domingo, 11 de abril de 2010

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Dez idosos hospitalizados com intoxicação alimentar


Dez idosos deram entrada no hospital de Santarém, este sábado, devido a uma intoxicação alimentar, apurou o tvi24.pt.
O incidente ocorreu no lar Cantinho do Paraíso, em Foros de Salvaterra, de acordo com declarações do comandante dos Bombeiros Voluntários de Salvaterra de Magos, João Soares.
O alerta foi dado por volta das 8:00 e acorreram ao local viaturas de várias corporações de bombeiros.
«O INEM recusou-se a mandar uma equipa ao local, pelo que necessitámos de solicitar meios de outros corpos de bombeiros», declarou o comandante.
Os idosos apresentavam sintomas de «vómitos e diarreia» e os bombeiros «procederam à evacuação» do lar, com destaque para uma senhora que se encontrava «mais debilitada», sendo os doentes encaminhados para o hospital de Santarém.

Fonte: IOL Diário

Três frentes de fogo mobilizam socorro

Castanheira de pêra acessos difíceis
Uma coluna de socorro do distrito de Coimbra foi ontem em auxílio dos meios de combate ao incêndio florestal que deflagrou pelas 11.20, em Castanheira de Pêra (Leiria). O "heli" da pista de Santa Comba Dão foi accionado para debelar as chamas, que chegaram a lavrar em três frentes. Com 28 veículos operacionais, 106 bombeiros e 4 elementos do GIP da GNR estiveram envolvidos nesta operação. O vento e os acessos difíceis foram obstáculos. O fogo foi extinto às 15.09.
Fonte: JN

1ª Prova Regional de XCO


Acidente mortal gera confusão


Septuagenário morreu após a queda de uma árvore mas o local dividiu os bombeiros.

Septuagenário morreu, ontem, durante um abate de eucaliptos. Acidente ocorreu em Morreira, Braga, embora haja quem afirme que o local já pertence a Leitões, Guimarães. Este facto causou confusão no arranque de operações de socorro.

A família Marques, residente em Penso S. Estêvão, Braga, aproveitou ontem para cortar, com motos serras, eucaliptos localizados na "bouça de Almorros" na freguesia vizinha da Morreira, Braga. Cerca da 10 horas, o filho de João Barbosa cortou um enorme eucalipto que acabou tombar junto do pai, de 74 anos, vindo este a falecer no local. Populares afirmam que a árvore atingiu o indivíduo mas os bombeiros não encontraram sinais do acidente. A morte pode ter sido provocada por doença súbita.

Dado o alerta, ocorreram ao local viaturas da VMER, INEM, Bombeiros e GNR de Braga e Guimarães. O presidente da Junta de Freguesia da Morreira. Manuel Martins, considera que houve descoordenação de meios.

Três horas para levantar o corpo

"O INEM de Braga levou uma ambulância também e essa viatura deveria ter transportado o cadáver, mas não. O INEM teve que chamar outra ambulância, o que não se justificava. Como estava um médico do INEM, que confirmou o óbito, podiam ter levantado o corpo em vez de andarem ali mais de uma hora a fazer espectáculo", considera Martins. Acrescenta que "como se não bastasse, os Bombeiros das Taipas, que chegaram primeiro, recusaram-se a levar o corpo, justificando que não era a área de jurisdição deles".

O levantamento do corpo de "João Casinhas", como era conhecido, demorou três horas. Os Bombeiros Sapadores de Braga confirmam que foram chamados a intervir, com uma viatura própria para o transporte de óbitos, para deslocar o corpo para o Hospital de Braga (13.40 horas).

Os Bombeiros Voluntários das Taipas chegaram primeiro ao local pouco depois da 10 horas mas não levantaram o corpo apesar de confirmarem que o óbito se deu no Lugar da Serrana, Leitões. "Aquilo é concelho de Guimarães e não de Braga. Andava para lá um ambulância de Braga que foi lá não sei fazer o quê", diz o comandante Ernesto Soares. Já os voluntários de Braga dizem que foram chamados ao local pela CDOS de Braga ao local para uma agressão(!) na Morreira. O JN tentou mas não conseguiu falar com os responsáveis do CDOS de Braga.

Fonte: JN

IDP

Nos últimos anos o mergulho com garrafa sofreu um desenvolvimento tecnológico traduzido em melhores condições de segurança e acesso facilitado à prática. É nas vertentes recreativa e desportiva que este incremento de popularidade tem provocado o aumento do número de praticantes. Consequência deste quadro de desenvolvimento e da aprovação, pelo Comité Europeu de Normalização, de um conjunto de normas europeias relativas aos níveis de formação de mergulhadores e instrutores de mergulho e ás condições para a prestação de serviços no âmbito desta actividade, surgiu a necessidade de actualizar o quadro legislativo nacional cujo o último desenvolvimento remontava a 1968 com a entrada em vigor do Decreto nº 48 365, de 2 de Maio.

Assim, e no sentido de adequar respostas às transformações verificas no mergulho amador, foi definido um novo enquadramento legal, corporizado no Decreto-Lei n.º16/2007, de 22 de Janeiro, assente em três eixos fundamentais: condições para a prática, processo de formação e prestadores de serviços de mergulho.
Decorrente das alterações provocadas pelo novo quadro normativo do mergulho amador, o Instituto do Desporto de Portugal, I.P. passa a ter um conjunto de novas atribuições no âmbito desta actividade, designadamente:

- Emissão do Título Nacional de Mergulho;
- Manutenção e actualização do Registo Nacional de Mergulhadores;
- Reconhecimento e homologação de sistemas de formação;
- Licenciamento de serviços de mergulho recreativo.

