voluntários de Torre de Moncorvo, teve praticamente morte imediata.
“Tinha alguma experiência porque já trabalhava há seis anos naquela empresa. Foram envolvidos os meios do INEM de Moncorvo e o helicóptero de Macedo de Cavaleiros. A queda de 25 metros é uma grande queda. Quando chegaram lá, os meus homens depararam-se com várias fracturas e ele estava em paragem respiratória. Mais tarde, confirmou-se o óbito.”
O comandante dos bombeiros de Moncorvo admite que na origem do acidente possa ter estado um descuido, apesar da experiência dos trabalhadores.
“São trabalhadores muito cuidadosos. É uma empresa que tem sempre trabalhadores com grande experiência. Houve ali um pequeno descuido, alguma coisa que não funcionou. É o primeiro aqui na nossa zona e eles já há nove meses que estão aqui a trabalhar.”
O corpo foi transportado para a morgue do hospital de Bragança.
Fonte: Brigantia
O Major Rui Pousa, da GNR de Bragança, conta que o trabalhador caiu de uma altura de cerca de 25 metros quando trabalhava num poste de alta tensão, entre Moncorvo e o Pocinho.
“Um indivíduo do sexo masculino, de 28 anos, caiu de um poste de alta tensão. Já foi comunicado à Autoridade das Condições de Trabalho e vai ser averiguado porque caiu, já que ele tinha todos os cintos de segurança que utilizam habitualmente.”
O trabalhador, de nacionalidade brasileira, tinha 28 anos e era residente no Cartaxo.
Segundo Manuel Almeida, comandante dos bombeiros voluntários de Torre de Moncorvo, teve praticamente morte imediata.
“Tinha alguma experiência porque já trabalhava há seis anos naquela empresa. Foram envolvidos os meios do INEM de Moncorvo e o helicóptero de Macedo de Cavaleiros. A queda de 25 metros é uma grande queda. Quando chegaram lá, os meus homens depararam-se com várias fracturas e ele estava em paragem respiratória. Mais tarde, confirmou-se o óbito.”
O comandante dos bombeiros de Moncorvo admite que na origem do acidente possa ter estado um descuido, apesar da experiência dos trabalhadores.
“São trabalhadores muito cuidadosos. É uma empresa que tem sempre trabalhadores com grande experiência. Houve ali um pequeno descuido, alguma coisa que não funcionou. É o primeiro aqui na nossa zona e eles já há nove meses que estão aqui a trabalhar.”
O corpo foi transportado para a morgue do hospital de Bragança.
Fonte: Brigantia
terça-feira, 9 de novembro de 2010
IV Seminário A Protecção Civil e a Comunidade

Pelo quarto ano consecutivo, a Câmara Municipal de Loulé, através do seu Serviço de Protecção Civil, promove o Seminário "A Protecção Civil e a Comunidade", que se realiza a 19 de Novembro, no Auditório do Instituto Superior Dom Afonso III, em Loulé.
O objectivo passa por sensibilizar a comunidade para um tema que ganhou uma importância crescente nos últimos anos. Nesse sentido, esta iniciativa é aberta não só a técnicos nesta área mas ao público em geral.
Os interessados podem inscrever-se até 12 de Novembro através do e-mail smpc@cm-loule.pt, telefone 289 400 827, fax 289 400 907 ou pelo site da autarquia: www.cm-loule-pt.
As inscrições são limitadas a noventa participantes.
O objectivo passa por sensibilizar a comunidade para um tema que ganhou uma importância crescente nos últimos anos. Nesse sentido, esta iniciativa é aberta não só a técnicos nesta área mas ao público em geral.
Os interessados podem inscrever-se até 12 de Novembro através do e-mail smpc@cm-loule.pt, telefone 289 400 827, fax 289 400 907 ou pelo site da autarquia: www.cm-loule-pt.
As inscrições são limitadas a noventa participantes.
Incêndio mata cinco crianças nos EUA

Um incêndio numa casa em Marion County, no estado norte-americano da Flórida, matou cinco crianças. Três pessoas foram hospitalizadas.
De acordo com a CNN, os bombeiros apareceram oito minutos depois de serem avisados. «Quando chegaram, a casa já tinha ardido», disse Peveeta Persaud, dos bombeiros de Marion County, explicando que se tratava de «uma estrutura em madeira»,
Morreram duas meninas de seis e 12 anos no incêndio e três rapazes de oito, 13 e 15 anos. Estavam pelo menos mais três pessoas dentro de casa, que conseguiram sair, mas foram hospitalizadas.
Uma vizinha conta que conseguiu ajudar uma das mulheres da casa, mas não conseguiu ajudar mais ninguém por causa do fumo e do fogo.
A causa do incêndio está a ser investigada, disse Peveeta Persaud.
