quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Já se circula no primeiro troço de auto-estrada no distrito de Bragança



Ao fim de décadas, o distrito de Bragança já tem alguns metros de auto-estrada transitáveis. Era o único do país sem um único metro de auto-estrada, algo que se alterou desde a semana passada.

Bragança foi conhecido por ser, desde sempre, o único distrito do país sem um quilómetro de auto-estrada. É verdade que ainda continua sem um quilómetro completo mas, pelo menos, já existem alguns metros.

Apesar de ainda não estar oficialmente aberto ao trânsito, o nó da Amendoeira, em Macedo de Cavaleiros, já permite a passagem de veículos pelo menos numa das faixas de rodagem.

Para os automobilistas esta é, pelo menos, uma boa notícia, embora contestem os atrasos, os constrangimentos no trânsito e temam que a auto-estrada possa ser portajada.

“está muito diferente, já é uma grande mudança. Agora os acessos são muito melhores”, diz uma condutora. Já outro automobilista frisa que “ainda não está bem pronto”, e diz mesmo que as obras não estão a ser “bem executadas”. “É uma vergonha o tempo que se demora. São quilómetros e quilómetros sem poder ultrapassar.”

Para breve está prevista a abertura do troço circundante a Bragança, com cerca de nove quilómetros portajados, que constituem alternativa aos 13 quilómetros necessários para quem seguir pelo IP4.

A partir do momento em que abra ao trânsito, este troço vai exigir o pagamento de 0,65 euros aos automóveis ligeiros e 1,65 aos pesados.

Mas as dores de cabeça prometem continuar por mais alguns meses.

Se a partir de Setembro serão suprimidos os três desvios actuais (Rossas, Romeu e Murça), outros três os vêm substituir.

Com a abertura oficiosa do nó da amendoeira, o distrito de Bragança também já tem auto-estrada.

Mas também o troço na zona de Sabrosa, no distrito de Vila Real, será aberto brevemente.

Depois disso só em Novembro é previsível nova abertura este ano, entre Lamares e Mirandela Norte.

Os restantes devem ficar prontos em 2013.

Fonte: CIR

Assaltada mais uma capela no Nordeste Transmontano

Foi assaltada a capela de Nossa Senhora da Assunção, na Serra da Castanheira, em Mogadouro. Acredita-se que o assalto terá ocorrido durante o fim-de-semana mas só anteontem é que foram alertadas as autoridades, como conta o Major Rui Pousa, da GNR.

“Tivemos a denúncia eram cerca das três da tarde. Foi feita pelos bombeiros que andaram lá a combater um pequeno incêndio, e perceberam que a porta da capela da N. Sra. da Assunção, na serra da Castanheira, em Mogadouro, se encontrava arrombada”, contou.

Os ladrões levaram a caixa das esmolas mas não se sabe ao certo qual o valor da quantia roubada.

“Só depois na presença do mordomo é que se verificou que a única coisa furtada foi a caixa de esmolas”, concluiu.

Já a substituição da porta arrombada pode ser mesmo o maior prejuízo resultante deste assalto. Segundo o zelador da capela, esta reparação deve custar mais de mil euros.

Fonte: CIR

terça-feira, 30 de agosto de 2011

13 concelhos com risco máximo



Castelo Branco, Guarda, Viseu, Santarém e Faro são os distritos mais afectados.

Treze concelhos dos distritos de Castelo Branco, Guarda, Viseu, Santarém e Faro estão esta terça-feira em risco máximo de incêndio, de acordo dados publicados pelo Instituto de Meteorologia (IM), escreve a Lusa.

Com risco máximo de incêndio estão os concelhos de Sabugal, Guarda, Celorico da Beira, Fornos de Algodres, Aguiar da Beira, Trancoso e Gouveia (Guarda), Sernancelhe, Moimenta da Beira e Vila Nova de Paiva (Viseu), Oleiros (Castelo Branco), Mação (Santarém) e Monchique (Faro).

Segundo o IM, em risco elevado de incêndio estão vários concelhos dos distritos do Porto, Bragança, Vila Real, Viseu, Guarda, Coimbra, Santarém, Leiria, Castelo Branco, Portalegre, Évora, Beja e Faro.

Na segunda-feira a Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC) registou 106 incêndios que foram combatidos por 1.525 bombeiros, com o auxílio de 366 veículos.

O IM prevê para esta terça-feira céu pouco nublado ou limpo, apresentando-se em geral muito nublado no litoral a norte do Cabo Raso até ao final da manhã, aumento gradual da nebulosidade do litoral para o interior a partir do início da tarde com ocorrência de períodos de chuva no Minho e Douro Litoral, estendendo-se às regiões a norte do sistema montanhoso Montejunto-Estrela.

Prevê-se ainda vento fraco neblina ou nevoeiro matinal, pequena subida da temperatura máxima nas regiões do litoral e pequena descida nas regiões do interior.

Quanto às temperaturas, no Porto prevê-se uma máxima de 22 graus Celsius e 26 em Lisboa e em Faro.

O perigo dos raios UV

A radiação ultravioleta (UV) também atinge esta terça-feira um valor muito alto em 13 regiões de Portugal.

O IM prevê radiação UV muito alta em Bragança, Castelo Branco, Faro, Guarda, Penhas Douradas, Portalegre, Sagres, Sines, Viseu, Horta, Ponta Delgada, Funchal e Porto Santo.

No nível muito alto, o IM aconselha a utilização de óculos de Sol com filtro UV, chapéu, t-shirt, guarda-sol, protector solar e que se evite a exposição das crianças ao Sol.

Estes cuidados devem ser vigorar entre as 12:00 e as 16:00.

Fonte: IOL

Chamas consomem mato no concelho de Mogadouro.

Um incêndio florestal com uma frente ativa consome mato há quatro horas, na zona da ponte de Remondes, no concelho transmontano de Mogadouro.

Em declarações à Agência Lusa, o Comandante Distrital de Operações de Socorro, Carlos Alves, disse o incêndio está a consumir uma zona de mato em zona rochosa, com uma frente ativa e que dentro de uma hora poderá ser dado como dominado.

No local encontra-se 41 bombeiros, quatro elementos do Grupos de Intervenção e Socorro da GNR e um sapador florestal, apoiados por 12 veículos operacionais.

Fonte: Lusa

As dívidas do Ministério da Saúde aos bombeiros no distrito de Leiria podem levar a despedimentos e ter consequências no socorro às populações

As dívidas do Ministério da Saúde aos bombeiros no distrito de Leiria podem levar a despedimentos e ter consequências no socorro às populações, disse hoje à Lusa o presidente da Federação dos Bombeiros do Distrito de Leiria (FBDL).

«Se o fluxo financeiro que é contratado não chega às corporações, não é possível manter funcionários assalariados e pode levar a que as associações tenham que despedir bombeiros», explicou o comandante Nélio Gomes.

O responsável concluiu que, «neste cenário, a prestação de socorro às populações ficará em causa» e admitiu que os atrasos «estão a condicionar o dia-a-dia nas corporações», mas assegurou desconhecer situações de bombeiros com os ordenados em atraso.

Segundo o presidente, existem dívidas que já têm um ano, no que respeita ao transporte de doentes não urgentes.

Nélio Gomes, que é comandante dos Bombeiros Voluntários de Pataias, lembrou que existem 24 corpos de voluntários só no distrito e admitiu que a dívida «não andará muito longe do meio milhão de euros».

Segundo a Autoridade Nacional de Protecção Civil, o distrito de Leiria possui 3.705 bombeiros.

O presidente da FBDL sublinhou que «este cenário não tem a ver com os políticos que agora entraram», mas quer que seja encontrada rapidamente uma solução «porque os custos são permanentes ao nível do combustível, da manutenção de viaturas e ordenados».

«Se o dinheiro não chega a tempo e horas é óbvio que depois existem também atrasos aos nossos fornecedores», lamentou Nélio Gomes.

Na semana passada, a Liga dos Bombeiros Portugueses alertou para o risco de algumas corporações «paralisarem» se o Governo não arranjar solução para as dívidas que os hospitais têm para com estas associações de socorro.

O Ministério da Saúde disse ter «consciência do momento de dificuldades» dos parceiros do sector e referiu que «reconhece o enorme esforço» para contribuir para a contenção da despesa, num comentário às dificuldades divulgadas pelos bombeiros.

Fonte: IOL

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

INEM cria número único para bombeiros de todo o país



Cada CODU tem um número verde para falar com o INEM. A partir de quinta-feira, passa a ser nacional.

Até aqui, os bombeiros e a Cruz Vermelha marcavam quatro números diferentes para entrar em contacto com o INEM - um por cada Centro de Orientação de Doentes Urgentes (CODU). Mas a partir da próxima quinta-feira passará a existir um número único para o atendimento interno das chamadas de emergência. O objectivo, explicou ao i o porta-voz do INEM, é tornar a passagem de dados entre profissionais da emergência médica "mais rápido". Pedro Coelho dos Santos diz que a criação de um único número verde permite ainda "melhorar a eficiência dos vários CODU, diluindo os picos regionais e colmatando eventuais défices momentâneos de disponibilidade local para atender uma chamada de emergência" e acrescenta que as várias corporações de bombeiros "foram avisadas do fim dos quatro números verdes ao longo da última semana". Para contactarem com a emergência médica, quer bombeiros quer a cruz vermelha usam uma linha interna, para evitar o congestionamento do 112, reservado ao contacto dos utentes.

Esta uniformização surge depois de o INEM ter alterado, recentemente, o sistema de atendimento das chamadas: antes, eram recebidas em cada centro regional. Agora, são atendidas a nível nacional, pelo operador de CODU que esteja disponível há mais tempo, independentemente da sua localização no território nacional. Cabe a esse operador fazer a triagem da emergência e, se for caso disso, pedir ao centro distrital mais próximo da ocorrência que mobilize mais meios. Uma alteração possibilitada, acrescenta Pedro Coelho dos Santos, pela existência de um sistema informático partilhado por todos os CODU a nível nacional. "O operador vê os recursos que estão disponíveis de Norte a Sul, o que facilita a operacionalidade e reduz os tempos de espera nos contactos internos", explica. O sistema tem-se revelado especialmente útil quando há picos num determinado CODU: "Num noite de S. João, no Porto, em que há um pico de chamadas, é possível que os contactos sejam encaminhados para outros centros", exemplifica. Rosa Ramos

Fonte: i

domingo, 28 de agosto de 2011

É possível viver sem Governos Civis? É, mas não será a mesma coisa



Na primeira entrevista após a extinção do cargo, aquele que foi o último governador civil do distrito de Coimbra e o que mais tempo esteve em funções, desde o 25 de Abril, admite que, em democracia, só o Parlamento, o Governo e os tribunais e os juízes são indispensáveis. Mas reconhece que os Governos Civis vão fazer falta, enquanto mediadores institucionais e governo de proximidade. Quanto à mudança de procedimentos, graceja com uma anedota: nos países em ditadura, a operação mais difícil era a de arrancar um dente. É que, sendo proibido abrir a boca, a extração fazia-se pelo nariz…

Continua a considerar indispensáveis os governos civis?

