segunda-feira, 28 de março de 2011
Falta promulgação do Presidente da República para implementar ULS
Liga dos Bombeiros preocupada com diminuição de meios para incêndios de Verão

Associações de bombeiros recorrem à banca para pagar novas viaturas

Bombeiros de Oliveira do Hospital receiam necessidade de redução de pessoal

BOMBEIROS RECEBEM CRACHÁ DE OURO DA LIGA DOS BOMBEIROS PORTUGUESES
Jovens garantem a continuidade da Banda 25 de Março na aldeia de Lamas de Podence

GNR faz levantamento do isolamento de idosos
sábado, 26 de março de 2011
“Não aguentamos esta situação mais 2 meses”

Duarte Caldeira – Porque vieram reduzir drasticamente os serviços de transporte e, por isso, as suas receitas. Há casos de associações de bombeiros que viram os serviços de transporte reduzidos na ordem dos 70 por cento.
– O despedimento de bombeiros é inevitável...
– Infelizmente. Se diminuem os serviços, os tripulantes não têm trabalho, e as corporações não têm necessidade de os manter ao serviço. Há situações muito complicadas em muitas associações.
– Considera que as exigências das novas regras estão a pôr em causa o socorro às pessoas?
– Não tenho a mínima dúvida. Tenho conhecimento de muitos casos de pessoas que, por não terem possibilidades financeiras para o transporte, acabaram por desistir de fazer os tratamentos.
– O que espera da reunião que vai ter com a ministra da Saúde na próxima quinta-feira?
– Que as regras sejam alteradas de forma a evitarmos uma situação de ruptura financeira nos bombeiros. Espero uma resolução, porque, devido à situação política que se vive e à possibilidade de eleições, os bombeiros não aguentam mais dois/três meses nesta situação.
– O problema pode também afectar os outros níveis de operacionalidade dos bombeiros?
– Sim, porque as associações têm escalas pré-estabelecidas, e a dispensa de bombeiros vai afectar os outros sectores de socorro, como o serviço no INEM e os incêndios.
– Quais as zonas do País mais afectadas?
– O Interior, porque é onde se realizam mais serviços para fora das localidades e as viagens são mais longas. É ali que as pessoas mais precisam de transporte. Algumas ficaram tristes com os bombeiros porque pensam que o ónus da culpa é deles.
Mil bombeiros vão ficar sem emprego