Fonte: IOL Diário
De acordo com a CNN, os bombeiros apareceram oito minutos depois de serem avisados. «Quando chegaram, a casa já tinha ardido», disse Peveeta Persaud, dos bombeiros de Marion County, explicando que se tratava de «uma estrutura em madeira»,
Morreram duas meninas de seis e 12 anos no incêndio e três rapazes de oito, 13 e 15 anos. Estavam pelo menos mais três pessoas dentro de casa, que conseguiram sair, mas foram hospitalizadas.
Uma vizinha conta que conseguiu ajudar uma das mulheres da casa, mas não conseguiu ajudar mais ninguém por causa do fumo e do fogo.
A causa do incêndio está a ser investigada, disse Peveeta Persaud.
Fonte: IOL Diário
Crianças do pré-escolar vão continuar a “Aprender Saúde”

Um ano depois da implementação do “Aprender Saúde”, a Escola Superior de Saúde do Piaget de Macedo decidiu dar continuidade às acções este ano lectivo. O feddback de pais e educadores foi positivo, embora não se tenham observado grandes mudanças comportamentais. No entanto, é notória uma maior sensibilidade das crianças do pré-escolar para possíveis problemas de saúde.
Feito o teste, o Aprender Saúde passou com distinção. O júri, pais e educadores de infância, gostou dos resultados das acções que visaram a correcção de posturas, a alimentação saudável ou a higiene oral, entre outras. Hoje as crianças estão mais sensíveis para os problemas, explica Elisa Dias, responsável pela Escola Superior de Saúde do Piaget de Macedo.
“Há uma percepção quer dos educadores quer dos príoprios pais relativamente ao projecto que houve uma abordagem positiva e uma influência positiva, pelo menos em termos de sensibilização das crianças para um determinado tipo de problemáticas e questões no âmbito da saúide, que é essa a nossa pretensão. Em termos de mudança materializável não podemos dizer que um comportamento muda por uma actuação de um mês ou dois... uma mudança de comportamento corresponde a uma nova interiorização de princípios e de regras que têm de ser assimiladas com algum tempo, alguma rotina e repetitividade.”
A Higiene Oral é apenas um exemplo daquilo que pode ser feito na Escola, mas que tem de obrigatoriamente ser acompanhado em casa. Caso contrário, há sensibilização, mas não há mudança comportamental.
“ Foi a cção que teve uma apreciação mais positiva pelas educadoras. Porque foi uma actividade que, embora possa não se ter materializado já uma mudança de comportamento, verificou-se que esse aspecto positivo realçado pelas educadoras tem a ver com o facto dessa acção ter implementado uma dupla dinâmica. Por um lado, a questão da descoberta, da investigação, com a construção da pasta dos dentes e, por outro lado, a prática da lavagem em si.”
O maior desafio do “Aprender Saúde”, este ano lectivo, é envolver as famílias no projecto.
“Seria mais produtivo ainda se envolvesse as próprias famílias. Evidente que não temos capacidade de intervenção comunitária como escola, porque também temos outros níveis de actuação prioritários... Mas o importante seria uma educação paralela entre a família e a criança, porque estamos a falar de crianças de pré-escolar em que a sua autonomia ainda está limitada, ou seja, as suas regras resultam desse processo de socialização. E se essas regras não são interiorizadfas no conceito “família” ou pelo menos perpetuadas, elas não ganham sentido”.
As temáticas a abordar são escolhidas pela Escola Superior de Saúde do Piaget e pela coordenadora do pré-escolar do Agrupamento de Macedo. Este ano, uma das novas temáticas a abordar será a Higiene Corporal.
Elisa Dias explica ainda a razão porque este projecto foi criado para o pré-escolar.
“Nós sabemos quer há vários programas de saúde que envolvem várias faixas etárias, no entanto, ao nível do pré-escolar nós consideramos que aquela que estaria a ser menos acompanhada”.
O projecto “Aprender Saúde” do Piaget vai continuar, pelo menos mais um ano, a sensibilizar as crianças do pré-escolar de Macedo de Cavaleiros.
Fonte: CIR
Feito o teste, o Aprender Saúde passou com distinção. O júri, pais e educadores de infância, gostou dos resultados das acções que visaram a correcção de posturas, a alimentação saudável ou a higiene oral, entre outras. Hoje as crianças estão mais sensíveis para os problemas, explica Elisa Dias, responsável pela Escola Superior de Saúde do Piaget de Macedo.
“Há uma percepção quer dos educadores quer dos príoprios pais relativamente ao projecto que houve uma abordagem positiva e uma influência positiva, pelo menos em termos de sensibilização das crianças para um determinado tipo de problemáticas e questões no âmbito da saúide, que é essa a nossa pretensão. Em termos de mudança materializável não podemos dizer que um comportamento muda por uma actuação de um mês ou dois... uma mudança de comportamento corresponde a uma nova interiorização de princípios e de regras que têm de ser assimiladas com algum tempo, alguma rotina e repetitividade.”
