
obrigado!


Nos últimos anos o mergulho com garrafa sofreu um desenvolvimento tecnológico traduzido em melhores condições de segurança e acesso facilitado à prática. É nas vertentes recreativa e desportiva que este incremento de popularidade tem provocado o aumento do número de praticantes. Consequência deste quadro de desenvolvimento e da aprovação, pelo Comité Europeu de Normalização, de um conjunto de normas europeias relativas aos níveis de formação de mergulhadores e instrutores de mergulho e ás condições para a prestação de serviços no âmbito desta actividade, surgiu a necessidade de actualizar o quadro legislativo nacional cujo o último desenvolvimento remontava a 1968 com a entrada em vigor do Decreto nº 48 365, de 2 de Maio.












As inscrições podem ser feitas até ao dia 15 de Maio no Espaço Internet do Centro Cultural de Macedo de Cavaleiros.
Requisitos de admissão:
- Ter maioridade;
- Ter escolaridade mínima obrigatória;
- Apresentar atestado médico comprovando a boa condição física para a actividade de nadador salvador;
- Prestar as seguintes provas físicas no exame de admissão:
• Nadar 100 metros livres (excepto decúbito dorsal) no tempo máximo de 1' 50";
• Natação subaquática (apneia) no tempo mínimo de 20";
• Nadar 25 metros em decúbito dorsal (costas), só com batimentos de pernas;
• Apanhar dois objectos a uma profundidade mínima de 2,00 metros.
Documentos a entregar no acto de inscrição:
- Fotocópia do B.I./C.C.;
- Fotografia a cores tipo passe;
- Atestado médico;
- Certificado de Habilitações Literárias.
Fonte: http://camaramunicipalmacedocavaleiros.blogspot.com/