Nenhuma instituição, em democracia, é indispensável, para além das que constituem os seus pilares básicos. A Assembleia da República, mesmo assim reconfigurável; o Governo, demonstradamente reconfigurável; tribunais e juízes independentes, a precisarem também de reconfiguração. Depois, evidentemente, o poder local, que é outro pilar da legitimidade democrática, mais próxima dos cidadãos. Também ele está a precisar de reconfiguração, o que, aliás, parece ser consensual.

São, então, dispensáveis?

Por tudo o que referi e porque o atual governo, legitimado pelo voto, assim o decidiu, os governadores e os Governos Civis não farão parte da estrutura fundamental da democracia. Enfim, como diz a publicidade, pode-se viver sem eles, mas não será a mesma coisa.

Porquê?

Porque eram a mediação institucional de um governo de proximidade – enquanto, naturalmente, as regiões em concreto e os seus eleitos não preencherem este espaço. Porque ligavam os poderes legítimos locais e a administração desconcentrada do Estado, quer entre si, na resolução de problemas, quer com a Administração Central, sobretudo o Governo. Pois, o PSD prescindiu desta almofada, deste verdadeiro governo de proximidade. Tem toda a legitimidade para o fazer, embora me pareça que fez mal e de forma atabalhoada. Veremos.

Sai com a sensação de dever cumprido?

Cessei, com o Governo que representei, as minhas funções políticas, absolutamente com o sentimento do dever cumprido. Mas, sendo a democracia regida pelo princípio do contraditório, esta é a minha opinião, alicerçada em factos e episódios. Outra opinião teve o Governo e tem a legitimidade para agir como agiu. Só desejo que possa dizer o mesmo quando cessar funções. Porque não pode falhar na sua missão. Se falhar, falhamos todos! E uma forma de começar a falhar é querer mais do que está acordado. Não pode por isso falhar… por exagero.

O que motivou reações tão agrestes de alguns governadores?

Quando o Governo anterior cessou funções, todos esperávamos apenas a habitual substituição. Eis senão quando eu e os meus pares somos confrontados com o anúncio de uma não nomeação, que colocava problemas de ordem funcional, já que os políticos, esses, estavam resolvidos de per si. E foi isso que motivou, estou em crer, a reação mais intensa de alguns dos meus colegas.

O que falhou, então, no processo?

Penso que não se teve em conta as funções insubstituíveis dos governadores civis e não se cuidou de as transferir adequadamente para quem pudesse assumi-las; depois, não se considerou entidades e instituições de que os governos civis eram peças centrais ou elos de ligação institucional.

Foi uma decisão precipitada?

Foi, sobretudo, um começo desajeitado, para tentar marcar a agenda mediática, o que acabou por ser conseguido pela negativa.

Em que medida?

Olhe, por exemplo, logo na segunda-feira em que foi anunciada a exoneração dos governadores civis, verificou-se indispensável a presença de seus representantes em atos que envolviam uma ou duas estações de televisão nacionais, que, por essa razão se viram impedidas de concretizar a sua atividade. Houve depois diligências do próprio ministro, junto dos Governos Civis, que, com a maior das boas vontades institucionais, para não prejudicar a democracia, se prestaram a criar condições – que ainda não estão reunidas – para substituir dispositivos e encontrar quem decida nos lugares não preenchidos.

Que fica “pendurado” com a extinção?

Ficam por preencher, estou convencido disso, funções de articulação das forças de segurança – todas elas, incluindo a segurança alimentar – que, regularmente reuniam nos governos civis. Também a prevenção rodoviária distrital, a defesa da floresta contra incêndios e o seu plano estratégico. Enfim, uma série de atribuições e competências que, agora, post factum, se estará certamente a procurar corrigir e distribuir por outras entidades. Com as alterações, certamente estará para breve a saída de novas leis orgânicas. Aí veremos como foram resolvidas estas questões.

Que outras questões ficam mal resolvidas?

O contributo para a promoção da igualdade de género, o combate à violência doméstica, a mediação em questões de âmbito educativo e outras foram áreas marcantes da atuação do Governo Civil que, a partir de agora, deixarão as administrações desconcentradas do Estado entregues a si próprias, sem articulação horizontal, no distrito e condenadas” a falarem primeiro com Lisboa e só depois com os seus pares de outras áreas à escala distrital ou regional. Faltará sempre o Governo de proximidade.

A questão da proteção civil é especialmente sensível…

Também aqui ninguém é insubstituível, a não ser certamente os soldados da paz, os agentes que desenvolvem a proteção e o socorro.

Isso significa que está esgotado o trabalho dos governadores civis, na nova orgânica da proteção civil que os governos PS puseram em prática?

Esgotado, não. Lembro que essa nova orgânica precisou de um período de concertação, de aferição e de concretização. Um período em que se associou para aos essenciais corpos de bombeiros e bombeiros voluntários – que são, indiscutivelmente, a coluna vertebral da proteção civil – uma estrutura de organização de meios e de deteção de necessidades (NdR – o SIOPS – Sistema Integrado de Operações de Proteção e Socorro). Este sistema, em particular, precisou de uma ajuda preciosa dos governadores civis, junto quer de autarcas quer dos próprios corpos de bombeiros, a quem foi preciso explicar e motivar para a sua integração no dispositivo. Em Coimbra não foi muito fácil…

Foi um longo e conturbado período…

Foi. Começou em 2006 e prolongou-se até 2009. Mas esta integração foi essencial para o sucesso da nova orgânica. Hoje em dia estou em crer que o Comando Distrital de Operações e Proteção e Socorro e o seu comandante estão em condições de garantir resposta rápida e eficaz, quer de bombeiros profissionais quer sobretudo de voluntários e das associações que os promovem.

Onde é que, então, ainda se mantém indispensável a intervenção do governador civil?

Certamente naquela que começou por ser a minha primeira solicitação, quando regressava, ainda, da tomada de posse, em Lisboa, em 2005. Por telefone, fui confrontado por uma dirigente sindical com a situação crítica de uma empresa em risco de fecho imediato, com despedimento de perto de uma centena de trabalhadores. Com ela e com os responsáveis da empresa arregacei mangas, fomos ao trabalho em Lisboa e Coimbra, nos ministérios das Finanças, da Economia e da Segurança Social e conseguimos, em tempo recorde, uma solução que manteve postos de trabalho, viabilizou a empresa e promoveu o desenvolvimentos. Aliás, nesse Natal, sensibilizou-me particularmente a mensagem de viva voz da dirigente da empresa que me agradeceu a sua viabilização. Hoje, a empresa, Sol Praia, de Arganil, estou em crer que é ainda um exemplo de como a mediação económica e social, à escala distrital pode ser decisiva. Em seis anos, foram dezenas os casos semelhantes que se resolveram por intervenção do Governo Civil, mantendo e ampliando emprego, viabilizando empresas e regulando o sistema económico e social do distrito, sempre com a participação empenhada dos autarcas que aqui saúdo.

Os autarcas com quem manteve relação próxima…

Quase todos os municípios do distrito tiveram, nestes anos, situações em que me senti muito feliz por poder ajudar a encaminhar e resolver. Casos houve em que acompanhei alguns autarcas, que são os autênticos motores do desenvolvimento local, em contactos que me solicitaram e que sempre apoiei, junto de membros do Governo ou até de dirigentes de âmbito regional. Como diria um amigo, professor da Faculdade de Economia, os meandros da decisão, a nível central aparecem muitos vezes como verdadeiros labirintos aos eleitos locais e a ajuda do governador civil permitiu encontrar caminhos e soluções que talvez não surgissem ou certamente demorariam mais.

Como fica a prestação de serviços direto ao cidadão, como passaportes, contra-ordenações rodoviárias, licenciamentos, intervenção em estabelecimentos de diversão noturna, etc.?

Esses serviços estavam sob a tutela de uma muito competente secretária do Governo Civil, diretora de serviço, dra. Helena Marques, em quem deleguei competências. Não obstante, algumas dessas competências são indelegáveis, por implicarem decisões de chefia de 1.º nível da Administração Pública (NdR – equivalente a diretor-geral). Daí que o procedimento que está a ser adotado me lembre aquela anedota que se contava sobre países de ditadura, onde a operação mais difícil era a de extração de um dente. Porquê? Porque, sendo proibido abrir a boca, a extração se fazia pelo nariz… Este processo dos Governos Civis recorda-me esta anedota, sem ir, claro está, ao ponto de classificar o procedimento de anedótico.

Voltando à prestação dos serviços…

Estou certo de que a dra. Helena Marques continua a fazer bem o trabalho de prestação direta de diversíssimos serviços. Agora, muitos destes serviços poderão transitar para outras entidades. Não será, mais uma vez, a mesma coisa, mas os cidadãos não sairão prejudicados por isso. Espero que o Governo tenha consciência, também, de que algumas leis vai ser preciso alterar, incluindo a própria Lei Fundamental, para levar a bom termo esta trapalhada da extinção dos Governos Civis.

Admite, porém, que se poupa dinheiro?

Naturalmente que se terá poupado algum dinheiro, com a supressão dos gabinetes e do próprio governador. Mas há que ver quanto dinheiro a mais se vai gastar nas áreas em que não haverá intervenção preventiva e apenas se gastará na correção e no tratamento, da prevenção rodoviária até à falência de empresas que, sem ajuda, criarão mais desemprego, em vez de criarem riqueza.

O cidadão e o socialista

Qual o papel reservado ao PS de António José Seguro?

O PS será, quando necessário, alternativa. O já novo líder António José Seguro não apenas reuniu o PS como lhe imprimiu um novo ritmo. O congresso mostrará à evidência que os militantes e dirigentes estão conscientes das dificuldades que vivemos e assumem o caminho para começarmos a sair desta terrível crise internacional e nacional. Mas sem impor mais crise à crise. Recusando o “stacanovismo político” do atual governo, que parece sempre tentado a ir mais longe nas medidas acordadas e já de si tão duras e difíceis para todos nós… Em suma, é preciso não matar a esperança. E isso o PS sabe-o bem, porque sempre foi o partido da esperança, antes e após o 25 de Abril.

Como avalia a evolução da vida do PS distrital?

Não apresento, em público, questões do PS que não sejam indispensáveis dar a conhecer, segundo o princípio da transparência e da pública prestação de contas. No entanto, quero acreditar que, depois das conturbadas eleições federativas, o PS distrital saberá ultrapassar, sem esquecer para não repetir, aquilo que teria sido um autêntico caso de polícia se fosse levado às suas últimas consequências… Com iniciativas e cumplicidades pacóvias de “aprendizes de feiticeiro” em Lisboa e no distrito, que só desiludiram e enojaram militantes de Coimbra. Como tudo na vida, o período de nojo também passará. E o PS distrital vai saber ganhar os desafios, autárquicos e legislativos, que terá pela frente.

O que vai fazer o cidadão Henrique Fernandes?