A Higiene Oral é apenas um exemplo daquilo que pode ser feito na Escola, mas que tem de obrigatoriamente ser acompanhado em casa. Caso contrário, há sensibilização, mas não há mudança comportamental.
“ Foi a cção que teve uma apreciação mais positiva pelas educadoras. Porque foi uma actividade que, embora possa não se ter materializado já uma mudança de comportamento, verificou-se que esse aspecto positivo realçado pelas educadoras tem a ver com o facto dessa acção ter implementado uma dupla dinâmica. Por um lado, a questão da descoberta, da investigação, com a construção da pasta dos dentes e, por outro lado, a prática da lavagem em si.”
O maior desafio do “Aprender Saúde”, este ano lectivo, é envolver as famílias no projecto.
“Seria mais produtivo ainda se envolvesse as próprias famílias. Evidente que não temos capacidade de intervenção comunitária como escola, porque também temos outros níveis de actuação prioritários... Mas o importante seria uma educação paralela entre a família e a criança, porque estamos a falar de crianças de pré-escolar em que a sua autonomia ainda está limitada, ou seja, as suas regras resultam desse processo de socialização. E se essas regras não são interiorizadfas no conceito “família” ou pelo menos perpetuadas, elas não ganham sentido”.
As temáticas a abordar são escolhidas pela Escola Superior de Saúde do Piaget e pela coordenadora do pré-escolar do Agrupamento de Macedo. Este ano, uma das novas temáticas a abordar será a Higiene Corporal.
Elisa Dias explica ainda a razão porque este projecto foi criado para o pré-escolar.
“Nós sabemos quer há vários programas de saúde que envolvem várias faixas etárias, no entanto, ao nível do pré-escolar nós consideramos que aquela que estaria a ser menos acompanhada”.
O projecto “Aprender Saúde” do Piaget vai continuar, pelo menos mais um ano, a sensibilizar as crianças do pré-escolar de Macedo de Cavaleiros.
Fonte: CIR
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
Desvio de Verbas na Protecção Civil
Gil Martins está sob investigação da IGAI, que suspeita do desvio de cem mil euros.
A Inspecção-Geral da Administração do Território (IGAI) instaurou um processo disciplinar ao comandante operacional nacional do Comando Nacional de Operações de Socorro (CNOS), Gil Martins, por suspeita de desvio de verbas. Em causa estão 100 mil euros que, em vez de serem usados no pagamento de turnos de funcionários em 2007 e 2008, terão servido para comprar LCD, pneus de automóveis, estadas em hotéis, telemóveis, computadores e até uma consola Nintendo, noticiou o semanário Expresso.
O responsável nacional pelo CNOS, antiga Autoridade Nacional de Protecção Civil, não comenta e diz que vai esperar até que a acusação seja formalizada. O processo foi instruído pela inspectora Cláudia Porto que detectou que os mapas mensais de pessoal e escalas para garantir o funcionamento da sala de operações não correspondiam à verdade. Existiam pessoas a mais que as que compareciam e o dinheiro suplementar recebido serviu para outros fins.
No entanto, um responsável da Protecção Civil afirmou ao DN que em todo o País os comandantes distritais da Protecção Civil dispõem de um "saco azul" que é "gerenciado com os remanescentes das escalas do dispositivo de combate aos fogos florestais". Uma prática, portanto, "normal", sendo "milhares de euros que são canalizados para uma corporação de bombeiros, através de um protocolo de cooperação técnica operacional, que depois são usados em várias despesas". Quando falta um elemento "nas equipas de combate a fogos e não é substituído são 42 euros diários que acabam por reverter para o saco azul", disse.
Fonte: DN
O Correio da Manhã Acrescenta:
(...)
Apesar do excesso de nomes nos documentos, que acabavam por não trabalhar na sala do Comando Nacional da Protecção Civil, estes acabavam por ser entregues no departamento financeiro da Protecção Civil. O valor pago relativamente aos operacionais excedentários não era entregue directamente ao Dispositivo Especial de Combate aos Incêndio Florestais, mas sim a uma associação de bombeiros em Barcarena, através de protocolo. Gil Martins receberia outra parte.
MOTORISTA RECEBIA DINHEIRO
Segundo a investigação interna, a verba que era paga a mais pela contabilidade passava, em parte, devido a um protocolo, pela Associação Humanitária de Bombeiros Progresso Barcarense. A outra parte ia parar à conta de um motorista do Comando Nacional, que levantaria a verba e a entregaria a Gil Martins.
Na associação de bombeiros, o dinheiro era movimentado e justificado com facturas atribuídas, ao que tudo indica, a bens de consumo pessoal: refeições, estadas em hotéis, telemóveis, computadores, televisores LCD, pneus para carros e até consolas de videojogos. Esta investigação interna terá começado depois de ter sido detectado um esquema idêntico na área de Évora.