A sinistralidade disparou nas estradas do distrito de Bragança desde o início do ano. Nos primeiros três meses de 2010, já morreram cinco pessoas nas estradas do distrito, três delas no IP4.
Desde 1 de Janeiro já morreram cinco pessoas nas estradas do distrito, metade do total de mortos registados em todo o ano de 2010.
No ano passado, por esta altura, registava-se apenas uma vítima mortal, o condutor de um autocarro sinistrado no IP4.
Mas também os feridos graves aumentaram para mais do dobro.
Em 2009 havia, até final de Março, oito feridos graves contra os 18 registados já este ano.
O Governador Civil de Bragança fala em circunstâncias especiais para explicar estes números.
“Tudo o que é estatística é muito complicado. Dois acidentes que houve, com três mortos, representam um aumento grande na estatística. Foi com o tempo mau, com carros velhos e condutores de uma certa idade. O segundo acidente, em que morrem duas pessoas, é a repetição do do dia anterior em que já tinha morrido” um dos familiares.
O grande número de vítimas registado este ano levou já à tomada de medidas.
“Estamos com alguma preocupação. Já se resolveu o problema de um cruzamento onde morreram três pessoas. Já não haverá lá acidentes destes. E as forças de segurança têm aumentado a fiscalização e a presença nas estradas, porque muitas vezes, só o facto de estarem presentes é mais importante do que estarem” a passar multas, defende.
E numa altura em que os principais eixos rodoviários do distrito estão em obras de remodelação, Jorge Gomes pede especial cuidado aos condutores.
“À medida que as obras vão avançando, os planos de segurança vão sendo criados e vão sendo implementados. No IP4 ainda quase não temos obra. Mas quando começar, vão ser tomadas medidas de segurança, para reduzir a velocidade e as faixas de rodagem”, diz, garantindo que os condutores “vão passar a andar obrigatoriamente mais devagar”. “E esperemos que tenham o bom senso de adoptar os cuidados necessários para evitar qualquer tipo de acidente”, sublinha.
Dados da sinistralidade no distrito de Bragança a preocuparem as autoridades. Em apenas três meses já se registaram metade dos mortos de todo o ano de 2009 nas estradas do distrito.
Números que podem ser explicados também pelo inverno chuvoso que se tem registado.
Essa é a convicção do Governador Civil de Bragança, que fala também nalgum facilitismo dos condutores em relação ao estado das viaturas.
“As pessoas estão habituadas a Invernos com menos chuva e prolongam mais a vida dos pneus. Mas quando vem a água nota-se a falta de aderência. E os condutores têm de perceber que têm de andar mais devagar”, diz. “Por outro lado, temos muitos condutores idosos, e é nessa faixa etária que estão a morrer.”
Por isso, promete um controlo mais apertado.
“Entendemos que muitas vezes há alguma facilidade na emissão de uma renovação da carta de condução. Se calhar passava por aí a solução de alguns problemas. Não é por acaso que há condutores que entram em sentido contrário numa auto-estrada e normalmente são pessoas idosas, sem aperceberem que há um sinal de sentido proibido. Há uma falha, na renovação da carta não pode ter sido tudo bem visto”, acusa. “Agora fala-se que poderá vir a haver uns gabinetes próprios, específicos para a renovação das cartas, com testes de saúde e testes psicotécnicos. É uma solução”, diz.
Na semana passada foram também anunciadas medidas mais rígidas nos exames de condução, como a necessidade dos alunos terem mil quilómetros de prática antes de se proporem a exame.
Fonte: Rádio Brigantia
O clima de apaziguamento no quartel dos Bombeiros Voluntá-rios de Macedo de Cavaleiros está ainda longe existir. Prova disso foi a discussão, sem resultados práticos, que sobressaiu da reunião da Assembleia-geral do sábado passado, convocada para aprovar o Relatório e Contas, relativo ao ano de 2009. Confrontado com as dúvidas de alguns só-cios acerca da situação que impede a ocupação do novo quartel, por parte dos bombeiros, o presidente da Associação Humanitária, Benjamim Pinto, afirmou que apenas falta o mobiliário e que não há os 78 mil euros necessários para o adquirir. Além disso, o dirigente acrescentou que, como a Câmara Municipal se mostra indisponível para suportar tal encargo, não resta à Associação outra alternativa que não seja a de recorrer ao crédito bancário. De resto, no seu ponto de vista, estão todos os outros requisitos preenchidos, em termos de instalações e de arranjos exteriores.
Pelo contrário, conhecendo “os constrangimentos” que existem, Luís Baptista, que fez parte da lista opositora, nas eleições de há dois anos, considerou aquelas explicações insuficientes. Para este sócio, “seria bom que a direcção assumisse as suas responsabilidades, reconhecendo a sua incapacidade para resolver a situação, aliás, manifestada pelo facto de se ter demitido do esforço de anga-riar fundos para resolver os problemas que impedem a ocupação do novo quartel, por parte dos bombeiros”.
Outra voz crítica foi a de António José Vaz. Este sócio, lembrando o que ali se passou, no dia 23 de Abril do ano passado, lamentou que os dois vereadores (Duarte Moreno e Carlos Barroso), que na altura garantiram que a autarquia estava a negociar condições mais vantajosas para aderir à criação de uma Equipa de Intervenção Permanente (EIP), ali não estivessem para explicarem o que sucedeu, entretanto, para o município desistir de tal objectivo. É que, sabe-se agora, acrescentou António José Vaz,, “afinal não havia negociações nenhumas”, pelo que “não queria deixar de manifestar”, ali, a sua “nota de desagrado e um voto de protesto”, porque, do seu ponto de vista, “o que se passou é uma vergonha e Macedo passou a ser o único concelho do distrito a não dispor de uma Equipa de Intervenção Permanente´´.
A transferência do corpo de bombeiros para o novo quartel continua a ser uma questão que está longe de ser pacífica. Como lembrou no sábado passado, o comandante da corporação, João Carlos Venceslau, há cerca de dois anos, apresentou um relatório onde definia, entre outras coisas, as condições que deveriam ser criadas no novo quartel para o corpo de bombeiros se transferir para lá. Uma delas é a da realização de obras nas novas instalações. Aliás, a avaliação desta exigência terá sido um dos objectivos da visita que o director-geral das Infra-estruturas e Equipamentos do Ministério da Administração Interna fez ao edifício em Setembro de 2008. Segundo João Carlos Venceslau, a avaliar por um inquérito realizado entre os bombeiros, segundo o qual 95 por cento dos elementos no activo não concordam com a transferência, é muito provável que, sem a realização das ditas obras, os bombeiros não se mudem para o novo quartel.