Pela primeira vez, desde há muitos anos, o cidadão Henrique Fernandes assumiu não participar, para além do seu voto, no processo eleitoral quer distrital quer nacional. Importa abrir caminho aos que têm de se formar como geração de futuro, no PS. Isso não exclui os mais antigos, naturalmente. Acontece apenas que quero cumprir agora, durante alguns meses, o meu compromisso académico, recorrentemente retomado, que é o de concluir um doutoramento que foi interrompido, por razões autárquicas, há mais de 20 anos. É tempo de temperar a prática e até, quiçá, reexaminá-la, à luz da teoria que não é afinal mais do que o condensado de outras práticas. Com elas me vou haver nos próximos meses, ampliando a minha massa crítica em dois eixos: preparando-me para ajudar, no futuro, a desenvolver o espírito de risco, controlado e bem gerido, que o quotidiano empresarial mas também social nos solicita em permanência. Depois, voltarei a uma vida cívica mais intensa, espero que num outro patamar de vida do PS distrital, porque estou certo que, com António José Seguro e o atual PS, esse patamar será alcançado a nível nacional. Tudo isto sem esquecer que a nossa família não pode nem deve ser repetidamente prejudicada pelas ausências e menos atenção dos que como nós abraçaram a causa pública como primeira dedicação.

Fonte: Beiras.pt

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Incêndio Florestal !!!




Emergência: Norte e regiões espanholas vão gerir meios



Acordo prevê assistência recíproca com a Galiza e Castela e Leão.

O projecto Assistência Recíproca Inter-regional em Matéria de Emergências (ARIEM 112) envolve, além da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte, os governos e autoridades de protecção civil e de saúde das regiões espanholas da Galiza e de Castela e Leão.

«Prevê a assistência recíproca, imediata e conjunta entre as três regiões», explicou à Agência Lusa fonte ligada ao processo, após a reunião, realizada esta semana, entre as várias entidades envolvidas.

«Tem como objectivo estabelecer um mecanismo de colaboração entre os serviços de gestão e a mobilização de recursos em caso de emergências nas zonas implicadas, através da implementação de ferramentas comuns, como meios informáticos e de comunicação», acrescentou a fonte.

O ARIEM 112 prevê a sua implementação, em quatro fases, até 2012, num investimento de 400 mil euros, dos quais 300 mil serão comparticipados por fundos comunitários específicos para projectos transfronteiriços.

A primeira fase consistirá na análise dos métodos e modelos de gestão de emergências dos dois lados da fronteira, e vai agora avançar para o terreno, seguindo-se a elaboração de protocolos de actuação e «acordos de ajuda mútua».

«Haverá ainda uma fase de dotação de recursos comuns, formação e simulacros», concluindo com a avaliação de todo o projecto e objectivos.

Além de fixar protocolos de actuação e dotar de meios comuns, o ARIEM 112 «fomentará actividades conjuntas para potenciar o intercâmbio de experiências» e «tratará de minorar as disparidades existentes entre territórios relativamente aos recursos disponíveis nos respectivos serviços de emergência e salvamento», explicou ainda a fonte.

No campo do apoio em situações de emergência o exemplo mais flagrante é o de Valença, onde são já hoje os Bombeiros Voluntários locais a prestaram o primeiro auxílio e socorro à população de Tui e ao Parque Empresarial de Porriño, ambos do lado galego.

«O ARIEM 112 implementará protocolos de actuação permitindo a facilidade de coordenação nas intervenções de emergência para fazer face a situações de risco no âmbito da acção conjunta», concluiu a fonte.

Fonte: IOL

Ministério da Saúde diz reconhecer queixas de bombeiros

O Ministério da Saúde diz ter «consciência do momento de dificuldades» dos parceiros do sector e «reconhece o enorme esforço» para contribuir para a contenção da despesa, num comentário às dificuldades divulgadas pelos bombeiros.

Em resposta enviada hoje à Agência Lusa, a tutela sublinhou que a contenção da despesa é indispensável para a sustentabilidade do Serviço Nacional de Saúde.

«Exactamente por reconhecer estas dificuldades é que o ministro da Saúde nomeou um grupo de trabalho para melhorar a gestão de hospitais e contribuir para um melhor uso dos recursos financeiros disponíveis», lê-
se.

O presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP) alertou hoje para o risco de algumas corporações «paralisarem», se o Governo não arranjar solução para as dívidas que os hospitais têm para com estas associações de socorro.

Em declarações à agência Lusa, Duarte Caldeira referiu que «um pouco por todo o país» existem situações de dívida dos estabelecimentos hospitalares às corporações de bombeiros, essencialmente devido ao serviço de transporte de doentes, e apontou a situação da Póvoa do Varzim como sendo a mais preocupante.

«Registamos com particular gravidade a situação dos bombeiros da Póvoa de Varzim, porque estamos a falar de uma dívida de 150 mil euros. Desse valor, 120 mil dizem respeito a dívidas do agrupamento hospitalar da Póvoa de Varzim», apontou.

Entretanto, o presidente dos Bombeiros Voluntários da Póvoa de Varzim anunciou que a instituição vai receber, dentro de dias, 26 mil euros do Centro Hospitalar local, referentes às facturas de 2010 que estavam em atraso.

«Ontem [quarta-feira], contactámos o Centro Hospitalar Póvoa de Varzim ¿ Vila do Conde e informaram-nos que no início da próxima semana as facturas de 2010 serão liquidadas. Na fase de sufoco financeiro que atravessamos, esta é uma excelente notícia, já que esses 26 mil euros permitem encarar com alguma tranquilidade o mês de Setembro», disse à Lusa Rui Coelho.

Fonte: IOL

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Dívidas hospitalares podem paralisar corporações, dizem bombeiros

A Liga dos Bombeiros pediu uma reunião com o Governo, mas ainda não obteve resposta. Pretende uma solução para as dívidas dos hospitais às associações de socorrro.

O presidente da Liga de Bombeiros afirma que há duas semanas aguarda por uma resposta ao pedido de reunião com carácter de urgência feito ao ministro da Administração Interna, Miguel Macedo.

Em causa está o risco de algumas corporações de bombeiros «paralisarem» caso o Governo não encontre uma solução para as dívidas que os hospitais têm para com estas associações de socorro.

«Queremos alertar as entidades competentes, os poderes públicos e os cidadãos por que estamos perto de colocar em causa a sustentabilidade e o normal funcionamento destas associações», alertou Duarte Caldeira à TSF.

Caso continue o problema da dívida dos hospitais, as corporações de bombeiros podem paralisar por falta de verbas que garantam o seu funcionamento, garante o presidente da Liga dos Bombeiros.

«Os atrasos nos pagamentos dos hospitais começam a ser preocupantes. Por exemplo, o centro hospitalar da Póvoa do Varzim tem um valor facturado de 110 mil euros, dos quais 75 mil já estão vencidos, ou seja, já deveriam ter sido recebidos», sublinha.

Fonte: TSF

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Preciosidade...




Bombeiros de Vila Flor receberam nova viatura mas continuam limitados para combater incêndios



A Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Vila Flor iniciou uma campanha de recolha de donativos para comprar um novo carro de combate a incêndios.

Recorde-se que das cinco viaturas da corporação só uma está disponível e apenas tem capacidade para 500 litros de água. Uma delas ardeu durante o combate a um fogo florestal em Carvalho de Egas, há duas semanas, e as outras estão avariadas.

A lutar com grandes dificuldades financeiras, aos Bombeiros Voluntários de Vila Flor não restou alternativa senão pedir o apoio do povo, como salienta o presidente da Associação Humanitária, Carlos Fernandes:

“A viatura que perdemos nesse incêndio ronda, em termos de custos, os 100 mil euros. Já lançámos algumas iniciativas, através da internet e nos supermercados locais de Vila Flor. Ainda não são fundos significativos mas já começam a ter algum significado.”

Carlos Fernandes não esconde as dificuldades financeiras que os Bombeiros de Vila Flor atravessam, agravada pelas constantes avarias das viaturas:

“Neste momento temos duas viaturas ainda operacionais. Já têm alguns anos e sofrem muito desgaste. Com as dificuldades financeiras que estamos a atravessar, também devido aos cortes no transporte de doentes, com uma quebra de 60 por cento. Era a única receita que íamos tendo”, admite. Entretanto, os Bombeiros Voluntários de Vila Flor acabam de receber uma nova viatura da Autoridade Nacional da Protecção Civil, mas que se destina ao apoio ao socorro em acidentes rodoviários:

“Foi uma viatura que a associação dos bombeiros já lutava por ela há dois anos. É um carro de socorro a acidentes rodoviários. Nem sequer tem a ver com o tipo de viatura que nos ardeu aqui há uns dias.”

Refira-se ainda que os bombeiros de Vila Flor deverão regressar ao quartel durante a primeira semana de Setembro, depois de concluídas as obras de remodelação e ampliação.

Fonte: CIR

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Número de desfibrilhadores em locais públicos aumentou mais de dez vezes num ano



O número de aparelhos desfibrilhadores para acudir a paragens cardíacas existentes em locais públicos aumentou mais de dez vezes desde o ano passado, com 223 aparelhos em funcionamento, revela um relatório do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM).

O relatório, a que a agência Lusa teve acesso, indica que de 19 desfibrilhadores automáticos externos existentes em 2010, o número aumentou para 223, em números relativos ao início do mês de agosto.

O número de locais públicos com aparelhos de desfibrilhação também aumentou de 13 em 2010 para 152 em 2011.

O programa de Desfibrilhação Automática Externa (DAE) foi instituído por decreto-lei em 2009, prevendo a colocação de aparelhos em locais públicos, com a possibilidade de serem utilizados por pessoas que não são médicos, desde que com o treino adequado.

Se em 2010 havia 90 pessoas capacitadas para utilizar os aparelhos, hoje esse número aumentou para 7031.

No ano passado, o INEM começou a receber programas de DAE, que aumentaram de 9 para 85 licenciados.

Hotéis, centros comerciais, companhias aéreas e várias empresas contam-se entre os locais que têm aparelhos desfibrilhadores portáteis, que permitem, através de elétrodos colocados no tórax de uma vítima suspeita de estar em paragem cardíaca, ler o ritmo do coração e recomendar ou não a administração de choques elétricos.

Quando usados de forma eficaz, podem dar um choque elétrico capaz de fazer com que um coração em fibrilhaçãio ventricular - uma arritmia que impede a bombagem do sangue - volte ao ritmo normal, o que "aumenta significativamente" as hipóteses de sobrevivência da vítima de paragem cardíaca.

Fonte: Observatória do Algarve

Emigrante de 13 anos ferido gravemente em acidente de moto



Foi já transferido para o Porto o jovem emigrante de 13 anos que no domingo sofreu um acidente de moto junto ao cruzamento de Podence, em Macedo de Cavaleiros. A moto conduzida pelo rapaz despistou-se e embateu num carro, provocando ferimentos graves no jovem, que, alegadamente, seguiria sem capacete.

O condutor da moto foi transportado, inicialmente, para o hospital de Bragança, com um traumatismo craniano, mas terá sido já transferido para o Porto em estado grave.

O jovem emigrante, com apenas 13 anos, estava a passar férias na freguesia de Lamas, em Macedo de Cavaleiros.

O acidente ocorreu no cruzamento de Podence.

Armindo Rodrigues, um dos bombeiros de Macedo de Cavaleiros que esteve no local, conta que a vítima estava já em estado grave.

“Quando chegámos lá encontrámos a vítima, um miúdo com 13 anos, já prostrado no chão e sem grandes sinais vitais.”

O prognóstico continua reservado.

No local estiveram duas ambulâncias e duas viaturas do INEM, incluindo o Helicóptero.

Para já ainda não são conhecidas as causas deste acidente.