Fonte:Correio da Manhã
A Inspecção-Geral da Administração do Território (IGAI) instaurou um processo disciplinar ao comandante operacional nacional do Comando Nacional de Operações de Socorro (CNOS), Gil Martins, por suspeita de desvio de verbas. Em causa estão 100 mil euros que, em vez de serem usados no pagamento de turnos de funcionários em 2007 e 2008, terão servido para comprar LCD, pneus de automóveis, estadas em hotéis, telemóveis, computadores e até uma consola Nintendo, noticiou o semanário Expresso.
O responsável nacional pelo CNOS, antiga Autoridade Nacional de Protecção Civil, não comenta e diz que vai esperar até que a acusação seja formalizada. O processo foi instruído pela inspectora Cláudia Porto que detectou que os mapas mensais de pessoal e escalas para garantir o funcionamento da sala de operações não correspondiam à verdade. Existiam pessoas a mais que as que compareciam e o dinheiro suplementar recebido serviu para outros fins.
No entanto, um responsável da Protecção Civil afirmou ao DN que em todo o País os comandantes distritais da Protecção Civil dispõem de um "saco azul" que é "gerenciado com os remanescentes das escalas do dispositivo de combate aos fogos florestais". Uma prática, portanto, "normal", sendo "milhares de euros que são canalizados para uma corporação de bombeiros, através de um protocolo de cooperação técnica operacional, que depois são usados em várias despesas". Quando falta um elemento "nas equipas de combate a fogos e não é substituído são 42 euros diários que acabam por reverter para o saco azul", disse.
Fonte: DN
O Correio da Manhã Acrescenta:
(...)
Apesar do excesso de nomes nos documentos, que acabavam por não trabalhar na sala do Comando Nacional da Protecção Civil, estes acabavam por ser entregues no departamento financeiro da Protecção Civil. O valor pago relativamente aos operacionais excedentários não era entregue directamente ao Dispositivo Especial de Combate aos Incêndio Florestais, mas sim a uma associação de bombeiros em Barcarena, através de protocolo. Gil Martins receberia outra parte.
MOTORISTA RECEBIA DINHEIRO
Segundo a investigação interna, a verba que era paga a mais pela contabilidade passava, em parte, devido a um protocolo, pela Associação Humanitária de Bombeiros Progresso Barcarense. A outra parte ia parar à conta de um motorista do Comando Nacional, que levantaria a verba e a entregaria a Gil Martins.
Na associação de bombeiros, o dinheiro era movimentado e justificado com facturas atribuídas, ao que tudo indica, a bens de consumo pessoal: refeições, estadas em hotéis, telemóveis, computadores, televisores LCD, pneus para carros e até consolas de videojogos. Esta investigação interna terá começado depois de ter sido detectado um esquema idêntico na área de Évora.
Fonte:Correio da Manhã
Desfibrilhadores em espaços públicos quadruplicaram num mês

O novo presidente do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) colocou o Programa de Desfribrilhação Automática Externa (DAE) no topo das suas prioridades e, desde que tomou posse, o número destes aparelhos disponíveis em espaços públicos mais do que quadruplicou. Ainda assim, os desfribrilhadores ainda não chegaram aos aeroportos.
«Há uma curva de aprendizagem que está a jogar a favor de todos, para que encurte o tempo», afirmou Miguel Soares de Oliveira, dando importância ao seu antecessor. «Além disso, há também dentro da própria equipa de coordenação a imposição passada por este novo conselho directivo do INEM de que isto é uma prioridade, portanto todas as outras tarefas devem ficar para segundo plano», explicou.
O programa está numa «situação muito positiva», segundo o responsável, em declarações à TSF, destacando a presença dos DAE em todas as viaturas do INEM. Quanto à cobertura nas viaturas dos bombeiros e Cruz Vermelha, parceiros do INEM, a situação será resolvida. Até ao final do ano, 38 corporações estarão abrangidas pelo programa, disse Soares de Oliveira.
Fonte: Diáeio Digital
«Há uma curva de aprendizagem que está a jogar a favor de todos, para que encurte o tempo», afirmou Miguel Soares de Oliveira, dando importância ao seu antecessor. «Além disso, há também dentro da própria equipa de coordenação a imposição passada por este novo conselho directivo do INEM de que isto é uma prioridade, portanto todas as outras tarefas devem ficar para segundo plano», explicou.
O programa está numa «situação muito positiva», segundo o responsável, em declarações à TSF, destacando a presença dos DAE em todas as viaturas do INEM. Quanto à cobertura nas viaturas dos bombeiros e Cruz Vermelha, parceiros do INEM, a situação será resolvida. Até ao final do ano, 38 corporações estarão abrangidas pelo programa, disse Soares de Oliveira.