sábado, 10 de abril de 2010

Acampamento Distrital da Juve Bombeiro

IX CONGRESSO NACIONAL DE EMERGÊNCIA - AVEIRO 2010


IX Edição do Congresso Nacional de Emergência. Este congresso conta com a colaboração da Universidade do Porto - Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar, Porto - Medicina de Catástrofe. O conteúdo programático visa abordar temas da actualidade, com um destaque especial à Catástrofe, face aos acontecimentos recentes a nível mundial e nacional. O leque de prelectores convidados para este congresso são por si só a garantia de um elevado nível técnico-científico, aliando a estes,a experiência comprovada quer a nível nacional, quer a nível internacionl. O Concurso de Posters, que tem sido uma referência nas edições anteriores, certamente irá proporcionar um leque de trabalhos expostos de contributo valioso para a nossa reflexão diária. Este ano, continuamos a apostar em cursos certificados e de qualidade inquestionável, o SBV com DAE e o SAV Cardiológico serão ministrados pela EMERG e Acreditados pela AHA (American Heart Association). Para se inscrever nos cursos, terá de estar inscrito no Congresso; a inscrição faz-se neste site mas terá de inscrever-se em separado do congresso, no curso pretendido. A nossa equipa e a cidade de Aveiro estão de braços abertos para vos receber em mais uma edição deste congresso. Enfº Francisco Baptista

Code T


O que é o Code T?

O CodeT, surge numa altura em que a nova lei impõe a obrigatoriedade de efectuar a contabilização das horas de socorro e formação.

Actualmente os únicos sistemas que permitem efectuar essa contabilização não são vocacionados para os Corpos de Bombeiros, o que origina uma contabilização apenas parcial.

O CodeT, é um sistema de marcação e análise de horários por actividade, sistematizando, é um relógio de marcação de ponto, com diferenciação de todas as actividades contempladas na nova legislação.

Em traços gerais, o CodeT funciona como um computador para marcação de ponto que serve simultaneamente de servidor do programa.

O Code T funciona com dois módulos, o programa que serve para efectuar as marcações, e o interface de análise das mesmas.

Como Funciona?

No cenário ideal, as marcações são efectuadas num computador com touchscreen, ou seja são marcadas num ecran com o toque directo no mesmo.

No entanto, e porque encarece o investimento, poderá funcionar num computador normal.

A partir do momento em que seja efectuada a marcação pelos bombeiros os dados poderão ser analisados de imediato, não necessitando de efectuar recolhas de dados ou passos adicionais.

Poderá também solicitar sem acréscimo de valor, a instalação da versão com autenticação, ou seja onde o bombeiro para marcar o ponto tem que introduzir uma palavra-passe.

São analisados os seguintes dados:

Quantas horas foram ocupadas em:

Assistência
Formação Recebida
Formação Ministrada
Informação / Sensibilização
Manutenção / Organização / Controlo
Prevenção / Patrulhamento
Piquete
Simulacro

Além disso é possivel filtrar os resultados por:

Ano
Mês
Secção
Categoria
Bombeiro
Actividade
Tarefa

Bombeiros passam a receber 48 cêntimos por quilómetro


O preço por quilómetro do transporte de doentes passou para 48 cêntimos, na sequência de um acordo entre a Liga de Bombeiros Portugueses e o Ministério da Saúde hoje oficializado num despacho da tutela publicado em Diário da República.
O documento refere que o acordo de agosto do ano passado previa o pagamento dos serviços prestados segundo a tabela de preços em vigor (47 cêntimos), até que se procedesse a uma revisão global dos preços.

No âmbito deste cenário, «face aos constrangimentos orçamentais e à evolução recente dos preços dos combustíveis, foi acordado com a LBP [Liga dos Bombeiros Portugueses] que o preço por quilómetro do transporte de doentes seria atualizado para €0,48, em 2010», lê-se no despacho.

O despacho assinado pelo secretário de Estado Óscar Gaspar determina que o preço estabelecido em julho de 2008 é atualizado para 48 cêntimos e produz efeitos a 01 de janeiro deste ano.

Fonte: Diário Digital / Lusa

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Despiste causa morto em Mogadouro


Mais um morto nas estradas do distrito de Bragança.

Esta madrugada um homem morreu na sequência de um despiste que ocorreu na EN221 à saída da vila de Mogadouro em direcção a Miranda do Douro.

Eram cerca das quatro da manhã, quando os bombeiros receberam o alerta.

Um despiste seguido de capotamento que acabou por projectar o condutor par fora da viatura.

“Foi um despiste de ligeiro de mercadorias, de caixa-aberta. Encontrámo-lo capotado lateralmente fora da estrada, na recta dos Arames” explica comandante dos bombeiros de Mogadouro. A vítima apresentava-se “em decúbito lateral e estava fora da viatura a aproximadamente 25 metros. Despistou-se e saiu da estrada cerca de 100 metros” acrescenta António Salgado.

Os bombeiros ainda fizeram tentativas de reanimação, mas o homem acabou por morrer na urgência do centro de saúde. “Já se encontrava em paragem cardiorespiratória e apresentava também uma fractura aberta no crânio” adianta o comandante. “Foram prestados os primeiros socorros, iniciamos no local as manobras de reanimação cardiopulmunar, transportámo-lo para o Serviço de Urgência Básica de Mogadouro onde viria a falecer” explica António Salgado.

A vítima, de 33 anos, é natural de Mogadouro.

Fonte: Brigantia

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Dados da sinistralidade rodoviária ocultam realidade


O porta-voz do grupo pró-Brigada de Trânsito contesta os números da sinistralidade no distrito de Bragança, relativos ao ano de 2009 e divulgados na semana passada.
Além disso critica o Governador Civil considerando que não tem conhecimento da realidade.