Fonte: CIR

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Financiamento dos bombeiros deve ser definido por lei



Alguns municípios estão a cobrar uma taxa municipal para apoio da proteção civil, mas os autarcas defendem que o financiamento dos bombeiros deve estar inscrito no Orçamento de Estado (OE) para que não sobrevivam de esmolas ou subsídios.

Os municípios podem cobrar desde 2006 uma taxa municipal destinada ao financiamento da proteção civil, mas só algumas câmaras decidiram aplicar este imposto aos seus munícipes.

O primeiro deles foi Vila Nova de Gaia. Este ano o Fundão cobrou-a pela primeira vez e a Covilhã decidiu em meados de julho cobrar também. Cabeceiras de Basto, Vila Real e Figueira da Foz são outros exemplos de municípios que aplicam esta taxa.

Fonte: Lusa

Meteorologista amador é "garante de qualidade" para a proteção civil

Apaixonado pelos fenómenos da meteorologia, Hélder Silvano faz estudos, compilações, projeções e análises ao minuto de tal forma fiáveis que os bombeiros e a proteção civil distritais não dispensam os seus préstimos.

Hoje com 50 anos, o professor reformado dedica o seu tempo a múltiplas atividades recreativas, lúdicas e culturais mas a menina dos seus olhos é a estação meteorológica de última geração que tem no telhado de sua casa e o sítio na internet(meteoabrantes.pt) onde disponibiliza os seus estudos e projeções.

No fim de contas, um aparelho de medição de ultima geração com sistema de sensores que permitem medir a velocidade do vento, a temperatura e humidade relativa do ar, a quantidade de precipitação e a pressão atmosférica, para além de medir também a radiação solar e a radiação ultravioleta.

“Tudo começou com um percalço”, disse à Lusa, lembrando um passeio de barco pela albufeira de Castelo do Bode: “Era um dia típico de verão e estava sozinho em plena albufeira quando o meu barco se avariou. De repente, vinda do nada, uma tempestade brutal com trovoadas, raios e relâmpagos. E eu ali”.

Ao ver os raios a caírem à sua volta, atraídos pela água, Hélder Silvano teve a noção que o seu corpo estaria a servir de para raios e que o seu fim estaria próximo. Acabou por ser salvo por um campista mas, “a partir daquele momento comecei a ler e a interessar-me pelo estudo deste tipo de fenómenos”, recordou.

Mais do que um passatempo, a interação entre bombeiros e proteção civil projetam hoje a sua actividade para um “espírito de missão”, fruto da fiabilidade das suas projeções resultantes do cruzamento de dados com redes de meteorologistas amadores de todo o mundo.

Adelino Gomes, presidente da Federação distrital dos Bombeiros de Santarém e comandante do corpo de bombeiros de Constância, confirmou que não dispensa as consultas ao trabalho desenvolvido por aquele meteorologista amador, um trabalho que classificou de excecional.

“A estação, o trabalho e a investigação que desenvolve é excelente e é através do seu sistema que fazemos os nossos briefings por ser muito fiável, por vezes mais fiável do que os dados disponibilizados pelo Instituto de Meteorologia”, acrescentou.

Além de ter sido dos primeiros a detetar a tempestade tropical ‘Grace’ ou de ter alertado para as condições propícias à formação do tornado que viria a assolar as localidades de Tomar, Sertã e Ferreira do Zêzere, em 2010, Hélder Silvano passou a encarar o seu passatempo com um espírito de missão depois de ter sido o responsável pela resolução de um incêndio de grandes proporções.

“Um incêndio enorme estava incontrolável e aproximava-se da povoação de Mouriscas quando detetei uma súbita mudança de direção e de velocidade, típico dos finais de tarde. Alertei os bombeiros no terreno, eles reposicionaram-se e o fogo foi ter com eles. Morreu ali”.

@Lusa

Vereador da proteção civil passa dia no quartel para conhecer problemas dos bombeiros voluntários

O vereador da proteção civil da câmara de Santarém vai passar a terça-feira no quartel dos bombeiros voluntários da cidade para conhecer de perto a realidade da corporação.

Respondendo a um convite feito pelos bombeiros, António Valente vai “instalar” provisoriamente o seu gabinete no quartel dos voluntários de Santarém e acompanhar as situações operacionais que possam ocorrer durante o dia.

“Será uma oportunidade de conhecer melhor o trabalho desta corporação e de valorizar aquilo que fazem diariamente”, disse à agência Lusa o autarca, acrescentando que está disponível para acompanhar de perto alguma situação de emergência que ocorra.

Na agenda de terça-feira estarão também os problemas financeiros da corporação para com a qual a autarquia está atrasada no pagamento de verbas de um protocolo na área da proteção civil.

Segundo disse à agência Lusa o comandante dos bombeiros voluntários de Santarém, Paulo Santos, esta corporação não recebe qualquer verba da autarquia, ao abrigo desse protocolo, há mais de um ano.

Para o vereador António Valente, a questão financeira “é importante mas não é a que mais interessa neste dia”.

Ainda assim, o autarca lembrou que a câmara de Santarém continua a pagar a sua parte da prestação de um empréstimo, que serviu para a construção do novo quartel dos voluntários de Santarém, adiantando que as verbas do protocolo será uma questão que a “câmara irá resolver dentro do possível”.

Na agenda deste dia estará também o relacionamento entre os bombeiros municipais, tutelados pela autarquia, e os bombeiros voluntários.

“Quando cheguei a esta corporação encontrei um clima de costas voltadas entre os bombeiros voluntários e os municipais”, afirmou o comandante Paulo Santos, frisando que esta iniciativa de convidar o vereador tem também o objetivo de “trabalhar com a autarquia a aproximação das duas corporações”.

O vereador sublinhou também que câmara autarquia continuará a dar “apoio incondicional” aos bombeiros e anunciou que tem marcada uma iniciativa semelhante no quartel dos bombeiros voluntários de Alcanede, estando ainda por definir uma data para a corporação dos voluntários de Pernes.

A Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Santarém festeja, a 30 de outubro, o seu 140.º aniversário, sendo a segunda corporação mais antiga do país, a seguir aos voluntários de Lisboa.

Segundo Paulo Santos, “apesar das dificuldades financeiras, a corporação tem capacidade operacional para ir respondendo aos pedidos de socorro que recebe”.

O comandante lamenta apenas que a Autoridade Nacional de Proteção Civil não tenha ainda disponibilizado uma verba para pagar o arranjo de um veículo de combate a incêndio que ficou destruído no verão passado e que ainda não foi substituído.

@Lusa

Cinco feridos em acidente com ambulância

Cinco pessoas ficaram feridas ligeiramente esta segunda-feira num acidente que envolveu uma ambulância, em Cavernães, no concelho de Viseu, disse à agência Lusa fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro.

Segundo a mesma fonte, tratou-se de uma colisão entre uma ambulância dos Bombeiros Voluntários de S. João da Pesqueira que se deslocava para Viseu e outro veículo ligeiro, ocorrida antes das 12:00, na Estrada Nacional (EN) 229.

Os feridos são «um bombeiro e a pessoa que vinha a ser socorrida na ambulância e mais três pessoas do segundo veículo», acrescentou.

Fonte do Destacamento de Trânsito da GNR de Viseu referiu à Lusa que o acidente se deu numa recta da EN229, sendo as causas desconhecidas.

Fonte: IOL

domingo, 21 de agosto de 2011

AJUDE-NOS A ADQUIRIR UMA NOVA VIATURA DE COMBATE A INCÊNDIOS



Vive a Corporação de Bombeiros Voluntários de Vila Flor momentos de uma dificuldade única em toda a sua já longa história. Na verdade, a Corporação encontra-se neste momento num ponto de ruptura grave sem meios para poder levar a cabo a missão pela qual existe.


Circunstâncias diversas, que se resumem a fortes alterações no Ministério da Saúde, levaram-nos para esta situação. Acresce o facto de, num incêndio neste mês de Agosto, termos perdido a principal viatura de combate a incêndios florestais.


Neste sentido, vem a Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Vila Flor, solicitar a V.ª Ex.ª o gesto com que queira contribuir para um fundo de donativos já criado por esta Associação e para permitir no imediato prazo a substituição da sua viatura de ataque a fogos florestais. È urgente, muito urgente o seu gesto para essa campanha de solidariedade institucional e coesão humana e sempre numa base para um concelho alargado e justo.


CONTRIBUA COM O SEU DONATIVO

Candidatos à presidência da LBP divulgam nomes que integram listas (Actualizada)

Jaime Marta Soares e Joaquim Rebelo Marinho divulgaram recentemente os nomes que integram as listas que lideram para dirigir os destinos da Liga dos Bombeiros Portugueses nos próximos três anos.

Os dois candidatos à presidência da Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP) já anunciaram os nomes que integram as listas que lideram para dirigir a confederação nos próximos três anos.

Jaime Marta Soares publica no site da sua candidatura todos os nomes que integram a lista que lidera. O presidente da Federação de Bombeiros do Distrito de Coimbra escolheu para a mesa de congressos os seguintes elementos: Presidente - Duarte Nuno Caldeira, dos Bombeiros Voluntários de Agualva-Cacém; Vice-Presidente - Castro Valente (BV Estarreja); Secretário - António Marques (BVCaldas da Rainha); Secretário Adjunto - Rui Pedro (BV Madeirenses); Vogal - Alexandra Caetano (BV Almada). Já para o Conselho Executivo, cujo candidato a presidente é o próprio Jaime Marta Soares, surgem para vice-presidentes os nomes de Rodeia Machado (BV Beja), Adelino Gomes (BV Constância); Adriano Capote (Federação de Bombeiros do Distrito de Portalegre); Rui Silva (BV Arruda dos Vinhos); Gil Barreiros (BV Gouveia), e ainda como vogais Rui Rama da Silva (BV Cascais); José Luís Morais (BVParedes); José Ferreira (BV Porto de Mós); Álvaro Ribeiro (BV Vila Real - Cruz Branca) e Teodósio Carrilho (BV Lagoa).

Carlos Bucha (BV Montemor-o-Novo) integra a lista como presidente do Conselho Jurisdicional, Mário Cerol (BV Alcobaça) como vice-presidente, e Filomena Pereira (BV Entre-os-Rios); Gil Almeida (BV S. Pedro do Sul) e Luciano Moure (BV Viana do Castelo) como vogais.

Para o Conselho Fiscal são apontados Lídio Lopes (BV Figueira da Foz) para presidente, Vasco Garcia (BV de Ponta Delgada) para vice-presidente, Joaquim Mano Póvoas (BV Carvalhos) para relator, Eduardo Correia (BV Barreiro - Sul e Sueste) para vogal, eRogério Silva (BV Pampilhosa do Botão) para secretário.

Finalmente, para o Conselho Superior Consultivo são apontados os nomes de José António Laranjeira (BV Albergaria-a-Velha), José Manuel Lourenço Baptista (BV Algueirão-Mem Martins), José Barreira Abrantes (BV Torres Vedras), Alberto Guedes de Moura (BVCrestuma), João Lima Cascada (BV Lagos), França de Sousa (BV Lisbonenses), José Campos (BV Lixa), Nélio Gomes (BV Pataias),Sérgio Gomes (BV Óbidos) Eduardo Agostinho (BV Rio Maior), Miguel Antunes (BV Linda-a-Pastora. No sítio da candidatura de Jaime Soares são ainda apontados os nomes dos suplentes desta lista.