Fonte: Diáeio Digital
domingo, 7 de novembro de 2010
A Câmara Municipal de Macedo de Cavaleiros vai cortar em 10% o apoio a associações culturais e desportivas

A Câmara Municipal de Macedo de Cavaleiros vai cortar em 10% o apoio a associações culturais e desportivas. O anúncio foi feito na reunião de Câmara desta semana. Beraldino Pinto recorda que as medidas de contenção social impostas pelo governo se fazem ressentir nas autarquias e que ainda este ano o município vai sofrer um corte de 417 mil euros. Por isso, a medida é inevitável.
“A opção é entre reduzir um pouco os apoios apara todos ou então ter que cortar doutra forma a actividade cultural, desportiva das associações. Entendeu-se fazê-lo desta forma em vez de, por exemplo, fazer um concurso e apoiar apenas algumas das colectividades. Mas não nos pareceu justo porque têm todas mérito na actividade que se denvolvem e vamos tentar que com esta redução se consigam manter os níveis de prestação de serviços”.
Para manter o trabalho destas colectividades o autarca considera os cidadãos se devem empenhar mais.
“Reforçando o apoio, o empenhamento dos protagonistas, das pessoas, da sociedade civil a contribuir mais um pouco... Seja para os clubes, seja para as associações recreativas, dar-mos um pouco mais de nós em termos individuias,aliviando as instituições, nomeadamente neste caso a Câmara Municipal que também está sujeita aos cortes como já falámos.”
Também as Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS) vão sofrer cortes no apoio por parte do governo, situação que preocupa Beraldino Pinto.
“Não posso deixar de estar preocupado porque há muita gente a precisar de ajuda e é preciso fazer aqui um apelo à sociedade civil para se empenhar mais e reforçar as instituições de solidariedade social para poder dar esse apoio. É importante que todos os organismos colaborem, reforcem esta entrejuda mas é importante que a sociedade civil esteja atenta e que tenha bem a noção desta dificuldade com que as organizações se estão a deparar.”
O receio por parte das IPSS de virem a sofrer cortes que possam por em causa a sustentabilidade das instituições foi manifestado num seminário que decorreu esta semana em Macedo de Cavaleiros. Nelson Dias, Presidente da instituição algarvia “In Loco” afirma mesmo que estas organizações ocupam um território deixado ao abandono pelo estado que exige que o terceiro sector seja sustentável quando o próprio estado se deve questionar sobre a sua sustentabilidade.
“Este discurso pode parecer um pouco duro mas é fruto daquilo também que é o estado em que nós estamos. Em que há uma discussão do orçamento de Estado na Assembleia fruto de uma negociação de interesses e que é um orçamento claramente mau para a sociedade e para o Estado. Em que se exige que uma organização como a nossa seja sustentável a intervir com públicos desfavorecidos que não podem pagar esses serviços dos quais beneficiam e não estão abrangidos pelas políticas sociais do Estado. E portanto, é evidente que o momento não é certamente agradável. Nós sentimos que estamos a ser sufocados por políticas públicas, por cargas burocráticas, e estamos a sentir que o Estado nos está a funcionalizar como faz aos seus funcionários, esmagando-nos a capacidade de inovação e de fazer de forma diferente daquilo que o Estado tem feito.”
Os cortes aos apoios sociais a preocuparem o autarca de Macedo de Cavaleiros e os dirigentes de instituições de solidariedade.
Fonte: Rádio Onda Livre
“A opção é entre reduzir um pouco os apoios apara todos ou então ter que cortar doutra forma a actividade cultural, desportiva das associações. Entendeu-se fazê-lo desta forma em vez de, por exemplo, fazer um concurso e apoiar apenas algumas das colectividades. Mas não nos pareceu justo porque têm todas mérito na actividade que se denvolvem e vamos tentar que com esta redução se consigam manter os níveis de prestação de serviços”.
Para manter o trabalho destas colectividades o autarca considera os cidadãos se devem empenhar mais.
“Reforçando o apoio, o empenhamento dos protagonistas, das pessoas, da sociedade civil a contribuir mais um pouco... Seja para os clubes, seja para as associações recreativas, dar-mos um pouco mais de nós em termos individuias,aliviando as instituições, nomeadamente neste caso a Câmara Municipal que também está sujeita aos cortes como já falámos.”
Também as Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS) vão sofrer cortes no apoio por parte do governo, situação que preocupa Beraldino Pinto.
“Não posso deixar de estar preocupado porque há muita gente a precisar de ajuda e é preciso fazer aqui um apelo à sociedade civil para se empenhar mais e reforçar as instituições de solidariedade social para poder dar esse apoio. É importante que todos os organismos colaborem, reforcem esta entrejuda mas é importante que a sociedade civil esteja atenta e que tenha bem a noção desta dificuldade com que as organizações se estão a deparar.”
O receio por parte das IPSS de virem a sofrer cortes que possam por em causa a sustentabilidade das instituições foi manifestado num seminário que decorreu esta semana em Macedo de Cavaleiros. Nelson Dias, Presidente da instituição algarvia “In Loco” afirma mesmo que estas organizações ocupam um território deixado ao abandono pelo estado que exige que o terceiro sector seja sustentável quando o próprio estado se deve questionar sobre a sua sustentabilidade.