Numa atitude que bombeiros e dirigentes consideram "desumana e puramente economicista", o Ministério da Saúde alterou as regras dos transportes não urgentes. Assim, desde o dia 1 de Janeiro, ficou determinado que o acesso dos doentes ao pagamento da despesa pelo Ministério da Saúde apenas é garantido a quem, em simultâneo, apresente justificação clínica actualizada e demonstre insuficiência económica.
Nas primeiras semanas do ano, algumas corporações transportaram os doentes que não cumpriam os requisitos sem lhes cobrar qualquer verba, mas devido às dificuldades económicas viram-se obrigadas a deixar de o fazer.
A Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP) fez um levantamento e concluiu que nos primeiros dois meses e meio do ano já foram dispensados pelas corporações 103 tripulantes. Mas para Duarte Caldeira, presidente da LBP, a situação vai piorar. "Prevê-se que os bombeiros tenham uma redução de 30 por cento de receitas. Isso implica que têm de fazer reajustamentos no quadro de pessoal na mesma medida. As corporações podem ter de dispensar perto de mil pessoas até final do ano", adianta.
Algumas associações já estão a atravessar graves dificuldades financeiras e, além do despedimento de bombeiros, ponderam encerrar valências e vender património. "Se isto não mudar, vou ter de dispensar oito dos 23 tripulantes", disse ontem António Pinto, presidente da direcção dos bombeiros de Castro Daire.
Fonte: CM
UCCs do distrito de Bragança mal distribuídas
A zona norte do distrito está praticamente a descoberto o que obriga dos utentes e família oriundos desta área a deslocarem-se para a parte sul.
Carmo Ferreira considera fundamental o factor de proximidade para o sucesso na recuperação do doente.
“Aqui às vezes não é só o número, é o local onde estão situados. Uma das preocupações é a proximidade à família, porque o doente não quer sair de sua casa. E a área junto a Bragança é carente. Esperamos ter mais até final do ano, porque um doente de Bragança terá de ir par Vila Real ou Freixo de Espada à Cinta e as distâncias são grandes.”
O distrito de Bragança tem uma resposta a rondar os 34% nas unidades de média duração e de 83% nas unidades de longa duração.
O secretário de estado da saúde, Manuel Pizarro, que esteve na abertura deste congresso, adianta que o distrito vai receber mais equipamentos destes.
“Sim, vão ainda surgir mais algumas unidades. Ainda temos espaços para mais duas ou três para complementar a resposta aos cidadãos. Os locais estão a ser estudados. A possibilidade de financiamento do QREN existe mas não tenho informações, já que está nas mãos do júri”, explicou Manuel Pizarro.
A primeira Unidade de Cuidados Continuados a ser criada no distrito de Bragança foi a de Freixo de Espada à Cinta, em parceria com a Santa Casa da Misericórdia local.
O provedor, José Santos, salienta que o maior problema vivido diz respeito ao financiamento.
“Com esta capacidade foi a forma de a rentabilizarmos porque hoje as unidades com menos de 30 camas estão com grandes dificuldades de manutenção. E temos tido a experiência de haver sempre acima de 85 por cento de ocupação. Achamos é que terá de ser financiada um pouco melhor porque as coisas andam muito no limite”, adiantou.
A Unidade de Cuidados continuados de Freixo de Espada à Cinta é de média e longa duração.
Tem capacidade para 39 camas e dá trabalho a 40 pessoas.
Escrito por Brigantia
quarta-feira, 23 de março de 2011
Agricultor morreu em acidente com carroça
Rali de Portugal: 2.600 pessoas envolvidas na organização

Arronches: Bombeiros podem levar a despedimentos e venda de património
TIR choca com casa
Bombeiros combatem 16 incêndios activos pelo país

ExpoFlorestal começa em Albergaria a 8 de Abril

"A aposta na Educação Ambiental" é encarada pela organização como um dos principais objectivos do evento, "permitindo a crianças e jovens e à própria sociedade em geral, o reconhecimento da importância da floresta e dos desafios inerentes a uma Gestão Florestal Sustentável", refere a organização em comunicado.
Desde a primeira edição que "se pretende criar um espaço de reunião entre todos os agentes da fileira, e envolver a sociedade civil nas problemáticas florestais", sublinham os organizadores, que adiantam que "o desenvolvimento sustentado da floresta portuguesa está directamente dependente de três principais processos, os quais são igualmente a base deste evento: O reconhecimento geral da importância da floresta, a nível ambiental, sócio-cultural e económico; A melhoria e reforço das relações entre os diversos agentes da fileira e a sensibilização geral da sociedade, pela criação de uma consciência ecológica fundamental para a preservação e protecção dos ecossistemas florestais.
O sector florestal "tem um papel fundamental para o desenvolvimento de Portugal, e a Expo-Florestal, congratula-se por representar este desígnio nacional".
Com uma ocupação de 39% do território nacional, a floresta portuguesa sequestra mais de 289 milhões de toneladas de CO2, e gera no seu conjunto aproximadamente 3,2% do PIB nacional, é o terceiro sector exportador, e abrange mais de 400.000 proprietários e 260.000 trabalhadores nos diversos agentes da fileira.
Fonte: Rádio Terranova
“Do ponto de vista operacional os bombeiros funcionam melhor que antes”