Já Joaquim Rebelo Marinho, escolheu para a Mesa de Congressos José Manuel Correia (BV Torres Vedras) para presidente, Américo Manuel Carvalho Mendes (BV Paços de Sousa), para vice-presidente, José Manuel Pires Pereira (BV Oeiras) para secretário, José Ramos Campos (BV Sendim) para secretário adjunto, e João Manuel Pereira Soares (BV Mangualde) para vogal.

Rebelo Marinho é candidato a presidente do Conselho Executivo e tem na equipa para este órgão para vice-presidentes Pedro Ernesto Narciso Nunes (BV São Pedro de Sintra), Manuel Oliveira Guedes (BV Aguda), Paulo Jorge Simões Hortênsio (BV Seia), José Alfredo Saraiva Almeida (BV Peso da Régua) e António Manuel Marinho Gomes (BV Celorico de Basto). Para vogais, o presidente da Federação de Bombeiros do Distrito de Viseu escolheu João Carlos Albuquerque Pinto (BV Aveiro Novos), José Carlos Almeida e Lopes (BV Leiria), Pedro Miguel César Ribeiro (BV Almeirim), Alzira Maria Sousa Perna (BM Seixal) e Emídio Jorge Monteiro Camacho (BV Oliveira do Hospital).

A lista de Rebelo Marinho conta com Carlos Alberto dos Santos Batista (BV Ourém) para presidente do Conselho Fiscal, José Manuel Bugalhão Carrilho (BV Pombal) para vice-presidente, João Manuel Mendes Oliveira (BV Ervedosa do Douro) para secretário, António José Sá Ferreira (BV Póvoa do Varzim) para relator e Manuel de Sousa Eusébio (BV Castelo Branco) para vogal.

Para o Conselho Jurisdicional o candidato apresenta Paulo Marco Costa Braga (BV Estarreja) para presidente, António José Marques Rodrigues (BV Pontinha) para vice-presidente, sendo que para vogais estão indicados João Pedro da Silva Saraiva (BV Ponte de Lima), João Pedro Castro Frazão (BV Fafe) e Francisco José Viegas dos Santos (BV Pernes).

Por último, o Conselho Superior Consultivo conta com Romero Manuel Bandeira Gândara (BV São Pedro da Cova), Agostinho Pinto Teixeira (BV Esposende), Ramiro da Silva Ramos (BV Queluz), António Augusto Ferreira de Araújo (BV Sabrosa), Valdemar da Luz Jones Gonçalves (BV Alcácer do Sal), Joaquim Fernando Soares Bastos (BV Gondomar), José Gabriel Bicudo Melo (BV Ribeira Grande), José Agostinho da Silva (BV Ribeira Brava), Manuel Correia de Matos (BV Mora), Manuel João Martins Carvalho (BV Monchique) e Jorge Manuel Duarte de Miranda (BV Parede).

Mais informações sobre as duas candidaturas em http://pelosbombeirosporportugal.blogspot.com/ e em http://rebelomarinholbp.com/.

Fonte: BP

Sete fogos ativos no norte do país - Proteção Civil

Cerca de 400 bombeiros combatiam às 01:00 sete incêndios em vários locais do norte do país, sendo o que atingia o Alto das Lameiras, no concelho de Penafiel, o que mobilizava mais elementos.

Segundo a página da Internet da Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC) este incêndio, que consome mato desde a manhã de sábado, mobilizava esta noite 182 bombeiros e 58 veículos operacionais.

Em Sobrido, no concelho de Gondomar, distrito do Porto, uma frente de mato é combatida por 93 bombeiros e 34 viaturas.

Fonte: Lusa

Um morto e seis feridos em queda de palco em Celorico de Basto

Uma mulher morreu hoje na freguesia de Fervença, Celorico de Basto, atingida por uma estrutura metálica de um palco que se soltou na sequência de um forte temporal que atingiu a zona por volta das 19:00.

O presidente da Camâra Municipal de Celorico de Basto, Joaquim Mota e Silva, disse à agência Lusa que o acidente ocorreu no Lugar de Calvelo, pouco depois de ter terminado a procissão em honra da santa padroeira local, e a vítima, "na casa dos 50 anos, teve morte imediata".

"Não foi por falta de socorro porque o comandante dos bombeiros estava a assistir à festa, tal como eu, mas foi tudo muito repentino", afirmou o autarca explicando que o céu estava anormalmente escuro e de repente começou a cair granizo e a sentir-se um vento muito forte.

Ficaram ainda feridas outras seis pessoas, mas sem gravidade.

Entretanto o vento acalmou e o granizo parou mas na região de Celorico e de Modim continua a chover e a fazer trovoada, disse Mota e Silva, que é também o presidente da proteção civil local.

De acordo com o autarca, não foram, por enquanto, registados danos materiais ou interrupções de estradas.

A Autoridade Nacional da Proteção Civil registou a ocorrência na sua página da Internet, informando que estiveram no local 10 bombeiros com quatro viaturas.

Fonte: SIC

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Chuva e granizo para o fim-de-semana



Descida da temperatura, ventos fortes e ocorrência de trovoadas são as previsões do IM.

Está prevista para o fim-de-semana uma alteração ao estado do tempo com aguaceiros por vezes fortes e queda de granizo no centro e sul de Portugal, avança o Instituto de Meteorologia (IM).

Segundo o IM, Portugal vai contar com um fim-de-semana com vento moderado a forte em alguns locais, descida da temperatura e existência de condições favoráveis à ocorrência de trovoadas.

As previsões do IM para sábado são aguaceiros, que poderão ser, por vezes, fortes, e de granizo para as regiões do Centro e Sul durante a tarde. Para sábado há a previsão de uma subida da temperatura mínima.

O vento pode soprar moderado, entre 20 a 35 quilómetros por hora e estima-se que sopre mais forte nas terras altas.

No domingo são esperados aguaceiros, que poderão ser por vezes fortes, e de granizo, em especial nas regiões do interior, havendo também condições favoráveis à ocorrência de trovoadas. O vento será fraco a moderado, com rajadas na ordem dos 70 quilómetros por hora, nas terras altas.

Para segunda-feira está previsto o céu continuar muito nublado, mas vai diminuindo e para o início da semana está prevista uma pequena descida da temperatura.

A meteorologista Maria João Frada diz que esta alteração ao estado do tempo deve-se a uma depressão localizada a Oeste de Portugal Continental.

Fonte: IOL

Cuidado com o calor: temperaturas sobem acima dos 30



Sete distritos de Portugal Continental estão desde as 07:00 desta sexta-feira e até às 22:00 de sábado sob aviso amarelo devido à previsão de temperaturas máximas elevadas de acordo com o Instituto de Meteorologia (IM), escreve a Lusa.

Sob aviso amarelo estão os distritos de Braga, Bragança, Castelo Branco, Leiria, Lisboa, Évora e Beja, segundo o IM.

O aviso amarelo do IM é o segundo menos grave de uma escala de quatro e corresponde a uma «situação de risco para determinadas actividades dependentes da situação meteorológica».

O IM colocou hoje sob risco máximo de incêndio 14 concelhos dos distritos de Castelo Branco, Coimbra, Guarda e Viseu.

Com risco máximo de incêndio estão os concelhos do Sabugal, Guarda, Celorico da Beira, Fornos de Algodres, Trancoso, Gouveia e Aguiar da Beira (Guarda), Sernancelhe, Moimenta da Beira, Vila Nova de Paiva e Castro Daire (Viseu), Pampilhosa da Serra e Arganil (Coimbra) e Oleiros (Castelo Branco).

O IM prevê para hoje céu geralmente pouco nublado, aumentando de nebulosidade a partir da tarde com condições favoráveis à ocorrência de aguaceiros e trovoadas, em especial nas regiões do Centro e Sul, vento fraco, subida da temperatura máxima no litoral peste e neblina ou nevoeiro matinal a norte do Cabo Raso.

Quanto às temperaturas, em Lisboa prevê-se uma máxima de 35 graus Célsius, no Porto 28 e Faro 30.

Radiação Ultravioleta: risco muito alto

A radiação ultravioleta (UV) mantém-se também, esta sexta-feira, com valores muito altos em Portugal, de acordo com dados do Instituto de Meteorologia (IM).

No nível muito alto, o IM aconselha a utilização de óculos de Sol com filtro UV, chapéu, t-shirt, guarda-sol, protector solar e que se evite a exposição das crianças ao Sol. Estes cuidados devem ser vigorar entre as 11:00 e as 16:00.

Fonte: IOL

Bombeiros de Vila Flor com apenas uma viatura



O comandante dos bombeiros voluntários de Vila Flor alertou esta sexta-feira para uma possível incapacidade de resposta ao «flagelo» dos incêndios florestais que acontecem na sua área de intervenção, escreve a Lusa.

«Neste momento, só tenho uma viatura operacional. Mesmo assim a sua capacidade de intervenção é limitada, já que só tem capacidade para transportar 500 litros de água», explicou António Martins à Agência Lusa.

O comandante explicou que, das quatro viaturas que fazem parte do dispositivo de combate a incêndios, duas estão em arranjos numa oficina, enquanto outra ardeu num combate a um fogo, a 9 de Agosto.

«Temos duas viaturas de combate a incêndios na oficina e estamos com dificuldades financeiras para fazer face aos custos da reparação, que ascendem a 2.500 euros. Por isso, vamos ter que negociar com a oficina para acertar o pagamento em prestações, que as viaturas possam voltar ao activo o mais rápido possível», revelou o comandante.

Os responsáveis pelo corpo de bombeiros de Vila Flor esperam que a tutela olhe para as «carências» da corporação e «reponha a viatura perdida o mais rápido possível».

«Já fizemos sentir as nossas preocupações às entidades responsáveis. Agora, vamos aguardar», acrescentou António Martins.

Enquanto não é reposto o dispositivo operacional, são a corporações vizinhas «que vão ajudando» nas ocorrências.

Fonte: IOL

PJ já deteve 17 incendiários este Verão

A Polícia Judiciária (PJ) deteve, neste Verão, 17 pessoas pelo crime de incêndio florestal, a última das quais após confessar a autoria de um fogo que consumiu 35 hectares na serra do Marão, em Vila Real, escreve a Lusa.

Através da Unidade Local de Investigação Criminal de Vila Real, a PJ deteve um desempregado, de 37 anos, suspeito de ter ateado vários focos de incêndio na freguesia de Torgueda, na serra do Marão, na madrugada do dia 11.

Segundo explicou a PJ, em comunicado, devido às características morfológicas do terreno e às condições climatéricas que faziam sentir na altura, o fogo alastrou em direcção à freguesia de Mondrões.

O incêndio consumiu uma área florestal de cerca de 35 hectares, constituída maioritariamente por pinheiros, sendo que nas imediações existe um aglomerado de habitações que só não correram perigo devido à pronta intervenção dos bombeiros e de meios aéreos.

Este suspeito já tinha sido identificado na quarta-feira pela GNR, por intermédio de uma equipa de investigação de incêndios florestais, constituída há um ano no comando de Vila Real, e que junta elementos da Secção de Protecção da Natureza e Ambiente (SEPNA) e da Investigação Criminal.