“Este discurso pode parecer um pouco duro mas é fruto daquilo também que é o estado em que nós estamos. Em que há uma discussão do orçamento de Estado na Assembleia fruto de uma negociação de interesses e que é um orçamento claramente mau para a sociedade e para o Estado. Em que se exige que uma organização como a nossa seja sustentável a intervir com públicos desfavorecidos que não podem pagar esses serviços dos quais beneficiam e não estão abrangidos pelas políticas sociais do Estado. E portanto, é evidente que o momento não é certamente agradável. Nós sentimos que estamos a ser sufocados por políticas públicas, por cargas burocráticas, e estamos a sentir que o Estado nos está a funcionalizar como faz aos seus funcionários, esmagando-nos a capacidade de inovação e de fazer de forma diferente daquilo que o Estado tem feito.”
Os cortes aos apoios sociais a preocuparem o autarca de Macedo de Cavaleiros e os dirigentes de instituições de solidariedade.
Fonte: Rádio Onda Livre
Gil Martins Suspeito do Desvio de Verbas que Deveriam Ser Para o DECIF

O povo tem por habito, referir-se a algo polémico, dizendo que "estoirou a bomba".
O BPS, acrescentaria a essa máxima da sociedade uma sigla, deixando a frase resumida ao seguinte: "estoirou a bomba na ANPC"
Segundo o Semanario Expresso (e já anunciado no BPS por um leitor...), o Comandante Nacional de Operações de Socorro é suspeito de ter desviado, em 2007 e 2008, 100 mil euros que deveriam servir para pagar turnos na época de fogos florestais para outros fins, como computadores, LCD e hotéis.
Gil Martins, que está a ser investigado pela Inspecção Geral da Administração Interna, e está a ser alvo de um processo disciplinar.
O CONAC deixou o assunto para mais tarde, “ainda não fui ouvido. Quando chegar a acusação, se chegar, terei oportunidade de me defender”.
Da suspeita, á constituição de arguido em possível processo criminal, vai um passo de gigante, que a própria investigação vai ter de suprimir. De Arguido, á condenação (altura que se dá o transito em julgado) vai um passo ainda maior, mas...
... Mas, apesar disso, há ilações que temos de começar a tirar acerca desta suspeita.
Aguardemos mais desenvolvimentos.
Fonte: BPS
O BPS, acrescentaria a essa máxima da sociedade uma sigla, deixando a frase resumida ao seguinte: "estoirou a bomba na ANPC"
Segundo o Semanario Expresso (e já anunciado no BPS por um leitor...), o Comandante Nacional de Operações de Socorro é suspeito de ter desviado, em 2007 e 2008, 100 mil euros que deveriam servir para pagar turnos na época de fogos florestais para outros fins, como computadores, LCD e hotéis.
Gil Martins, que está a ser investigado pela Inspecção Geral da Administração Interna, e está a ser alvo de um processo disciplinar.
O CONAC deixou o assunto para mais tarde, “ainda não fui ouvido. Quando chegar a acusação, se chegar, terei oportunidade de me defender”.
Da suspeita, á constituição de arguido em possível processo criminal, vai um passo de gigante, que a própria investigação vai ter de suprimir. De Arguido, á condenação (altura que se dá o transito em julgado) vai um passo ainda maior, mas...
... Mas, apesar disso, há ilações que temos de começar a tirar acerca desta suspeita.
Aguardemos mais desenvolvimentos.
Fonte: BPS
IPB de luto pela morte de aluna atropelada

Morreu a estudante do Instituto Politécnico de Bragança que foi atropelada na quarta-feira à noite, junto às instalações daquela escola.
A jovem, de 24 anos e natural de Marco de Canaveses e estudante de Engenharia Biotecnológica, estava internada no Hospital de Santo António, no Porto, em estado de coma desde a madrugada de quinta-feira.
A estudante faleceu esta manhã.
A academia brigantina já decretou, entretanto, três dias de luto em memória da jovem, que se prolonga até à próxima terça-feira.
Na cerimónia de bênção dos estudantes, no início da semana de recepção aos caloiros, também haverá um momento de homenagem.
A data do funeral ainda não está marcado mas deve decorrer no próximo domingo, em Marco de Canaveses.
Fonte: Brigantia
A jovem, de 24 anos e natural de Marco de Canaveses e estudante de Engenharia Biotecnológica, estava internada no Hospital de Santo António, no Porto, em estado de coma desde a madrugada de quinta-feira.
A estudante faleceu esta manhã.
A academia brigantina já decretou, entretanto, três dias de luto em memória da jovem, que se prolonga até à próxima terça-feira.
Na cerimónia de bênção dos estudantes, no início da semana de recepção aos caloiros, também haverá um momento de homenagem.
A data do funeral ainda não está marcado mas deve decorrer no próximo domingo, em Marco de Canaveses.