“Não há serviços não feitos, não há reclamações da população, não há intervenções que não tenham sido resolvidas”, salienta o vereador Carlos Rabaçal, referindo-se à Companhia de Bombeiros Sapadores de Setúbal que, desde Fevereiro, está a operar com mais um turno, num total de cinco.
Alegadamente preocupados com o funcionamento da Companhia, os vereadores do PS apresentaram, na última reunião pública, as suas dúvidas acerca da eficácia dos novos horários. “Percebemos a questão da alteração de horários, mas acompanhada por um aumento de efectivos. Não teria sido sensato fazer a alteração só depois da admissão de novos bombeiros sapadores?”, questionou o vereador Fernando José.
O socialista alegou ainda que existem algumas viaturas, nomeadamente ambulâncias do Inem, que estão paradas, fora de serviço, o que, de acordo com o responsável “está a causar grandes problemas nos sapadores”, disse, atribuindo esta lacuna à “falta de capacidade de resposta, devido à alteração feita”.
A bancada do PS requereu “o estudo que fundamenta as alterações dos horários” e pediu também uma justificação para que, já depois da alteração entrar em vigor, “estejam a ser chamados sapadores em folga, sendo-lhes pago a 200 por cento”.
Em resposta, o vereador Rabaçal, responsável pelo pelouro da Protecção Civil garantiu que “do ponto de vista operacional, os bombeiros funcionam melhor que antes e nenhum direito dos trabalhadores está a ser ferido”. O responsável reitera que “não há nenhum problema funcional que coloque em causa a segurança da população”.
De acordo com o vereador, a alteração traduziu-se numa redução das horas extraordinárias, passando, “de 48 mil euros para 25 mil euros pagos em horas extraordinárias”. Para o responsável “há um mês a situação era muito pior, mas com a diferença de que os bombeiros tinham um valor acrescentado, acima do salário normal”, devido às horas extraordinárias.
Em relação ao Inem, o vereador explica que se trata de “um serviço do governo central, colocado nos Sapadores e teoricamente paga-se a si próprio, mas na prática, provoca um défice elevado, por ambulância, ao município”. Desta forma, “sempre que há falhas nos turnos, o primeiro serviço a sofrer é o Inem”, assume o responsável.
Tentando tranquilizar a oposição, o autarca garante que “logo que tenhamos o teste dos cinco turnos faremos uma reunião privada com os vereadores”. Além disso, o vereador admite estudar, a partir de meados deste ano, “a hipótese de avançar com o recrutamento de novos sapadores”.
Lembro que a questão da mudança de quatro para cinco turnos foi muito criticada pela
ANBP – Associação Nacional dos Bombeiros Profissionais, em Dezembro do ano passado. Os dirigentes da associação alegavam ser “impensável que tal situação possa vir a acontecer, uma vez que o número de bombeiros disponível não permite que essa alteração venha a ser feita, sem que se ponha em causa a segurança”.
Fonte: O setubalense
Quando for idoso quero ser Bombeiro

Na puberdade mantive exactamente a mesma postura. Numa época em que coramos por tudo e por nada, e em que passamos horas a tentar disfarçar uma borbulha no meio da testa antes de sair de casa, a ultima coisa que desejava era chamar a atenção ao que quer que fosse, quanto mais andar pelas ruas a correr aos gritos vestido de vermelho.
Hoje em dia já vejo o universo dos bombeiros de outra forma, acho que os “soldados da paz” são de uma utilidade extrema para a sociedade, continuam a não me fascinar os gritos das ambulâncias, os capacetes reluzentes e os machados, mas a maior utilidade dos bombeiros é bem mais simples. Lembram-nos de que estamos vivos. O que é uma coisa que, convenhamos, dá jeito.
Faz-me no entanto confusão a vida dos bombeiros, não a profissional essa é de uma utilidade extrema para a sociedade, mas sim a pessoal. Será que há bombeiros que misturam as duas?
Como será que reage um bombeiro ao chegar a casa e encontrar o carteiro a ter um ataque cardíaco quando está nu na sua cama com a sua mulher? Será que lhe presta os primeiros socorros? Será que à falta de um desfribilador o encosta várias vezes a uma tomada descarnada? Ou será que o atira da janela porque prefere tratar fracturas em vez de problemas cardíacos?
São estas e outras dúvidas, que acho, dão fascínio à nobre profissão de Bombeiro. Mas no fundo acho que me irei converter depois dos setenta. E sim nessa altura ser bombeiro será o meu sonho! É verdade, depois de muito matutar no assunto (mais ou menos 5 segundos), cheguei à conclusão que quando for idoso quero ser bombeiro.
E quererei ser bombeiro por três razões apenas, a primeira é que daqui a 30 anos não deve haver nada em Portugal para arder, nem florestas, nem economia, nem nada, logo deve ser uma das profissões com mais tempo livre, o que é bom para idosos.
A segunda é que caso tenha o acidente de uma jovem de vinte e três anos, por algum milagre, ficar com calores, ou até com febre por se ter apaixonado por mim, eu vou necessitar de ter treino de primeiros socorros para resolver a situação. Falo obviamente de me auto-socorrer.
E por fim, dava jeito a todos os idosos serem bombeiros, mas com o pequeno detalhe de usarem uma mini sirene num pequeno fio ao pescoço. Com a frequência que são encontrados sozinhos em casa dias, meses e anos depois de baterem a bota, acho que essa pequena sirene daria imenso jeito, pois quando caíssem no chão, aquilo não pararia de tocar. E assim, as pessoas lá do prédio já não podiam dizer que não sabiam que tinha acontecido alguma coisa ao idoso do 3º esquerdo.
Obvio que isto é uma utopia e uma parvoíce, mas se fosse possível, acho que seria impossível viver por aqui com tantas sirenes a tocar.
Fonte: http://www.mafrahoje.pt/pt/articles/quando-for-idoso-quero-ser-bombeiro
Colóquio "Prevenção e Segurança em Acidentes com Veículos de Duas Rodas"