Na altura, o indivíduo confessou aos guardas a autoria deste incêndio florestal e indicou como motivo para cometer o acto o «consumo de bebidas alcoólicas» e a «consequente perda da noção da realidade».

A Polícia Judiciária já deteve 17 pessoas, durante este Verão e em todo o país, pela prática de crimes de incêndio florestal.

No distrito de Vila Real, desde Janeiro, a GNR identificou 12 suspeitos de provocarem fogos. Destes, quatro foram detidos pela PJ por suspeita de incêndios em Vila Real, Mesão Frio, Alijó e Boticas.

Depois de ouvidos em tribunal, dois dos indivíduos ficaram a aguardar julgamento em prisão preventiva e o outro foi institucionalizado por apresentar um quadro de perturbação mental.

O último destes detidos vai ser presente a primeiro interrogatório judicial para a aplicação de medidas de coacção.

Fonte: IOL

Emigrante morre em acidente de moto

Na terça-feira em Vinhais morreu uma idosa vítima de atropelamento numa passadeira
Um homem de 51 anos morreu esta tarde na sequência de um acidente entre um motociclo e um automóvel na zona de Rio Frio, no concelho de Bragança. José Fernandes, comandante dos Bombeiros Voluntários de Bragança, explicou que se tratou de uma colisão entre uma moto e um carro na Estrada Nacional 218, que liga Rio Frio a Argozelo (Vimioso) do qual resultou a morte do condutor do veículo de duas rodas, um emigrante de férias em Portugal. Quando a equipa de socorristas chegou ao local, a vítima estava inconsciente e foi alvo de várias tentativas de reanimação ainda na estrada, “como não havia reacção foi transportado para a unidade de saúde de Bragança, mas acabou por falecer”, referiu. No automóvel seguiam várias pessoas, mas não houve feridos. Na passada terça-feira, em Vinhais, faleceu uma mulher de cerca de 70 anos vítima de atropelamento numa passadeira.

Fonte: Mensageiro Bragança

Incêndios: Catorze concelhos em risco "máximo"

Catorze concelhos dos distritos de Castelo Branco, Coimbra, Guarda e Viseu estão hoje em risco máximo de incêndio, segundo o Instituto de Meteorologia.

Com risco máximo de incêndio estão os concelhos do Sabugal, Guarda, Celorico da Beira, Fornos de Algodres, Trancoso, Gouveia e Aguiar da Beira (Guarda), Sernancelhe, Moimenta da Beira, Vila Nova de Paiva e Castro Daire (Viseu), Pampilhosa da Serra e Arganil (Coimbra) e Oleiros (Castelo Branco).

De acordo com o IM, em risco elevado de incêndio estão vários concelhos dos distritos de Viana do Castelo, Braga, Bragança, Vila Real, Porto, Aveiro, Viseu, Guarda, Coimbra, Castelo Branco e Portalegre.

O risco de incêndio determinado pelo Instituto de Meteorologia (IM) engloba cinco níveis, variando entre "reduzido" e "máximo”.

O cálculo deste risco é feito com base nos valores observados às 13:00, na temperatura do ar, na humidade relativa, na velocidade do vento e na quantidade de precipitação ocorrida nas últimas 24 horas.

Na quinta-feira a Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC) registou 191 incêndios que foram combatidos por 2.321 bombeiros, com o auxílio de 588 veículos.

O IM prevê para hoje céu geralmente pouco nublado, aumentando de nebulosidade a partir da tarde com condições favoráveis à ocorrência de aguaceiros e trovoadas, em especial nas regiões do Centro e Sul, vento fraco, subida da temperatura máxima no litoral peste e neblina ou nevoeiro matinal a norte do Cabo Raso.

Quanto às temperaturas, em Lisboa prevê-se uma máxima de 35 graus Célsius, no Porto 28 e Faro 30.

Fonte: Lusa

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Três fogos concentram mais de 350 bombeiros

Três incêndios activos pelas 17:00 de hoje em Moimenta da Beira (Viseu), Sabugal (Guarda) e Chaves (Vila Real) mobilizavam, pelas 17:00 de hoje, mais de 350 bombeiros, de acordo com a página Internet da Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC).

Em Cabaços, Moimenta da Beira, está activo desde as 11.29 de hoje um incêndio com duas frentes em mato, castanheiros e pinhal, que está a ser combatido por 144 homens, 34 veículos, dois helicópteros e dois aviões. De acordo com fonte da GNR de Viseu as chamas atingiram já o vizinho concelho de Tabuaço, evoluindo perto da aldeia de Sendim.

Em Bendada, Sabugal, um incêndio que se iniciou pelas 23.12 de quarta- feira mantém uma frente activa em mato e está a ser combatido por 142 operacionais, com 40 veículos e um helicóptero. Já em Agrela, concelho de Chaves, as chamas estão a consumir mato e evoluem em duas frentes, combatidas por 69 homens, 19 veículos e um helicóptero.

Segundo a ANPC desde as 00:00 até às 17:00 de hoje foram registados 129 fogos, 12 dos quais permanecem activos.

Fonte: DN

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Bombeiros sem carros para combater fogos



Os bombeiros de Vila Flor estão em sobressalto por se encontrarem praticamente sem viaturas de combate aos fogos em pleno Verão.

Um carro ardeu e outras viaturas estão avariadas sem que tenham verbas para as mandar reparar.

Em declarações à TVI, os bombeiros admitem estar perante um cenário negro na luta contra os fogos no nordeste transmontano.

Fonte: IOL

Para esclarecimento geral ( e em resposta a coments do BPS )



Caros, lá por estar calado, não quer dizer que as coisas não se divulguem nem que sejam do conhecimento geral.
Acontece que e pela amizade que sempre mantive com os administradores de portais de Bombeiros e BLOGS, o meu nome tem estado conotado de forma negativa a vários posts e tem havido um grande aproveitamento de outras pessoas na denuncia de várias situações, inclusive uma denuncia à ANPC de "possíveis" anomalias nas ECINs...
Afinal estavam à espera de quê?
Que eu dissesse que as ambulâncias dos Bombeiros de Macedo de Cavaleiros quase não têm gasóleo para socorrer doentes e sinistrados? E que nos valeu a Câmara Municipal senão nem gasóleo havia para colocarmos nos carros de incêndio?
Está dito!
Querem também que eu diga que o VFCI02 está INOP porque não tem pneus porque se diz que não há dinheiro?
Está dito!
Querem que eu diga mais alguma coisa que é do conhecimento geral mas que por cobardia muitos se remetem ao silêncio e têm medo de dar a cara?
Está dito! Há mais alguma coisa a dizer??
AHH!! estava-me a esquecer que vocês querem que eu diga que os Bombeiros Voluntários de Macedo de Cavaleiros estão bem mais que falidos por gestões ruinosas anteriores??
Está dito!
E agora? o que vão fazer? O costume, ou seja, NADA, para além de se acusarem mutuamente e de falarem mal uns dos outros. Os problemas estão à muito tempo identificados, mas por motivações politicas e ajustes de contas pessoais, ninguém tem coragem de resolver principalmente porque não quer!
Quero afirmar além do que já disse que embora não pareça estou com o MEU COMANDANTE! Porque é a ele que devo LEALDADE e responder inclusive por este comentário, o que não significa que queira o lugar dele ou um lugar no Comando que nunca me foi oferecido e mesmo que fosse, NUNCA o aceitaria!
Finalmente, escusam de me "picar" porque se eu entender que deva falar, eu falo, sem receio e sem motivações politicas, porque eu SOU SIMPLESMENTE UM BOMBEIRO que dá sempre o seu melhor, pelo que exijo só e apenas RESPEITO e CONDIÇÕES PARA DESEMPENHAR A MINHA FUNÇÃO!

Fonte: http://luisrok.blogspot.com

Cerca de dois mil incêndios em Agosto



De acordo com a Autoridade Nacional de Protecção Civil, foram registados 2419 incêndios florestais nos primeiros quinze dias do mês de Agosto, o que corresponde a uma média de 161 por dia. O dia mais negro da fase Charlie foi na sexta-feira, dia 12, onde foram assinalados 288 fogos.

A fase Charlie, a de maior risco de incêndios florestais, teve início a um de Julho e termina a 30 de Setembro e conta com mais de nove mil bombeiros, 2018 viaturas e 41 meios aéreos, para além dos 237 postos de vigia da responsabilidade da GNR.
Os números apresentados pela Autoridade Nacional de Protecção Civil são provisórios mas dão conta de uma redução em cerca de 28 por cento do número de incêndios florestais, comparativamente com o ano anterior. Contudo as ocorrências de fogo posto aumentaram 32, 7 por cento entre Janeiro e Julho, relativamente aos mesmos meses de 2010, tendo sido registados 11.235 ocorrências, contra as 8.464 do ano transacto.

Fonte: Jornal O Correio

“Protecção Civil deve reduzir cargos a mais”







Para evitar a ruptura financeira dos voluntários, a Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP) defende "uma avaliação à estrutura da Autoridade Nacional de Protecção Civil e a redução de cargos, que estão comprovadamente a mais, e direccionar essas verbas para as estruturas de base", diz o presidente da LBP.

A LBP entregou ontem no Ministério das Finanças parte das conclusões do estudo às contas de 2010, onde se conclui que 20% das despesas são custos de funcionamento com luz, água, gás, comunicações e manutenção. Duarte Caldeira alerta para a situação de iminente ruptura com o aumento do IVA.










Fonte: CM

Incêndio em Carrazeda de Ansiães combatido por dois meios aéreos

O incêndio que lavra desde as 14.20 horas desta quarta-feira na localidade de Pinhal Norte, em Carrazeda de Ansiães, no distrito de Bragança, está a ser combatido por dois meios aéreos, de acordo com a Autoridade Nacional da Protecção Civil.

Segundo um balanço realizado pela ANPC às 15.20 horas, o incêndio tinha duas frentes activas em zonas de mato e pinhal, mas duas horas depois, de acordo com a mesma fonte, o fogo mantinha apenas a frente de mato.

Apesar da redução das frentes, neste último par de horas houve um reforço dos meios envolvidos no combate às chamas. Pelas 17.45 horas eram 76 os operacionais que tentavam apagar o fogo, auxiliados por 24 veículos operacionais e por dois aviões bombardeiros.

De acordo com a página oficial da ANPC, o incêndio em Rendufe, no concelho de Valpaços, no distrito de Vila Real, continua activo, estando a ser combatido por 45 bombeiros, com o auxilio de 12 veículos operacionais.

Este fogo com uma frente activa numa zona de mato iniciou-se na terça-feira às 10.42 horas e chegou a ter quatro frentes activas, mas foi dado como dominado às 00.32 horas desta quarta-feira.

Este incêndio reactivou-se às 13.58 horas.

Fonte: JN

Incêndio em Moncorvo já foi dominado

Já foi dominado o incêndio de Cabanas de Cima, em Torre de Moncorvo, que desde a tarde de segunda-feira trazia em sobressalto as populações de Horta da Vilariça e Castêdo.

De acordo com a Protecção Civil distrital, o incêndio foi dominado ao cair da noite, pouco depois das dez e meia, numa altura em que combatiam as chamas mais de 200 homens e 50 veículos.

Entrou em fase de rescaldo às 2h20 da manhã.

Nesta altura ainda concentra vários homens nas operações de rescaldo, para evitar reacendimentos, como os de ontem.