José Moreira adianta que as 10 mortes que constam do relatório da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária não são representativas da verdade.
O responsável serve-se de dados do Núcleo de Investigação de Crimes em Acidentes de Viação, da GNR, para revelar que houve mais duas mortes nas estradas do distrito de Bragança, em 2009.
“Quando se diz que até finais de Março tinham ocorrido metade das mortes que aconteceram no ano passado, essa metade teria de ser seis e não cinco, porque no ano passado faleceram 12 pessoas vítimas de acidente de viação” avança.
José Moreira critica as declarações do Governador Civil de Bragança à Brigantia, quando Jorge Gomes diz que as forças de segurança têm aumentando a fiscalização e a presença nas estradas.
“O aumento de fiscalização é uma realidade, mas isso só se retrata ao aumento de autuações” refere. “Este aumento de fiscalização nada tem trazido em benefício da segurança do cidadão automobilizado porque a fiscalização é feita de forma estática” afirma, explicando que “é feita com várias patrulhas que passam quatro ou cinco horas estáticas num determinado local à espera do produto de sai de um radar escondido num qualquer canto do IP”. “Isto não é sinónimo de prevenção para se evitarem acidentes” considera.
De recordar que Jorge Gomes apontou também o dedo aos médicos que passam os atestados para a renovação das cartas de condução, considerando haver algumas falhas nesta matéria.
O porta-voz do grupo pró-Brigada de Trânsito diz que é uma acusação grave.
“Ele até chegou a apontar alguma facilidade na renovação de cartas de condução. Isto é uma acusação muito grave que o Governador Civil faz perante os médicos” considera. “As entidades deviam preocupar-se era em criar condições a pessoas que tiraram a carta de condução há 40 ou 50 anos e que nunca mais foram obrigadas a ter uma aula de código, aí sim devia ser criada uma formação” sugere.
José Moreira entende que esta é uma lacuna com vários anos e que há muita irresponsabilidade das autoridades competentes nesta matéria.

Escrito por Brigantia

Doente chamou o INEM mas teve que ir de táxi


Um homem com cerca de 40 anos sentiu-se mal, na semana passada, no local de trabalho.
Alegando fortes dores de cabeça, os colegas de trabalho ligaram, de imediato, para o 112 (número nacional de emergência).

“Liguei para o INEM e disseram-me que não tinham ambulâncias disponíveis. Não tinham motoristas para as conduzir. Depois liguei para os bombeiros e disseram-me a mesma coisa”, disse ao ‘Correio do Minho’ um dos colegas do doente.
A solução foi recorrer a outros meios de transporte.

“Um senhor que é taxista e que mora aqui perto foi que m o levou ao hospital. Inicialmente ele não queria fazer o transporte porque tinha receio que alguma coisa corresse mal, mas acabou por levá-lo ao hospital”, disse o mesmo colega, que prosseguiu: “Veio embora na madrugada de sexta-feira, mas nesse dia deu-lhe uma dor ainda mais forte. Liguei novamente para o INEM que demorou uma hora a chegar”.

O homem está internado no Hospital de Braga.
Fonte do INEM afirmou que não foi registado qualquer pedido de socorro para a zona onde estava o doente na tarde da passada quinta-feira. Os Bombeiros Voluntários vão investigar a situação.

Fonte: Correio do Minho

Morte de idoso ensombra protestos em Valença


A Administração Regional de Saúde do Norte rejeita que morte de homem com 82 anos se deva a alteração de horários.

A Comissão de Utentes do Centro de Saúde de Valença garante que as urgências da cidade "tinham condições" para salvar a vida de um homem de 82 anos que ontem acabou por falecer nas instalações, num quadro de paragem cardiorrespiratória. Carlos Natal, porta-voz dos utentes, garante mesmo que a "trágica morte" deste idoso se ficou a dever à "transferência" de meios humanos de Valença para Monção, devido ao encerramento daquele Serviço de Atendimento Permanente (SAP).

"Havia meios para o salvar. Não havia era pessoal, que agora vão para Monção, e este é o resultado desta política de saúde", acrescentou. O homem deu entrada de manhã no Centro de Saúde, com uma paragem cardiorrespiratória, "não tendo recebido os cuidados médicos adequados por ausência de profissionais especializados", garante Carlos Natal, acrescentando ter informações que atestam a "confusão vivida" no interior do Centro de Saúde, face ao episódio. "Um local onde antes se salvavam vidas", recordou o utente durante a concentração de protesto contra o fecho do SAP, que ontem voltou a juntar mais de 150 pessoas.

"Isto é um exemplo do erro que se está a cometer com este encerramento e não nos vamos calar", apontou ainda. Sobre esta morte, a Administração Regional de Saúde do Norte (ARS/Norte) afirmou, em comunicado, que a mesma aconteceu já depois das 08.00, numa altura em que estavam em funcionamento as consultas abertas do Centro de Saúde, rejeitando qualquer relação com as alterações de horário. A mesma nota diz que neste caso "não foi contactado o INEM", quer pela família da vítima ou pelos bombeiros.

"Estes factos traduzem exactamente o que não deve ser efectuado e consubstancia as razões que levaram o Ministério da Saúde a alterar o horário de funcionamento do Centro de Saúde local", diz ainda a ARS/N, justificando com a necessidade, nos casos urgentes, de alerta via 112. "Neste caso, poderia ter sido enviada uma ambulância de Suporte Imediato de Vida (SIV) existente em Valença", sublinha o comunicado, acrescentando que viajaria com um enfermeiro com elevada experiência".

Para a ARS/N "o facto deste tipo de doentes ser transportado para estes locais, em vez de serem logo orientados para a rede de serviços de urgência, implica uma perda de tempo no seu correcto atendimento que pode ter consequências irreversíveis", acrescentando que "os Centros de Saúde não possuem condições técnicas, nem recursos humanos com a experiência para atender casos emergentes".

Fonte: DN

Auto-estradas XXI pede prolongamento do prazo para conclusão da A4


A falta de visto do Tribunal de Contas à concessão da Auto-estrada Transmontana, a A4, está a provocar atrasos na obra, que já não ficará pronta antes de 2012.

Nesta altura decorrem já negociações entre a concessionária, a Auto-estradas XXI, e a Estradas de Portugal para o prolongamento dos prazos.

Uma informação confirmada por Rodrigues de Castro, da empresa concessionária da obra.

O mesmo responsável adianta que ainda não há uma previsão para que o Tribunal de Contas se pronuncie.

“Ainda não temos qualquer informação complementar sobre isso, mas já se sabe que foi concedido o visto à concessão do Douro Interior” refere, acrescentando que quanto aos prazos de construção “é um assunto que estamos a conversar com a Estradas de Portugal, mas admitimos ter de vir a alargá-los”.