Os acidentes de motos no nosso país, provocam um grande número de mortos, feridos graves, feridos ligeiros e enormes prejuízos materiais, muitos dos feridos ficam com mazelas físicas e deficiências graves que mudam e limitam a sua vida parcial ou definitivamente.
O Moto Malta Faro encontra-se inserido geograficamente numa região muito propensa a acidentes de viação principalmente devido à já referenciada E.N.125, estrada que atravessa toda a região e é conhecida, não só como uma das estradas com um elevado índice de sinistralidade mas também à grande afluência de turismo nacional e estrangeiro durante a época de verão.
Em virtude de esta ser uma problemática que a todos diz respeito, achou o Moto Malta Faro por bem levar a efeito um colóquio que terá como principal objectivo sensibilizar todos os motociclistas da região e não só, para um problema que nos pode afectar a qualquer momento, pretendemos transmitir alguns conhecimentos básicos que poderão fazer a diferença em caso de acidente, para o efeito convidámos algumas entidades oficiais que colocarão os seus vastos conhecimentos nesta área, tais como, PSP, GNR, Bombeiros Municipais de Faro, INEM, Presidente da Câmara Municipal de Faro e outras que aguardamos confirmação. Os conceitos que se pretendem que sejam retidos pelos participantes são os seguintes:
• O papel dos Moto Clubes junto da sociedade/motociclistas
• Comportamentos de risco
• Prevenir
• Como reagir perante o acidente
• O que fazer
• Procedimentos de segurança no local do acidente
• A vitima, como ajudar
• O que podemos fazer
• O que não devemos fazer
• O SIEM (Sistema Integrado de Emergência Médica)
• Ligar 112, a importância da chamada
Este colóquio irá realizar-se no dia 26 de Março com inicio às 15h00 no auditório do Instituto da Juventude em Faro.
Além das entidades convidadas teremos ainda a presença de dois convidados, vítimas de acidente de moto, que testemunham na primeira pessoa as consequências físicas, emocionais e até sociais que tal drama lhes provocou.
O Programa consistirá no seguinte (sujeito a alterações):
15h00 - Abertura oficial do colóquio
Exmº. Sr. Presidente da Câmara Municipal de Faro
15h15 - Intervenção do Presidente do M.M.F
15h45 – Intervenção do G.A.M (grupo de acção motociclismo)
16h00 – Representante da PSP (Policia de Segurança pública)
16h15 – Representante da ANPR (Autoridade Nacional de Prevenção Rodoviária)
16h15 – Coffee Break
16h30 – Representante do INEM (Instituto Nacional de Emergência Médica)
16h15 – Intervenção dos convidados vítimas de acidentes de motos
Hélio Rafael (tetraplégico)
Pimpim (paraplégico)
16h30 – Espaço para intervenção dos participantes
17h00 – Inicio do simulacro de acidente Junto ao IPJ (Bombeiros Municipais de Faro)
A todos os participantes será distribuída documentação referente a todos os temas debatidos e ainda um certificado de participação.
Fonte: Algarve Digital
Almeirim vai ser base da Força Especial de Bombeiros