Recorde-se que o incêndio também tinha sido dominado de madrugada mas as altas temperaturas deram origem a reacendimentos, que aproximaram as chamas de algumas aldeias do concelho de Torre de Moncorvo.

Fonte: Brigantia

Bombeiros de Freixo de Espada-à-Cinta estiveram sem comunicações 24 horas

Freixo de Espada-à-Cinta esteve sem comunicações durante 24 horas. Entre o final da tarde de segunda-feira e ontem, não houve telefones, telemóveis ou mesmo comunicações das forças de segurança. Os bombeiros foram os mais afectados.

O comandante Sá Lopes explica que chegou mesmo a estar em causa o socorro às populações.

“Tivemos uma situação em que foi solicitado o INEM aqui numa freguesia e o CODU teve de accionar o INEM de Mogadouro para vir aqui a Freixo porque não conseguia entrar em contacto connosco”, conta.

As comunicações foram retomadas ao final da tarde de ontem.

Mas continua sem haver uma explicação concreta para o problema.

“Deram-me duas explicações. Uma delas que terá sido um caçador que deu um tiro num cabo. Outra, que tinha sido um incêndio em Ligares. Mas quando o incêndio começou já não tínhamos comunicações e nem para as avarias conseguíamos ligar. Tivemos mesmo de pedir ao Centro de Operações de Bragança que ligasse. Só se conseguiu através do CDOS nacional contactar a PT”, explicou.

O comandante Sá Lopes frisa que nunca tinha havido uma avaria desta dimensão.

“Que tivesse esta dimensão e abrangesse os diversos meios, não. Foi telefones, internet, telemóveis e mesmo o sistema de rádio. Só conseguíamos falar com rede espanhola. Depois descobrimos que um dos operadores portugueses funcionava e pedimos alguns telefones emprestados para termos comunicações com o exterior.”

A avaria afectou também a rede multibanco, obrigando mesmo ao encerramento de agências bancárias.

A Brigantia já procurou um esclarecimento junto da PT mas, até ao momento, ainda não obtivemos qualquer resposta.

Fonte: Brigantia

Assembleia dos bombeiros chumba venda de antigo quartel de Macedo



Os sócios da Associação Humanitária dos Bombeiros de Macedo de cavaleiros não autorizam a venda do antigo imóvel com vista à regularização das dívidas da Associação.

Depois de não se ter chegado a um consenso na reunião extraordinária de Junho, a Assembleia voltou a reunir na passada sexta-feira para discutir o mesmo assunto. 27 sócios votaram contra, 10 votaram a favor e 3 abstiveram-se. Um “resultado histórico” nas palavras do próprio presidente da Assembleia mas que não surpreende José Carlos Dias, o presidente da Associação Humanitária.

“Agora vou reunir com a direcção e deliberaremos o caminho a seguir”, frisou.

Recorde-se que os bombeiros de Macedo de Cavaleiros têm uma dívida que ultrapassa os 222 mil euros, dos quais cerca de 200 mil estão relacionados com a construção do novo quartel. Na última reunião os sócios pediram que a direcção tentasse encontrar outras soluções para a situação mas José Carlos Dias argumenta que a venda do imóvel é a melhor solução a curto prazo.

“Contactámos os bancos e negaram-se. Eles estão cheios de casos e querem é vender os que têm. Houve um banco que nos fez uma proposta mas com juros e spread incomportáveis”, revelou.

Esta situação é agravada, segundo o presidente pelo actual modelo de transporte de doentes.

“A grande parte de receita que tínhamos vinha do transporte de doentes, que agora não existe e, por isso, não há dinheiro.”

Quem votou contra a alienação do imóvel foi o próprio comandante dos bombeiros, João Venceslau. Antes de vender o antigo imóvel recorda que este ainda precisa de sofrer várias alterações, facto que impediu que a mudança dos bombeiros para o novo quartel tivesse sido feita mais cedo.

“Votei contra porque mantenho a posição da primeira assembleia. Neste momento não nos é favorável a venda. Basta pensar na situação actual. E sou da opinião, enquanto sócio, que acabará por ter esse fim. Mas ao fazermos uma venda devíamos criar, primeiro, melhores condições no actual. Com a venda daquele iríamos só pagar dívidas anteriores”, sublinhou.

João Venceslau admite que os bombeiros de Macedo estão a passar por uma situação difícil e reforça a ideia de que a união é muito importante para que se possa continuar a garantir o socorro a toda a população.

“Também entendo que, neste caso, a direcção tem um problema grave em mãos, que herdou de outra direcção. Temos de nos unir, porque estamos a falar de socorro a pessoas, que não pode ser posto em causa em momento algum.”

Os sócios da Associação Humanitária dos Bombeiros de Macedo de Cavaleiros a manifestarem-se assim, contra a alienação do antigo quartel. As dívidas dos Bombeiros ultrapassam os 222 mil euros e há já fornecedores que ameaçam recorrer aos tribunais.

Fonte: CIR

Bombeiros sem telefones há 19 horas



Corporação está sem comunicações, isto é sem telefone, telemóveis, Internet e rede SIRESP
Os Bombeiros de Freixo de Espada à Cinta estão desde as 19h00 de ontem sem qualquer tipo de comunicações, um problema que está a prejudicar o seu trabalho e já obrigou o CODU (Centro de Orientação de Doentes Urgentes) a accionar a corporação de Mogadouro, um concelho vizinho, para uma situação ocorrida na aldeia de Lagoaça. António Sá Lopes, comandante da corporação, explicou que “estão sem telefone fixo, sem comunicações rádio, nem Internet nem SIRESP (Sistema Integrado das Redes de Emergência de Portugal), ou seja sem qualquer tipo de comunicações”. A Corporação está a usar os telemóveis pessoais de dois efectivos da rede Vodafone, a única que funciona, para comunicar com o CODU e o CDOS (Centro Distrital de Operações de Socorro), “mas são telefones privados, é para remediar sempre que precisamos de entrar em contacto com esses serviços”, afirmou António Sá Lopes, que contactou a Portugal Telecom (PT) para dar conta da avaria e recebeu diferentes explicações. Também a Câmara de Freixo de Espada à Cinta e o Centro de Saúde não dispõem de comunicações.

Fonte: Mensageiro Bragança

Reacendeu-se incêndio de Moncorvo

Reacendeu-se o incêndio em Cabanas de Cima, no concelho de Torre de Moncorvo, que tinha sido dado como extinto ao início desta manhã.

As altas temperaturas reactivaram as chamas e os difíceis acessos estão a condicionar o trabalho dos bombeiros.

No local, e há instantes, o comandante distrital da protecção civil, o Major Carlos Alves, fazia o ponto da situação.

“É uma zona com muita pedra, muita carga térmica e, de manhã, quando o sol começou a bater, houve reacendimentos. A maior dificuldade tem sido com os acessos. Não conseguimos meter máquinas de rastos e têm sido os homens, com ferramentas, a fazer combate apeado”, explicava.

Do Porto chegaram também, durante a madrugada, alguns reforços.

“Sim, também estão a actuar”, sublinhou, explicando que, “de momento, não há populações em risco”. Nesta altura arde uma zona de “mato e algum sobreiro, na Horta da Vilariça e Castedo”.

Já esta tarde foram accionados dois aviões bombardeiros médios anfíbios, que têm ajudado os 104 homens que se encontram no terreno, apoiados por 31 viaturas e um helicóptero.

Recorde-se que este incêndio em Cabanas de Cima, no concelho de Torre de Moncorvo, começou já ao início da tarde de ontem.

Chegou a ser dado como extinto pelos bombeiros ainda antes das sete da manhã mas, devido às altas temperaturas, as chamas reacenderam-se.

Fonte: Brigantia

Incêndios deixam bombeiros de Vila Flor sem viaturas

Os bombeiros do distrito de Bragança tiveram uma noite atribulada, com vários incêndios nos concelhos de Mirandela e Torre de Moncorvo. O incêndio de cabanas de cima foi o mais preocupante e só foi dado como extinto ao início da manhã.

Lavrou com 2 frentes activas e chegou a mobilizar quase 70 homens, obrigando mesmo a um reforço de uma coluna de bombeiros do Porto.

Também em Urros, ainda no concelho de Torre de Moncorvo, lavrou outro incêndio, extinto de madrugada.

Em Mirandela, foram dois fogos a preocupar os bombeiros.

E por causa da vaga de incêndios, os Bombeiros de Vila Flor estão em sobressalto devido à falta de meios para combater os fogos. Depois de na semana passada terem visto arder duas das suas viaturas em plena luta contra as chamas, eis que agora as poucas viaturas disponíveis estão avariadas, o que leva ao desespero de António Martins, o comandante da corporação.

“Estamos numa situação difícil, só temos um veículo com 400 litros. Não chega. O restante parque está destruído e avariado. É uma situação muito difícil para nós.”

Uma situação é ainda mais aflitiva porque o concelho de Vila Flor tem sido assolado por vários focos de incêndio nos últimos dias, o que tem obrigado o comandante a pedir ajuda às corporações vizinhas.

“Já hoje [ontem] tive dois incêndios de alguma dimensão. Tenho posto o meu pessoal apeado, mas não dá para combater os incêndios de forma eficaz. Tenho pedido meios às corporações vizinhas mas demoram sempre 45 minutos a uma hora a chegarem. E o fogo não pára à espera que os meios cheguem.”

Os habitantes locais estão a fazer pressão à própria corporação e procuram soluções, pois temem que as suas próprias casas não estejam em segurança.

“Em situação de urgência sabem que não temos veículos para poder acudir e estão sobressaltados.”

Neste momento em que a corporação de bombeiros de Vila Flor está praticamente sem viaturas operacionais, António Martins não sabe quando poderá voltar a contar novamente com as viaturas mas já não acredita ser possível reaver as viaturas nesta época incêndios.

“Não, não tenho esperança nenhuma nem perspectivas. As viaturas que tenho avariadas vou ver se a oficina lhes dá um jeito rapidamente.”

Os bombeiros de Vila Flor em dificuldades neste Verão devido à falta de viaturas operacionais, depois de na semana passada terem perdido dois veículos de combate aos incêndios.

Fonte: Brigantia

domingo, 14 de agosto de 2011

Sócios da Associação Humanitária dos Bombeiros Macedo votam contra a venda do antigo quartel



Realizou-se no passado dia 12 de Agosto de 2011, uma assembleia extraordinária para a venda do antigo quartel dos Bombeiros de Macedo de Cavaleiros, no qual os sócios maioritariamente votaram contra a venda do quartel.

“Portugal continua a ter uma floresta explosiva”



Duarte Caldeira, Presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses, fala sobre os incêndios no País.

Correio da Manhã – Comparando com outros anos, tem havido muitos fogos, mas ainda não houve um grande incêndio este Verão...
Duarte Caldeira – Concordo. Há um maior número de ignições mas a área ardida é significativamente menor. Não só pelo Verão ter chegado em força apenas em finais de Julho, mas também pela maturidade dos bombeiros a combater os fogos na sua fase inicial e por haver melhor coordenação operacional.

– Como tem visto o papel político a tentar debelar este problema nacional?
– Os fogos sempre foram uma arma de arremesso político. Há espaços florestais ao abandono, ninguém liga ao mundo rural, não há um cadastro florestal actualizado, e as políticas correctivas têm tardado. Continuamos a ter uma floresta explosiva.