Recorde-se que foi já em Novembro que o Tribunal de Contas chumbou várias concessões, entre as quais a da Auto-estrada Transmontana e a do Douro Interior, que engloba o IP2 e o IC5.

Mas sobre este último caso já se pronunciou favoravelmente no final de Março, aguardando-se agora o visto positivo à futura A4, entre Vila Real e Bragança.

Fonte: Brigantia

Terceira VMER para o distrito só se for necessário


A colocação de uma Viatura Médica de Emergência e Reanimação em Mirandela ainda é possível.
É o próprio Governador Civil de Bragança quem o admite.

Jorge Gomes tinha anunciado a colocação deste meio na cidade do Tua, mas com a entrada em funcionamento de uma VMER em Macedo de Cavaleiros como meio de suporte ao helicóptero do INEM, a ideia parece agora ser pouco viável.

Mas o Governador Civil acredita que isso ainda pode acontecer se a necessidade o justificar.

“O que neste momento é mais prudente é consolidarmos bem a existência do helicóptero e da VMER, analisar a capacidade de resposta e as eventuais falhas” refere. “De acordo com esse levantamento, que será feito, tomaremos decisões caso a cobertura não seja suficiente” acrescenta, salientando que “se houver falta de cobertura para o socorro imediato, não tenho dúvidas que se a VMER de Mirandela for necessária, teremos de pensar nela”.

O autarca de Mirandela não levanta objecções à colocação da VMER em Macedo de Cavaleiros. “Eu concordo que ela fique onde faz falta. Se o helicóptero fica em Macedo e para isso é preciso a VMER, então que seja” refere José Silvano. “O que importa é que as coisas estejam nos locais onde fazem falta aos cidadãos” acrescenta.

O helicóptero do INEM que entrou em funcionamento, quinta-feira, em Macedo de Cavaleiros vai também serviu o distrito de Vila Real.

“O helicóptero do INEM vai sair sempre que o CODU entender que é relevante. Se houver algum problema atmosférico, a equipa médica sairá na VMER” explica Jorge Gomes, acrescentando que “vamos ter ali uma resposta para todo o distrito e também para o de Vila Real”. “Está localizado em Macedo porque os técnicos entenderam que era o sitio mais apropriado para estacionar este equipamento, mas vai servir todos os cidadãos dos distritos de Bragança e Vila Real”.

O Governador Civil explica ainda que os médicos e enfermeiros que constituem as equipas são do INEM, mas no futuro poderá ser o Centro Hospitalar do Nordeste a assegurar os profissionais. “São médicos e enfermeiros especializados neste tipo de serviço para fazer parte da tripulação. Vieram do Porto, mas não quero com isto dizer que com o tempo não tenhamos equipas daqui” adianta.

Esta semana, o secretário de estado da saúde deve fazer uma visita ao heliporto de Macedo de Cavaleiros para assinalar a entrada em funcionamento do helicóptero do INEM e da VMER.

Fonte:Brigantia

Enfermeiros ficam as 24 horas nos CODU


O Ministério da Saúde concordou ontem em manter os enfermeiros nos Centros de Orientação de Doentes Urgentes (CODU) durante 24 horas por dia, uma exigência do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP), que ameaçava fazer greve já a partir da noite de ontem.

Em declarações à agência Lusa após uma longa reunião no Ministério da Saúde, o coordenador nacional do SEP, José Carlos Martins, disse que o Ministério "assumiu a manutenção de enfermeiros durante as 24 horas em todos os CODU até ao final do mês de Abril". Desta forma o sindicato não vai promover as "formas de luta" mais radicais com que tinha ameaçado na segunda-feira caso a tutela não recuasse no objectivo de apenas manter os enfermeiros durante 12 horas nos CODU.

"Ou os enfermeiros permanecem 24 horas por dia nos CODU ou, a partir de quarta feira, deixará de haver enfermeiros" nestes centros, tinha afirmado José Carlos Martins.

O Conselho Directivo do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) disse no fim de Março que os enfermeiros ficariam nos CODU "apenas durante o período" entre as 08.00 e as 20.00 e "só até final de abril".

José Carlos Martins afirmou que o sindicato não via razão para pôr a "baliza" no mês de Abril, mas acabou por anuir à proposta do Ministério. Até lá, será feita uma nova "avaliação sobre a pertinência" dos enfermeiros nos CODU, explicou.

No dia 27 de Abril realiza-se uma nova reunião entre o sindicato e o Ministério da Saúde para discutir os parâmetros desta avaliação e outras "medidas de estabilidade de exercício da profissão" dos enfermeiros nas estruturas do INEM.

Fonte: DN

Bombeiro poupa milhares à corporação

Os bombeiros de Caminha tinham uma autobomba de um dos carros de combate aos fogos florestais avariada e pediram um orçamento para reparação, sendo-lhes apresentado um valor superior a seis mil euros, tendo aínda de transportá-la até Lisboa.

O arranjo foi realizado intramuros, mercê da dedicação e engenho de um dos seus elementos, um jovem de 24 anos, finalista do curso de Engenharia Civil da Universidade de Trás-os-Montes, por 600 euros, valor gasto em peças.

Victor Silva "é o abono de família da corporação caminhense", reconhece a própria direcção. Em 2009, foram gastos mais de 18 mil euros em reparações e recondicionamentos, uma verba que atingiria montantes insuportáveis, caso o bombeiro (mecânico, como já é conhecido) de 3ª classe não dedicasse grande parte da sua vida ao voluntariado que abraçou desde que participou na vigilância motorizada dos montes, já lá vão mais de sete anos.

Sempre que vai a casa, aos fins-de-semana ou em férias, grande parte do seu tempo livre dedica-o aos bombeiros, onde realiza ainda serviço de ambulância e conduz os veículos pesados, dado que tirou a carta de condução daqueles veículos.