A deliberação, aprovada pela maioria socialista com a abstenção do eleito da CDU e o voto contra do movimento independente MICA, inclui a autorização para lançamento do caderno de encargos e pedido de empréstimo bancário.
O vice presidente da autarquia, Pedro Ribeiro, disse à agência Lusa que a obra, orçada em 550 mil euros, tem uma comparticipação comunitária de 70 por cento.
O quartel, que vai servir de base à força que tem estado estacionada no Sardoal, vai ocupar um dos três lotes de terreno doados pela autarquia à Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC), que ocupam uma área total de 8.100 metros quadrados na Zona de Actividades Económicas de Almeirim.
Nos outros dois lotes serão instalados futuramente o comando distrital de operações de socorro, a funcionar atualmente num edifício do Retail da Lezíria, e a unidade de reserva logística, que albergará todas as viaturas e todo o material necessário em caso de catástrofe existente a nível nacional.
Na reunião de hoje foi ainda aprovada pela maioria socialista, com os votos contra dos dois eleitos da CDU e do MICA, a proposta de protocolo a celebrar entre a autarquia e a ANPC, para instalação da Força Especial de Bombeiros.
O protocolo estipula um período mínimo de 20 anos para permanência desta força no edifício que vai ser construído, tendo a autarquia de ser ressarcida do investimento feito caso haja a decisão de retirada antes desse período, disse Pedro Ribeiro à Lusa.
Pedro Ribeiro adiantou que o quartel deverá estar concluído no final deste ano, o mais tardar no primeiro trimestre de 2012.
Fonte: Ribatejo
Mais de 400 anos de ocorrências e acidentes históricos disponíveis para consulta on-line
Segundo o registo, que retrata 236 ações de apoio e socorro da corporação, os efeitos da grande cheia fizeram-se sentir em Viana do Castelo entre 20 e 29 de dezembro de 2009, atingindo praticamente todas as zonas importantes, à beira rio.
Da Avenida Camões, ao Jardim Público, passando pelo Largo João Tomás da Costa e 05 de outubro, todos os estabelecimentos comerciais existentes entre jusante da ponte Eiffel foram inundados, com as águas a subirem mais de três metros.
“O capitão do Porto ordenou que as tripulações abandonassem os navios ancorados”, lê-se ainda sobre as históricas cheias do rio Lima, há mais de cem anos.
Esta é a apenas uma das centenas de ocorrências que passaram hoje a estar disponíveis para consulta, através do site de internet da Câmara Municipal de Viana do Castelo, e que retratam o socorro entre 1642 e 1997.
Outro dia negro é o de 24 de abril de 1997, quando uma carrinha de transporte escolar foi colhida por um comboio em Vila Fria, provocando quatro mortos e dois feridos.
A informação foi recolhida em dados oficiais e imprensa da época, compilada e agora disponibilizada on-line como forma de assinalar o aniversário da corporação de Bombeiros Municipais de Viana do Castelo, gerida pelo município.
A iniciativa, explicou a autarquia, “pretende sistematizar e organizar, através de um exaustivo trabalho de pesquisa”, a relação das ocorrências ao longo de mais de 400 anos, as quais “afetaram as gentes e o território do Município de Viana do Castelo”.
A apresentação deste registo histórico marcou o aniversário dos Bombeiros Municipais, que fundados em 22 de março de 1780, acudiram a várias das tragédias e ocorrências que figuram neste levantamento histórico.
Com a designação original de Companhia da Bomba, a corporação municipal é atualmente a terceira mais antiga de Portugal, logo a seguir aos Sapadores de Lisboa e Porto.
Tem como função e objetivo principal o salvamento e proteção de pessoas e bens, tendo como área de atuação o Município de Viana do Castelo a quem cabe a responsabilidade e intervenção prioritária. Apoiam, ainda, outros Corpos de Bombeiros sempre que solicitado pela Autoridade Nacional de Proteção Civil, através da sua estrutura profissionalizada de 83 membros.
Fonte: Lusa
Protecção Civil elabora alterações de preços pelos serviços prestados pelos bombeiros