– O estado das florestas é então preocupante...

– Muito. Na limpeza das florestas, ainda há um longo caminho a percorrer. É vital um esforço entre municípios, bombeiros e particulares. Depois vêem-se as pessoas desesperadas a tentar proteger as suas casas.

Fonte: CM

Espanha ajuda combate a fogo



Sem telefones, rádios e impedidos até de passarem com os carros nas estreitas ruas das aldeias, os bombeiros viveram horas de aflição no ataque às chamas que, anteontem e ontem, rodearam as aldeias do Cambedo, Vilela Seca e Vilarelho da Raia, no concelho de Chaves.

O fogo ameaçou as casas e foram muitos os moradores que se juntaram aos bombeiros para travar o incêndio que só foi dado como extinto pelas 4h00. Vieram bombeiros de Espanha e juntaram-se às corporações transmontanas. "Foi muito complicado comandar as operações com uma frente de fogo com mais de 25 km", disse aoCM o comandante operacional distrital de Vila Real, Almor Salvador.

Além dos incalculáveis prejuízos de vinha, foi na Quinta da Barreirinha que os prejuízos foram maiores. O edifício, as alfaias agrícolas e um tractor arderam. Morreram 10 cães de gado. "Se os meios aéreos não tivessem demorado tinha salvo a criação", disse Domingos

Fonte: CM

Quartel dos bombeiros em Muge encerrou para férias por falta de pessoal

Os Bombeiros Voluntários de Salvaterra de Magos têm uma secção na freguesia de Muge que habitualmente só funciona nas horas de expediente. Agora, em plena época de incêndios, encerrou por falta de pessoal. A funcionária que garante o atendimento do telefone e a manutenção das instalações, designada por quarteleira, e que é mulher do condutor da ambulância de transporte, está a gozar o período de férias e como não há ninguém para a substituir, as portas do quartel estão fechadas. Apesar das dificuldades a direcção dos bombeiros garante que não quer encerrar definitivamente a secção.

Mesmo que a funcionária estivesse ao serviço pouco ou nada podia fazer já que o telefone foi cortado há dois meses por falta de pagamento e neste momento também não há electricidade. A única viatura que está actualmente ao serviço, uma ambulância com mais de 700 mil quilómetros, só pode fazer transporte de doentes e não está preparada para evacuar feridos. O quartel já teve uma ambulância de socorro e uma viatura de combate a incêndios.

O comandante dos Voluntários de Salvaterra de Magos, José Alberto Vitorino, assegura que não está em causa o fecho da secção que considera poder ser útil no socorro na zona de Muge, Granho e Glória, atendendo à grande distância que estas têm da sede de concelho. Uma viatura pesada de combate a incêndios demora cerca de 20 minutos a fazer o percurso entre Salvaterra e Glória. A câmara municipal ofereceu uma viatura nova para combate a incêndios para a secção, mas não há pessoal para trabalhar com ela.

José Alberto Vitorino explica que alguns elementos atingiram a idade limite para exercerem funções e outros passaram ao quadro de reserva por não terem os requisitos mínimos exigidos pela Autoridade Nacional de Protecção Civil, que são 120 horas de piquete operacional e 75 horas de formação anuais. “Ficaram apenas cinco elementos que são insuficientes para neste momento garantirem um piquete diário”, explica o comandante, indicando que o número ideal para manter operacional a secção 24 horas por dia é de 20 elementos.

Em Outubro vai iniciar-se uma nova recruta e José Alberto Vitorino aproveita para lançar o repto aos jovens de Muge para que se inscrevam e possam fazer parte da secção para ajudarem a comunidade. O presidente da direcção dos bombeiros, António Malheiro, garante que está empenhado em dinamizar a secção.
Fonte: O Mirante

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Homem morre afogado ao tentar salvar crianças



Um homem de 47 anos morreu ontem afogado no Rio Cávado, em Barcelinhos, quando tentava ajudar duas crianças em aflição na água.
A vítima é um emigrante em França residente na Trofa que estava acompanhado de um casal amigo e respectivos filhos.

Foi ao tentar ajudar uma criança de sete anos e uma jovem de 17 que a vítima perdeu a vida.
Os menores acabaram por ser retirados da água por outra pessoa, mas o emigrante foi arrastado.
O filho da vítima - ainda criança - estava no local e assistiu à tragédia e às operações dos bombeiros para tentar encontrar o pai.

No local esteve também uma psicóloga da Câmara Municipal de Barcelos para apoiar o filho da vítima e a amigos da família .
Tudo aconteceu por volta das 13h30, mas o corpo só foi encontrado pouco depois das 20h00.
Aliás, o alerta só chegou aos Bombeiros Voluntários de Barcelinhos às 14h08.

Durante toda a tarde, mergulhadores dos Bombeiros Voluntários de Barcelinhos e de Barcelos ‘bateram’ o local para tentar localizar o corpo.
No local esteve uma equipa do INEM com a Viatura Médica de Emergência e Reanimação, mas desmobilizou ao início da tarde.
A GNR de Barcelos também esteve no local.

O afogamento aconteceu no mesmo local onde, em meados de Abril, deste ano, um jovem de 15 anos perdeu a vida.
Trata-se de uma zona de recreio onde há um aviso a interditar a prática balnear.

Fonte: Correio do Minho

Bombeiros activam meios aéreos para combate aos fogos no Norte do país



Estão por dominar incêndios nos distritos de Braga, Porto e Bragança.

Já estão em acção meios aéreos de combate aos 10 incêndios florestais activos em território continental. Entre eles, um fogo que eclodiu pouco antes das duas da madrugada em Freixeda, no concelho de Mirandela, distrito de Bragança. O incêndio lavra numa zona de mato com duas frentes activas.

Um meio aéreo também já está a ajudar a travar um incêndio em Outoreca, no concelho de Baião, distrito do Porto, que lavra desde as seis da tarde de ontem.

Também por circunscrever está um outro incêndio, que eclodiu às quatro da madrugada em Pinheiro, no concelho de Terras de Bouro, no distrito de Braga.

Foram já registados 85 incêndios desde a meia-noite, de acordo com o site da Protecção Civil.

Fonte: RR

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Bombeiros lamentam perda de duas viaturas destruídas pelas chamas em Vila Flor




O comandante dos Bombeiros de Macedo de Cavaleiros lamentou hoje a perda de uma viatura de combate a incêndios, destruída pelas chamas na terça-feira, quando operava em Carvalho de Egas (Vila Flor).

"A falta de uma viatura no dispositivo operacional de uma corporação de bombeiros é sempre matéria sensível", disse à Lusa João Carlos Venceslau.

As duas viaturas que ficaram inoperacionais neste incêndio pertenciam às corporações de bombeiros de Macedo de Cavaleiros e Vila Flor.

Por seu lado, o Comandante Distrital de Operações de Socorro, Carlos Alves, garantiu que nesta fase a perda das duas viaturas não vai afectar o dispositivo de combate a incêndios no distrito de Bragança.

"As corporações afectadas têm alguma possibilidade de colocar outras viaturas ao serviço", acrescentou.

O incêndio que lavrou numa área de mato demorou cerca de 19 horas a ser dominado.

Fonte: http://www.dnoticias.pt

Dois carros dos bombeiros destruídos pelas chamas em Vila Flor


Bombeiros da Guarda ameaçam acabar com equipas de primeira intervenção

Autarquia deve cerca de 200 mil euros de subsídios à Associação Humanitária dos voluntários da Guarda e não paga a parte que lhe compete dos ordenados.

Tal como no ano passado, a Câmara da Guarda voltou a estar no centro das atenções das comemorações dos 135 anos da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários Egitanienses. E novamente pelos piores motivos: uma dívida de cerca de 200 mil euros por subsídios em atraso que pode pôr em causa a operacionalidade da corporação. Desta vez, Álvaro Guerreiro, que cumpre o seu último mandato na presidência da direção, foi direto ao assunto. «A mim, as explicações já não me servem, o que me interessa são respostas concretas à falta de pagamento de subsídios desde o final do primeiro trimestre de 2009», declarou, garantindo que nesta situação «ninguém consegue gerir seja o que for». Muito menos a equipa de primeira intervenção. É que os metade do salário dos seus elementos está a ser suportado pela Associação Humanitária, «mas o compromisso foi assumido pela Câmara», adianta. Segundo o dirigente, o restante tem sido pago «pontualmente» pela Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC), que já oficiou o município a saber o que se passa. «A autarquia já liquidou três meses, mas entretanto tivemos que pagar junho, julho, o subsídio de férias e agosto. Assim não dá, pelo que já informámos a ANPC e a Câmara que, se a situação não for ultrapassada, não temos mais capacidade para continuar a pagar a estes homens e teremos que rescindir os contratos de trabalho», assumiu Álvaro Guerreiro. O responsável realça que o incumprimento da edilidade está a gerar um sufoco financeiro sem precedentes, ao ponto de poder comprometer a compra de uma viatura de combate a fogos urbanos, uma velha ambição da corporação comandada por Luís Santos. «Temos uma candidatura aprovada para um carro que custa 150 mil euros, só que neste momento não temos dinheiro para comprar um veículo que tanta falta faz aos bombeiros da Guarda», declara o presidente da direção. O mesmo já não aconteceria «se tivéssemos auferido da Câmara os 200 mil euros que nos são devidos, chegava e sobrava para pagar a nossa comparticipação», lamentou. Pelo mesmo diapasão afinou Duarte Caldeira. O presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP) avisou que «não poderemos aceitar que o socorro dos cidadãos protagonizado por esta associação seja sempre remetido para uma escala de prioridades que não é a adequada nem consonante com a grandeza e a importância da sua missão». O dirigente disse não ser «admissível continuarmos a ter protocolos e acordos que não são cumpridos sem que haja consequências para alguém – além dos bombeiros, que têm que se substituir à autarquia». Pediu, por isso, que, a par dos dos elogios, «precisamos de uma co-responsabilização ativa e materializada em compromissos exequíveis e cumpríveis». O caso levou mesmo Duarte Caldeira a declarar que Governo, municípios e voluntários só poderão protagonizar «o futuro do socorro e a missão dos bombeiros se estas três artes funcionarem harmonicamente», sendo que cada uma terá que assumir as suas responsabilidades «em tempo útil». Presente na cerimónia, o vereador Vítor Santos esclareceu a situação dizendo que «não está em causa o pagamento, mas sim o momento em que poderá ser efetuado». Contudo, o autarca acrescentou que o município não deve só aos bombeiros da Guarda. «A Associação Humanitária faz parte de um conjunto de associações e coletividades com subsídios em atraso», assumiu. Vítor Santos considerou ainda que é tempo de «todos sermos realistas e procurarmos novos caminhos de gestão para encontrarmos pontos de equilíbrio». E não tem dúvidas que no futuro vai ter que haver cedências porque «só assim é possível criar sustentabilidade nestas associações humanitárias». À margem da sessão solene ficou também a saber-se que Luís Borges deverá ser proposto por Álvaro Guerreiro para a presidência dos bombeiros da Guarda. «Todos os elementos da atual direção estão preparados para continuar, mas cabe aos sócios a palavra final». A assembleia eleitoral deverá ocorrer até ao final do ano.

Jornal O Interior