Gosto alimentado desde criança

"Acho que ele se enganou na profissão. Deveria ter tirado o curso de Mecânica", referiu, com algum humor, mas admiração, Casimiro Lages, presidente da direcção, quando, no decorrer de uma assembleia-geral da corporação, foi proposto um voto de louvor para "tanta entrega ao serviço do próximo" de Victor Silva.

"Desde pequeno que gosto de mecânica", admite o jovem bombeiro, sempre às voltas das motos e kartings, onde recolheu os conhecimentos empíricos que agora coloca ao serviço da associação.

Admite que chega a faltar às aulas para que as viaturas do parque automóvel da corporação estejam sempre prontas a entrar em acção, contando com a colaboração dos colegas (nomeadamente Carlos Correia), que vêem nele uma referência. "Há quem lhe diga que poderia ganhar muito dinheiro com a habilidade que tem", diz o comandante, ao que o bombeiro contrapõe: "Não troco isto por nada".

Fonte: JN

terça-feira, 6 de abril de 2010

Bombeiros salvam Tony Blair


O antigo primeiro-ministro britânico, Tony Blair, e a sua mulher, Cherie, foram surpreendidos por quatro carros de bombeiros na casa de campo, alertados pelo alarme de fumo da habitação. Mas o fumo vinha de torradas queimadas...

O alarme disparou quando Blair e a mulher cozinhavam o pequeno-almoço no passado sábado de manhã, na propriedade do séc. XVII em Wotton Underwood, no sudeste de Inglaterra.

Um pouco de fumo bastou para alertar o quartel de bombeiros local, até porque a casa está ligada directamente ao mesmo, por ter interesse histórico.

«De facto, foi apenas fumo sem incêndio e quando a Sra. Blair ligou para os bombeiros para avisar que não eram necessários, eles já vinham a caminho», afirmou o porta-voz do casal, citado pela ABS-CBN News.

Fonte: Abola

Enfermeiros fazem ultimato ao Governo


CODU podem ficar sem enfermeirosjá amanhã, se não recuar no horário.
Os enfermeiros fizeram, ontem, terça-feira, um ultimato ao Governo: se não recuar na decisão de acabar com a sua manutenção, durante 24 horas, nos Centros de Orientação de Doentes Urgentes do INEM, a partir de amanhã, nenhum comparecerá ao serviço.

O coordenador nacional do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP), José Carlos Martins, foi muito claro, na conferência de imprensa promovida, ontem, em Coimbra, em parceria com a Associação Portuguesa dos Enfermeiros de Emergência Pré-Hospitalar (APEEPH): "Caso não sejam garantidas as 24 horas, os enfermeiros não vão estar [nos CODU]. E a senhora ministra que assuma as consequências que daí advirão para os cidadãos".

José Carlos Martins reiterou que tudo está dependente da reunião de hoje, com o secretário de Estado Adjunto e da Saúde, Manuel Pizarro. E ameaçou com o recurso a "formas radicais de luta", além desta, a anunciar, futuramente, caso a exigência de conservar os cerca de 90 profissionais de Enfermagem nos CODU o dia inteiro não seja atendida.

A presidente da APEEPH, Celínia Antunes, sublinhou que a função de "ajuizar sobre todos os dados clínicos", levada a cabo pelos enfermeiros, não pode ser atribuída aos operadores telefónicos, visto que "não têm formação".

O Conselho Directivo do INEM foi ainda acusado de "gestão incompetente" e de ser "um problema para o MS", mais do que uma solução. Contactado pelo JN, o INEM preferiu não comentar. Já o MS não deu resposta.

Fonte: JN

Em estado crítico após despiste causado por cão

Um jovem está internado em estado crítico no Hospital de S. João, no Porto, depois de um violento acidente junto ao viaduto da A7, em Revinhade, no lugar da Rapadiça, Felgueiras.

O automóvel conduzido por Carlos Silva, 23 anos, despistou-se e capotou. Um amigo da família, Luís Neves, contou ao JN que Carlos ter-se-á desviado de um cão que atravessava a estrada, motivando o aparatoso acidente, que ocorreu anteontem, pelas 20.30 horas. O carro ficou bastante danificado e o condutor sofreu ferimentos muito graves.

O jovem tinha saído de casa dos tios e ia visitar os pais, em Barrosas. "Ele ia para casa dos pais, quando o cão se atravessou à frente do carro. Ao tentar desviar-se, bateu no passeio, num pilar da ponte e foi projectado", explicou, ao JN, Luís Neves.

Após o embate, a vítima foi assistida pelos Bombeiros Voluntários de Felgueiras e pelo INEM, tendo sido transportado, posteriormente, para o hospital local.

Dada a gravidade do seu estado de saúde, Carlos Silva acabaria por ser transferido para o Hospital de S. João, no Porto. Cerca das 22.30 horas, o jovem, residente em Felgueiras, foi transportado de ambulância para a zona desportiva municipal (não fica muito distante da unidade hospitalar), onde tinha aterrado o helicóptero médico. Dali, seguiu para o Hospital de S. João, onde continuava internado, em estado crítico, à hora de fecho desta edição.

De acordo com Luís Neves, Carlos Silva vive em Lixa, concelho de Felgueiras, com a mulher e uma filha, com apenas 4 meses. Segundo a mesma fonte, o jovem gere, com os país, o café "Pedras Bravas", também em Felgueiras.

O acidente revoltou a família e os amigos de Carlos. Argumentam que deveria haver um posto dos bombeiros mais próximo e põem em causa a altura do passeio onde o jovem embateu após o despiste.

Fonte: JN

domingo, 4 de abril de 2010

Feliz Páscoa

O Blogue deseja-lhe uma Santa Páscoa.

3D Animação: Propagação de um Incêndio Urbano

Morreu após dois jogos de futebol


Era uma maratona de futebol de salão, com o objectivo de ajudar uma criança com leucemia. O evento foi promovido pelo Leo Clube de Barcelos e Luís Loureiro quis participar, solidário. Acabou por morrer, dentro do carro, após ter abandonado o pavilhão de S. Brás.