«Estão em causa serviços de ambulância, de lavagem de estradas... Para além disso, não convém esquecer os serviços que fazemos ainda nos ICs, cujos concessionários, dentro de alguns meses, vão receber taxação dos automobilistas. Por exemplo, será uma questão de meses até que o IC3 tenha portagens. Ou seja, o concessionário vai ganhar dinheiro. Uma vez, de dez em dez dias, em média, os bombeiros são chamados a intervir em acidentes. Estas acções são feitas sem a cobrança de qualquer verba, o que não pode continuar a acontecer. Vamos cobrar as seguradores ou, a última instância, ao concessionário. Está em causa um serviço para a segurança da via, algo que deverá ser garantido pelo concessionário. O município é que não pode continuar a suportar, exclusivamente, este tipo de situações». Sobre os próximos três meses e em face das condições climatéricas que poderão surgir, a protecção civil aproveitou para chamar a atenção para as queimadas de sobrantes: «Relativamente a estes três meses, é certo que em alguns dias não será possível efectuar queima de sobrantes, pois o risco será de quatro ou cinco. Era importante que as pessoas, antes de procederem a qualquer acção do género, estivessem conscientes dessa situação. Por isso, informem-se junto dos sites da Autoridade Nacional de Protecção Civil, junto dos Bombeiros Municipais de Tomar ou ainda nos órgãos de comunicação social, nomeadamente as duas rádios que têm prestado um trabalho inestimável em termos de protecção civil. Recordo que a autoridade policial, no caso do risco ser quatro ou cinco, poderá levantar autos que dão lugar ao pagamento de coimas». Ficou o apelo da Protecção Civil para o cumprimento das normas estipuladas, nomeadamente na limpeza dos terrenos. Numa perspectiva ao que pode acontecer nesta primavera e no verão que se avizinha, Luís Ferreira disse estar à espera de complicações: «Metade do nosso concelho é florestal e, nos últimos anos, há registo para pouca área ardida. Isto significa que a quantidade de carga térmica existente na nossa floresta é muito elevada. Há a perspectiva de complicações na primavera e no verão. Por isso, apelamos para que as pessoas promovam a limpeza dos seus terrenos. Esta altura é a ideal para tomar essa iniciativa».
Fonte: Rádio Hertz
Coimbra: Incêndio na antiga Ideal mobiliza 11 corporações de bombeiros