Fonte: Brigantia
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
Acidente no IP4 provoca um morto

Uma mulher de 83 anos, residente em Amarante, morreu hoje de manhã num acidente de viação ocorrido no IP4, próximo do nó de Padronelo, Amarante, disse à Lusa fonte dos bombeiros locais.
A idosa ainda foi transportada para o Hospital de Penafiel pelos bombeiros, mas chegou à unidade de saúde já sem vida, acrescentou a fonte. Do acidente - um embate entre dois ligeiros - resultaram ainda dois feridos que foram transportados pelos Bombeiros de Amarante para a unidade hospitalar penafidelense. Segundo fonte hospitalar, os feridos - um homem de 50 anos e uma mulher de 51, ambos de Mirandela - estão a fazer exames e o seu estado não aparenta ser grave. São desconhecidas as causas do embate entre os dois ligeiros, que ficaram muito danificados.
Fonte: Terras do Vale
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
Estudantes angolanos fazem formação no Nordeste Transmontano

Pela primeira vez, vinte e sete alunos angolanos de Enfermagem estão em Trás-os-Montes a realizar o estágio do último ano da licenciatura. Depois de um mês em vários serviços do Hospital de Vila Real, os futuros enfermeiros ficam mais trinta dias em serviços dos hospitais de Macedo de Cavaleiros e Mirandela, bem como nos dois centros de saúde destas localidades. Na bagagem para Angola vão levar uma realidade mais avançada tecnologicamente e novas práticas de enfermagem.
A ideia de intercâmbio surge ao abrigo do Instituto Piaget de Macedo de Cavaleiros e a ideia inicial era que os estágios fossem partilhados entre os hospitais de Vila Real e Bragança. Mas, problemas com os vistos e com a data da chegada colocaram de parte a hipótese de Bragança, passando agora esta formação pelas unidades hospitalares de Macedo de Cavaleiros e Mirandela.
Avelina Henriques, uma das estudantes de enfermagem, sublinha a evolução tecnológica como uma das principais mais-valias da passagem pelo Nordeste Transmontano.
"Foi boa, vi muitas coisas novas. A realidade de Angola não é igual, há muita diferença. A tecnologia aqui está muito avançada, apesar de lá muitas coisas estarem já a mudar."
Outra estagiária de enfermagem, Maria Pio, considera que em Angola apenas as clínicas privadas estão ao nível dos hospitais públicos transmontanos e considera que aprenderia mais na região em quatro meses do que na Universidade angolana em quatro anos.
"A experiência foi muito boa, aprendi muita coisa nova. É muito à frente em relação a Angola. Há muitas clínicas que condizem com os hospitais daqui. Mas os hospitais públicos são péssimos. Agora sinto mais autoconfiança."
Dos 27 futuros enfermeiros, apenas três são homens. José Sambinga, que esteve no serviço de cirurgia do hospital de Vila Real, refere que o acolhimento dos estudantes angolanos foi bom por parte da equipa clínica.
"Valeu a pena o estágio. Há muitas diferenças, em termos de trabalho, de equipamento, de formação."
Alunos da Universidade Angolana do Piaget em Viana e Benguela estão a estagiar nas unidades hospitalares de Trás-os-Montes. Algo que acontece pela primeira vez na região transmontana.
Este estágio surge ao abrigo do protocolo entre Piaget de Angola e Piaget de Macedo de Cavaleiros. O Nordeste acolhe alunos de enfermagem angolanos.
Fonte: CIR
A ideia de intercâmbio surge ao abrigo do Instituto Piaget de Macedo de Cavaleiros e a ideia inicial era que os estágios fossem partilhados entre os hospitais de Vila Real e Bragança. Mas, problemas com os vistos e com a data da chegada colocaram de parte a hipótese de Bragança, passando agora esta formação pelas unidades hospitalares de Macedo de Cavaleiros e Mirandela.
Avelina Henriques, uma das estudantes de enfermagem, sublinha a evolução tecnológica como uma das principais mais-valias da passagem pelo Nordeste Transmontano.
"Foi boa, vi muitas coisas novas. A realidade de Angola não é igual, há muita diferença. A tecnologia aqui está muito avançada, apesar de lá muitas coisas estarem já a mudar."
Outra estagiária de enfermagem, Maria Pio, considera que em Angola apenas as clínicas privadas estão ao nível dos hospitais públicos transmontanos e considera que aprenderia mais na região em quatro meses do que na Universidade angolana em quatro anos.
"A experiência foi muito boa, aprendi muita coisa nova. É muito à frente em relação a Angola. Há muitas clínicas que condizem com os hospitais daqui. Mas os hospitais públicos são péssimos. Agora sinto mais autoconfiança."
Dos 27 futuros enfermeiros, apenas três são homens. José Sambinga, que esteve no serviço de cirurgia do hospital de Vila Real, refere que o acolhimento dos estudantes angolanos foi bom por parte da equipa clínica.