A causa nobre que Luís Loureiro abraçou, na noite de sexta-feira, prolongada até à madrugada de sábado tinha como objectivo angariar fundos para Afonso Couto, um menino de seis anos. Uma maratona de futebol, durante 24 horas, em Barcelinhos, que deveria ter terminado às 19 horas de ontem, mas que ficou suspenso, a partir da fatídica ocorrência.

Eram 2.45 horas quando Luís Loureiro se encaminhou para o seu carro. Antes, tinha efectuado dois jogos e, após o derradeiro, já no balneário e depois de tomar banho, os colegas estranharam que Luís continuasse a transpirar tanto. "Mesmo depois de sair do balneário continuava com suores", diz José Freitas, funcionário responsável pelo pavilhão.

Para Judite Loureiro, irmã da vítima, reconhece esse mal-estar, lembrando que no local estavam duas enfermeiras, uma delas familiar da vítima, "que lhe deu um calmante, porque ele já não se estava a sentir bem".

A irmã e o pai, Adélio, lembram que Luís praticava regularmente desporto. "Jogava naquele pavilhão todas as semanas, com amigos", lembra. Funcionário da representante da empresa em Barcelos dos automóveis Ford, Luís era também dirigente para as camadas jovens do Gil Vicente, tendo a notícia colhido de surpresa os colegas de direcção.

Um homem que assistia aos jogos disse, ao JN, que ao sair do pavilhão apercebeu-se que "o carro do Luís estava muito acelerado. Com um familiar fomos até ao carro e vimos que ele estava a sentir-se mal. Chamaram o INEM e, entretanto, tentamos exercícios de reanimação, mas ele não dava sinais". O INEM chegou logo de seguida e ele ainda saiu do local com vida, mas acabaria por não resistir. Muitas pessoas entraram em choque com a notícia e o torneio foi suspenso de imediato.

Fonte: JN

sábado, 3 de abril de 2010

Curso de Nadador Salvador

Vai decorrer de 24 de Maio a 29 de Junho um curso de Nadador Salvador, organizado pela Câmara Municipal de Macedo de Cavaleiros e orientado pelo Instituto de Socorro a Náufragos (ISN).




As inscrições podem ser feitas até ao dia 15 de Maio no Espaço Internet do Centro Cultural de Macedo de Cavaleiros.

Requisitos de admissão:
- Ter maioridade;
- Ter escolaridade mínima obrigatória;
- Apresentar atestado médico comprovando a boa condição física para a actividade de nadador salvador;
- Prestar as seguintes provas físicas no exame de admissão:
• Nadar 100 metros livres (excepto decúbito dorsal) no tempo máximo de 1' 50";
• Natação subaquática (apneia) no tempo mínimo de 20";
• Nadar 25 metros em decúbito dorsal (costas), só com batimentos de pernas;
• Apanhar dois objectos a uma profundidade mínima de 2,00 metros.

Documentos a entregar no acto de inscrição:
- Fotocópia do B.I./C.C.;
- Fotografia a cores tipo passe;
- Atestado médico;

- Certificado de Habilitações Literárias.

Fonte: http://camaramunicipalmacedocavaleiros.blogspot.com/

Bombeiros querem cobrar taxa por macas retidas nas urgências


O presidente da Federação de Bombeiros do Distrito de Coimbra, Jaime Soares, quer que as corporações passem a cobrar uma taxa de aluguer de equipamento aos hospitais, pela utilização das macas de ambulância retidas nos serviços de urgência.

Para Jaime Soares, a implementação de uma taxa é a única forma de combater o que diz ser uma situação de «abuso declarado» por parte dos serviços de urgência, que usam equipamento dos bombeiros «como se fosse dos hospitais».

«Não estamos a falar só de macas, mas de máscaras, coletes extractores ou talas para as pernas. O equipamento dos bombeiros não foi calculado para tapar a incapacidade e as falhas dos hospitais», afirmou Soares, citado pelo site da Sic/Notícias. «Esquecem-se que uma ambulância ali retida pode estar a fazer falta noutro lado para salvar outras vidas».

Fonte: Abola

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Mortes na estrada dispararam no distrito de Bragança


A sinistralidade disparou nas estradas do distrito de Bragança desde o início do ano. Nos primeiros três meses de 2010, já morreram cinco pessoas nas estradas do distrito, três delas no IP4.

Desde 1 de Janeiro já morreram cinco pessoas nas estradas do distrito, metade do total de mortos registados em todo o ano de 2010.

No ano passado, por esta altura, registava-se apenas uma vítima mortal, o condutor de um autocarro sinistrado no IP4.

Mas também os feridos graves aumentaram para mais do dobro.

Em 2009 havia, até final de Março, oito feridos graves contra os 18 registados já este ano.

O Governador Civil de Bragança fala em circunstâncias especiais para explicar estes números.

“Tudo o que é estatística é muito complicado. Dois acidentes que houve, com três mortos, representam um aumento grande na estatística. Foi com o tempo mau, com carros velhos e condutores de uma certa idade. O segundo acidente, em que morrem duas pessoas, é a repetição do do dia anterior em que já tinha morrido” um dos familiares.

O grande número de vítimas registado este ano levou já à tomada de medidas.

“Estamos com alguma preocupação. Já se resolveu o problema de um cruzamento onde morreram três pessoas. Já não haverá lá acidentes destes. E as forças de segurança têm aumentado a fiscalização e a presença nas estradas, porque muitas vezes, só o facto de estarem presentes é mais importante do que estarem” a passar multas, defende.

E numa altura em que os principais eixos rodoviários do distrito estão em obras de remodelação, Jorge Gomes pede especial cuidado aos condutores.

“À medida que as obras vão avançando, os planos de segurança vão sendo criados e vão sendo implementados. No IP4 ainda quase não temos obra. Mas quando começar, vão ser tomadas medidas de segurança, para reduzir a velocidade e as faixas de rodagem”, diz, garantindo que os condutores “vão passar a andar obrigatoriamente mais devagar”. “E esperemos que tenham o bom senso de adoptar os cuidados necessários para evitar qualquer tipo de acidente”, sublinha.