Segundo fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS), no local estão 11 corporações de bombeiros, para além das três de Coimbra, nomeadamente dos concelhos limítrofes de Penela, Montemor-o-Velho, Penacova, Soure, Condeixa, Figueira da Foz e Vila Nova de Poiares, num total de 91 homens e 26 viaturas.
Não há, para já, feridos a registar e as causas estão ainda por apurar.
Bastante degradado, o edifício era frequentado por mendigos e consumidores de droga.
Na margem esquerda do Mondego, deflagrou outro incêndio, em mato, o qual poderá ter sido causado por projecções do grande sinistro na margem oposta. Por motivos de segurança, foram mandados retirar os veículos estacionados na marginal e de outros parques das redondezas.
Fonte: Campeão
domingo, 20 de março de 2011
Governo está a fazer "esforço muito grande" para reequipar bombeiros - Protecção Civil
Vasco Franco, falava em Elvas, à margem da cerimónia de entrega de uma viatura de combate a incêndios florestais, à corporação de bombeiros, daquela cidade alentejana.
O governante admitiu que há uma necessidade “muito urgente” na reequipação dos corpos de bombeiros, sobretudo ao nível das viaturas, e que o Governo está a trabalhar nesse sentido.
O presidente da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Elvas, João Bugio, por seu turno, congratulou-se pelo facto da corporação ficar dotada com uma nova viatura de combate a incêndios florestais, lembrando que há 20 anos que isso não acontecia.
A entrega da viatura aos bombeiros de Elvas realizou-se no âmbito do procedimento de aquisição de 95 Veículos Operacionais de Protecção e Socorro, lançado pela Autoridade Nacional de Protecção Civil, para as Associações Humanitárias de Bombeiros, com financiamento do QREN e investimento nacional efectuado através dos Governos Civis.
Até ao momento já foram entregues 20 veiculos às corporações dos distritos de Beja, Braga, Castelo Branco, Faro, Leiria, Lisboa, Setúbal, Guarda, Portalegre, Porto e Viana do Castelo.
Fonte: Rádio Portalegre
Idosa morreu carbonizada em Alijó
O alerta para o incêndio foi dado pelas 4.15 horas e, quando os bombeiros de Favaios chegaram ao local já encontraram a idosa, com uma idade aproximada dos 80 anos, "já carbonizada na varanda".
"Provavelmente ter-se-à deslocado do quarto para a varanda para pedir ajuda", explicou a fonte dos bombeiros.
A habitação, já antiga e onde a senhora residia sozinha, ficou "completamente destruída".
A GNR e a Policia Judiciária encontram-se no local a recolher indícios, mas segundo informações avançadas pelos vizinhos, não havia electricidade na casa e a idosa utilizava velas.
Fonte:JN
Helicóptero resgata pescador lúdico de falésia na Zambujeira do Mar
O homem, que apresentava traumatismos nos braços e pernas, acabou por ser depois transportado para o Hospital do Litoral Alentejano.
O caso deu-se às 14h05, quando o MRCC Lisboa (Centro de Coordenação de Busca e Salvamento Marítimo) recebeu uma comunicação telefónica do Capitão do Porto de Sines a relatar a queda de um pescador.
De imediato, o MRCC Lisboa desencadeou os procedimentos de busca e salvamento aplicáveis, em coordenação com a Autoridade Marítima local.
Os Bombeiros Voluntários de Odemira, chamados ao local, prestaram os primeiros socorros ao homem, de nacionalidade portuguesa e com 31 anos de idade, que apresentava vários traumatismos nos membros.
Depois de verificar que o resgate só seria possível com a intervenção de um meio aéreo, o MRCC Lisboa pediu apoio à Força Aérea portuguesa, que fez descolar da base do Montijo, pelas 14h35, um helicóptero Merlin EH-101.
Esta aeronave recolheu o individuo e aterrou no Heliporto da Autoridade Portuária de Sines às 15h54, onde se encontrava uma ambulância do INEM que transportou o ferido para o Hospital do Litoral Alentejano.
Fonte: Barlavento
sábado, 19 de março de 2011
Bombeiros na banca rota
Ao todo os bombeiros debatem-se com um passivo de 823 mil euros…
As contas foram feitas pela nova direcção dos bombeiros liderada por Ricardo Vieira, mas ainda estão longe de estarem fechadas.
Em curso está uma auditoria que irá apurar a verdadeira dimensão do problema na contabilidade dos voluntários…
Para já e pelo que conta, o presidente dos bombeiros, Ricardo Vieira, vão-se conhecendo casos inacreditáveis, que ajudam a explicar o actual momento de aperto financeiro
Fonte: rcp
quinta-feira, 17 de março de 2011
Heli de Macedo é o mais usado do país