"Valeu a pena o estágio. Há muitas diferenças, em termos de trabalho, de equipamento, de formação."
Alunos da Universidade Angolana do Piaget em Viana e Benguela estão a estagiar nas unidades hospitalares de Trás-os-Montes. Algo que acontece pela primeira vez na região transmontana.
Este estágio surge ao abrigo do protocolo entre Piaget de Angola e Piaget de Macedo de Cavaleiros. O Nordeste acolhe alunos de enfermagem angolanos.
Fonte: CIR
Acidente em Torre de D. Chama faz dois feridos

Um acidente, em Torre de D. Chama, no concelho de Mirandela, provocou ontem dois feridos, um deles em estado grave.
O carro que se despistou, um veículo comercial que transportava um homem e duas mulheres, acabou por ser atravessado pelo rail de protecção da estrada.
Os três ocupantes tiveram de ser desencarcerados pelos bombeiros.
O ferido grave, uma das mulheres, foi transportada para o hospital de Bragança pelo helicóptero do INEM mas acabou por ser transferida para o Porto durante a madrugada, com ferimentos graves no tórax.
O ferido ligeiro também chegou a ser transportado ao hospital de Bragança mas já teve alta.
No local, a prestar socorro às vítimas, estiveram os bombeiros de Torre de D. Chama e Mirandela.
O carro que se despistou, um veículo comercial que transportava um homem e duas mulheres, acabou por ser atravessado pelo rail de protecção da estrada.
Os três ocupantes tiveram de ser desencarcerados pelos bombeiros.
O ferido grave, uma das mulheres, foi transportada para o hospital de Bragança pelo helicóptero do INEM mas acabou por ser transferida para o Porto durante a madrugada, com ferimentos graves no tórax.
O ferido ligeiro também chegou a ser transportado ao hospital de Bragança mas já teve alta.
No local, a prestar socorro às vítimas, estiveram os bombeiros de Torre de D. Chama e Mirandela.
Foto: cbbragança
Fonte: Brigantia
Fonte: Brigantia
Dois atropelamentos causam feridos graves em Bragança

Dois atropelamentos provocaram ontem dois feridos graves em Bragança. Uma das vítimas é uma criança de 12 anos.
Este atropelamento aconteceu ao final da tarde, por volta das seis horas, na avenida Cidade de Leon, junto ao centro de saúde de Santa Maria.
Segundo fonte dos bombeiros, o rapaz foi atropelado por uma carrinha de caixa aberta quando se dirigia para um campo de jogos naquela zona, com mais colegas.
Foi projectado para o passeio, tendo sofrido ferimentos na cara e nas pernas.
Para o local dirigiu-se uma ambulância de socorro dos bombeiros de Bragança e a VMER.
O ferido foi transportado ao para o hospital de Bragança, onde foi operado.
À noite, pouco depois das 22 horas, foi uma aluna do IPB, de 24 anos, que foi atropelado mesmo em frente à Escola Superior de Tecnologia e Gestão.
A jovem, aluna do curso de Engenharia Biomédica e natural de Marco de Canaveses, sofreu ferimentos graves na cabeça. Depois de assistida no local pelos bombeiros de Bragança e pelo INEM, acabou por ser transferida para o Porto de helicóptero, ainda em estado grave e com suspeitas de traumatismo vertebral.
A jovem foi atropelada na passadeira em frente ao IPB, uma zona de fraca visibilidade, devido à pouca iluminação pública.
O local tem sido palco de vários acidentes do género.
Fonte: Brigantia
Este atropelamento aconteceu ao final da tarde, por volta das seis horas, na avenida Cidade de Leon, junto ao centro de saúde de Santa Maria.
Segundo fonte dos bombeiros, o rapaz foi atropelado por uma carrinha de caixa aberta quando se dirigia para um campo de jogos naquela zona, com mais colegas.
Foi projectado para o passeio, tendo sofrido ferimentos na cara e nas pernas.
Para o local dirigiu-se uma ambulância de socorro dos bombeiros de Bragança e a VMER.
O ferido foi transportado ao para o hospital de Bragança, onde foi operado.
À noite, pouco depois das 22 horas, foi uma aluna do IPB, de 24 anos, que foi atropelado mesmo em frente à Escola Superior de Tecnologia e Gestão.
A jovem, aluna do curso de Engenharia Biomédica e natural de Marco de Canaveses, sofreu ferimentos graves na cabeça. Depois de assistida no local pelos bombeiros de Bragança e pelo INEM, acabou por ser transferida para o Porto de helicóptero, ainda em estado grave e com suspeitas de traumatismo vertebral.
A jovem foi atropelada na passadeira em frente ao IPB, uma zona de fraca visibilidade, devido à pouca iluminação pública.
O local tem sido palco de vários acidentes do género.
Fonte: Brigantia
Subscrever:
Mensagens (Atom)