Dados da sinistralidade no distrito de Bragança a preocuparem as autoridades. Em apenas três meses já se registaram metade dos mortos de todo o ano de 2009 nas estradas do distrito.

Números que podem ser explicados também pelo inverno chuvoso que se tem registado.

Essa é a convicção do Governador Civil de Bragança, que fala também nalgum facilitismo dos condutores em relação ao estado das viaturas.

“As pessoas estão habituadas a Invernos com menos chuva e prolongam mais a vida dos pneus. Mas quando vem a água nota-se a falta de aderência. E os condutores têm de perceber que têm de andar mais devagar”, diz. “Por outro lado, temos muitos condutores idosos, e é nessa faixa etária que estão a morrer.”

Mas não é só aos condutores que Jorge Gomes aponta o dedo. O Governador Civil de Bragança está convencido que tem havido falhas dos médicos que passam os atestados para a renovação das cartas de condução.

Por isso, promete um controlo mais apertado.

“Entendemos que muitas vezes há alguma facilidade na emissão de uma renovação da carta de condução. Se calhar passava por aí a solução de alguns problemas. Não é por acaso que há condutores que entram em sentido contrário numa auto-estrada e normalmente são pessoas idosas, sem aperceberem que há um sinal de sentido proibido. Há uma falha, na renovação da carta não pode ter sido tudo bem visto”, acusa. “Agora fala-se que poderá vir a haver uns gabinetes próprios, específicos para a renovação das cartas, com testes de saúde e testes psicotécnicos. É uma solução”, diz.

Na semana passada foram também anunciadas medidas mais rígidas nos exames de condução, como a necessidade dos alunos terem mil quilómetros de prática antes de se proporem a exame.

Fonte: Rádio Brigantia

Discutiu-se muito na Assembleia-geral dos bombeiros mas ficou tudo como dantes

Direcção acusada de se ter demitido de angariar fundos para resolver o problema do novo quartel

Continua por saber-se quando os bombeiros de Macedo irão ocupar o  novo quartel

Instado a pronunciar-se sobre os motivos que estão na origem do adiamento da inauguração do novo quartel, o presidente da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Macedo de Cavaleiros, Benjamim Pinto, afirmou, no sábado passado, durante a apresentação do relatório de contas de 2009, que só falta arranjar 78 mil euros para o mobilar. Porém, conhecendo “os constrangimentos” que existem, um elemento que fez parte da lista opositora nas eleições de há dois anos, contornou o argumento, acusando a direcção de se ter demitido do esforço de angariar fundos para resolver os problemas que impedem a ocupação do novo quartel.

O clima de apaziguamento no quartel dos Bombeiros Voluntá-rios de Macedo de Cavaleiros está ainda longe existir. Prova disso foi a discussão, sem resultados práticos, que sobressaiu da reunião da Assembleia-geral do sábado passado, convocada para aprovar o Relatório e Contas, relativo ao ano de 2009. Confrontado com as dúvidas de alguns só-cios acerca da situação que impede a ocupação do novo quartel, por parte dos bombeiros, o presidente da Associação Humanitária, Benjamim Pinto, afirmou que apenas falta o mobiliário e que não há os 78 mil euros necessários para o adquirir. Além disso, o dirigente acrescentou que, como a Câmara Municipal se mostra indisponível para suportar tal encargo, não resta à Associação outra alternativa que não seja a de recorrer ao crédito bancário. De resto, no seu ponto de vista, estão todos os outros requisitos preenchidos, em termos de instalações e de arranjos exteriores.

Pelo contrário, conhecendo “os constrangimentos” que existem, Luís Baptista, que fez parte da lista opositora, nas eleições de há dois anos, considerou aquelas explicações insuficientes. Para este sócio, “seria bom que a direcção assumisse as suas responsabilidades, reconhecendo a sua incapacidade para resolver a situação, aliás, manifestada pelo facto de se ter demitido do esforço de anga-riar fundos para resolver os problemas que impedem a ocupação do novo quartel, por parte dos bombeiros”.

Outra voz crítica foi a de António José Vaz. Este sócio, lembrando o que ali se passou, no dia 23 de Abril do ano passado, lamentou que os dois vereadores (Duarte Moreno e Carlos Barroso), que na altura garantiram que a autarquia estava a negociar condições mais vantajosas para aderir à criação de uma Equipa de Intervenção Permanente (EIP), ali não estivessem para explicarem o que sucedeu, entretanto, para o município desistir de tal objectivo. É que, sabe-se agora, acrescentou António José Vaz,, “afinal não havia negociações nenhumas”, pelo que “não queria deixar de manifestar”, ali, a sua “nota de desagrado e um voto de protesto”, porque, do seu ponto de vista, “o que se passou é uma vergonha e Macedo passou a ser o único concelho do distrito a não dispor de uma Equipa de Intervenção Permanente´´.

A transferência do corpo de bombeiros para o novo quartel continua a ser uma questão que está longe de ser pacífica. Como lembrou no sábado passado, o comandante da corporação, João Carlos Venceslau, há cerca de dois anos, apresentou um relatório onde definia, entre outras coisas, as condições que deveriam ser criadas no novo quartel para o corpo de bombeiros se transferir para lá. Uma delas é a da realização de obras nas novas instalações. Aliás, a avaliação desta exigência terá sido um dos objectivos da visita que o director-geral das Infra-estruturas e Equipamentos do Ministério da Administração Interna fez ao edifício em Setembro de 2008. Segundo João Carlos Venceslau, a avaliar por um inquérito realizado entre os bombeiros, segundo o qual 95 por cento dos elementos no activo não concordam com a transferência, é muito provável que, sem a realização das ditas obras, os bombeiros não se mudem para o novo quartel.

Por: João Branco
Fonte: Semanário Transmontano

Mentira do Blogue: SIV


Como era o dia das mentiras dia 01 de Abril, aqui está a nossa mentira.
Mais duas SIV para o Distrito de Bragança para Maio de 2010, só ainda não sabemos a localização das mesmas.

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Heli estacionado em Macedo de Cavaleiros



Tardou mas chegou!
Que todas as equipas tenham sucesso nas suas missões!

SIV


Mais duas SIV para o Distrito de Bragança para Maio de 2010, só ainda não sabemos a localização das mesmas.

Helicópteros voam partir de hoje


Aparelhos do INEM tripulados por médico e enfermeiro
O INEM tem hoje, finalmente, em funcionamento os três novos helicópteros prometidos aquando do início da restrutração da emergência hospitalar. Dois ficam provisoriamente instalados em Loulé e Santa Comba Dão e o terceiro vai para Macedo de Cavaleiros.

Estavam prometidos há dois anos, para melhorar a emergência pré-hospitalar em zonas interiores do país. E arrancam ainda sem terem os respectivos heliportos devidamente aprovados pelo Instituto Nacional da Aviação Civil, pelo menos em dois casos. Os helicópteros do INEM previstos para Ourique e Aguiar da Beira estão operacionais a partir de hoje nas bases provisórias de Loulé e Santa Comba Dão.

Segundo o secretário de Estado adjunto e da Saúde, falta introduzir "melhoramentos nos heliportos" de destino final para serem certificados pela autoridade da aviação civil. O terceiro aparelho vai já para a base final, em Macedo de Cavaleiros.

Manuel Pizarro justifica alguma da demora na operacionalização destes meios de socorro com a alteração do projecto original. Inicialmente, previa-se que os helicópteros fossem tripulados por um enfermeiro e um técnico de emergência. Por serem meios dispendiosos, entendeu-se que deveriam suportar uma tripulação mais avançada: contam com um médico e um enfermeiro.

Distinguem-se dos dois já existentes em Lisboa e no Porto por fazerem mais transportes primários: em vez de circularem entre hospitais, irão directamente ao local onde está o doente. Com um custo anual de aluguer de 4,5 milhões de euros (mais o associado ao tempo efectivo de voo), contarão com uma VMER estacionada nas bases, para acudir a situações em que não possam voar por razões meteorológicas.

Fonte: JN

quarta-feira, 31 de março de 2010

Exclusivo: HELI SAV e VMER já estão no Heliporto Municipal de Macedo de Cavaleiros




Como já tínhamos anunciado em exclusivo no blogue, HELI SAV e VMER já estão no Heliporto Municipal de Macedo de Cavaleiros, para começar a trabalhar amanha pelas 08:00 horas ao serviço do concelho, Distrito e País.

Bragança lidera incidência de AVCs


O distrito de Bragança continua com uma taxa de Acidentes Vasculares Cerebrais acima da média nacional. Os factores de risco da principal causa de morte no país são cada vez mais do conhecimento da população.

Mesmo assim, a sensibilização mantém-se para fazer diminuir os números da região.

A região tem uma média de 430 internamentos por cem mil habitantes, quase o dobro da média nacional.

A população envelhecida em muito contribuiu para estes números, como explica Jorge Poço, médico responsável pela unidade de AVC do Centro Hospitalar do Nordeste.

“Por vários motivos, entre os quais termos uma população muito idosa, temos uma taxa de incidência 50 por cento superior à média nacional.”

Como exemplo, Freixo de Espada à Cinta tem anualmente cerca de 15 situações de acidente vascular cerebral, uma realidade complicada para uma densidade populacional baixa.

“Mais uma vez temos dados que seria de esperar cerca de dez AVCs por ano e temos cerca de 15, para uma população de 4000 habitantes”, diz.

O objectivo da comemoração do Dia Nacional do AVC é a prevenção, a fim de reduzir os riscos. “A nossa actividade é mais dirigida às pessoas que tiveram um AVC. Neste aspecto, vamos fazer uma campanha por forma a prevenir que o AVC aconteça e conseguir chegar a um maior número de pessoas.”
Em situação de Acidente Vascular Cerebral as consequências são várias.

“Uma artéria no cérebro terá de entupir ou rebentar. Uma parte do cérebro deixa de receber sangue e poderá ter várias consequências, como deixar de falar, ficar paralisados de um lado”, explica.
Todos os anos o Dia Nacional do AVC tem sido comemorado pela unidade hospitalar de Macedo de Cavaleiros numa sede de concelho diferente.

Depois de Macedo, Mirandela, Bragança e Mogadouro agora foi a vez de Freixo de Espada à Cinta.

A unidade de AVC do Centro Hospitalar do Nordeste comemora em Freixo de Espada à Cinta o Dia Nacional do AVC que se assinala hoje.

Uma doença que coloca Bragança no topo da lista a nível nacional.

Fonte:CIR

terça-feira, 30 de março de 2010

Faltam equipas para 'heli' do INEM


O Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) está com dificuldades para formar as equipas de médicos e enfermeiros que a partir de Abril vão assegurar as tripulações dos novos helicópteros de emergência médica, que deveriam estar no terreno desde 2007.

Segundo apurou o DN, os helicópteros que "deveriam ter o seu arranque a 1 de Abril, deverão ficar em terra por mais alguns dias devido à falta de médicos e enfermeiros para assegurar as tripulações".

As dúvidas já chegaram ao Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP), que questiona o vínculo dos nove enfermeiros que vão integrar as equipas nos helicópteros e cujo contrato termina em Abril, altura em que os helis devem começar a operar.

O SEP questionou a forma como o INEM "vai pôr a funcionar o helicóptero em Santa Comba Dão, 24 horas por dia, dado que ainda não revelou como vai pagar e formar as equipas".

Os novos helicópteros do INEM que devem começar a voar em Abril vão ter valências de suporte avançado de vida (SAV) trabalhando em conjunto com uma viatura médica de emergência e reanimação.

De acordo com o INEM, os novos "helis", cujo processo de contratação remonta a 2007, foram contratados por concurso público mas ainda não estão ainda definidos os seus locais de estacionamento. Aguiar da Beira, Macedo de Cavaleiros e Ourique tinham sido escolhidos para receber os "helis" mas o INEM garante que "os locais não estão ainda fechados".

Certo é que um destes "helis" irá ficar estacionado em Santa Comba Dão.

Fonte: JN