O helicóptero do INEM que está estacionado em Macedo de Cavaleiros é o que tem mais utilização no país.
É o que revelam dados do próprio Instituto Nacional de Emergência Médica a que tivemos acesso.
No mês de Janeiro, este meio aéreo foi accionado em 22 ocasiões tendo efectuado o transporte ao hospital 16 vezes.
No mesmo mês registou 24 horas de voo.
Comparativamente com outros helicópteros do país, o de Santa Comba Dão, por exemplo, fez 13 transportes em 19 horas de voo.
Os de Lisboa e Loulé fizeram 12 deslocações, em Janeiro.
O delegado regional do INEM no Norte explica que a maior parte das vezes o helicóptero é accionado para emergências, como é o caso de acidentes.
“Basicamente cumpre dois tipos de missões diferentes: as primárias e as secundárias, que são os transportes inter-hospitalares” explica, sendo que “no primeiro caso, o helicóptero é accionado para acidentes”.
“Os que estão mais no litoral fazem mais missões secundárias, ao contrário do de Macedo e de Loulé”.
Para Luís Meira, o facto de este helicóptero ter uma vasta aérea de abrangência uma vez que serve dois distritos, o de Bragança e Vila Real, pode ser uma das razões para justificar a sua grande utilização.
“Isso é verdade, mas tem também uma justificação adicional que tem a ver com as VMER’s que existem em menor numero nestes dois distritos em comparação com o Porto ou Braga onde o número de VMER’s é maior” salienta. Por isso, “Em Bragança e Vila Real, muitas vezes o helicóptero é a primeira escolha para muitas da ocorrências”.
Sendo o helicóptero do INEM com maior número de transportes e mais horas de voo no país, Luís Meira garante que este meio de emergência é para se manter na região transmontana.
“Obviamente que sim” afirma, peremptório, “embora seja algo que nós estamos constantemente a avaliar, mas neste momento o helicóptero de Macedo é o que teve mais produtividade”.
O helicóptero do INEM de Macedo de Cavaleiros conta com 40 médicos e 30 enfermeiros, nas equipas, sendo que a maior parte são recrutados nos hospitais.
Escrito por Brigantia
Dê parte do seu IRS aos Bombeiros de Coja
A Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Coja, portadora do Número Individual de Pessoa Colectiva (NIPC) 501 141 758 é a única entidade do concelho de Arganil a figurar na lista das entidades com processo deferido para o ano fiscal de 2010, para a obtenção do Benefício fiscal da consignação de quota do IRS (n.ºs 4 e 6 do artigo 32.º da Lei n.º 16/2001 de 22 de Junho).
Desde 2001 que a legislação portuguesa permite aos contribuintes singulares efectuarem uma consignação fiscal de 0,5% do IRS liquidado a favor de um destes três grupos de entidades: uma igreja ou comunidade religiosa radicada no País; uma pessoa colectiva de utilidade pública de fins de beneficência ou de assistência ou humanitários; uma instituição particular de solidariedade social (IPSS).
Sem grande esforço ou prejuízo, qualquer cidadão pode doar uma receita extra a associações que se dedicam exclusivamente a ajudar quem precisa. Basta indicar o NIPC da organização que se pretende apoiar no quadro 9 do anexo H, que consta da declaração modelo 3.
PERGUNTAS E RESPOSTAS
(Fonte: site da plataforma portuguesa das organizações não governamentais para o desenvolvimento)
1. Porquê consignar 0,5% do meu imposto às ONG?
Porque é um direito nosso. Ao indicar o NIPC da instituição que deseja beneficiar, estará a decidir que 0,5% deste imposto será destinado ao trabalho junto das populações mais carenciadas que beneficiam dos projectos destas organizações.
2. Deve optar por preencher o quadro 9 do anexo H na sua declaração de IRS?
Sim, pois caso não o preencha devidamente, estará a renunciar implicitamente ao direito de escolher um destino específico para parte do seu IRS.
3. A que se destina os 0,5% do IRS?
Caso indique o NIPC da instituição que deseja beneficiar, os 0,5% do IRS serão entregues pela administração fiscal à instituição por si indicada que a aplicará em projectos de Cooperação para o Desenvolvimento e Ajuda Humanitária e de Emergência, junto das populações mais carenciadas, quer em Portugal, quer em países da CPLP.
4. Preencher o quadro 9 tem algum custo para si?
Não! A indicação do NIPC da instituição não comportará nenhum custo acrescido para o contribuinte, pois o imposto a pagar e o montante a ser reembolsado nunca será alterado. Ao preencher esse quadro, apenas está a indicar que parte deste imposto será entregue a uma instituição de solidariedade.
5. O que acontece se não se preencher o quadro 9?
Nada. O estado aplica a totalidade do imposto colectado segundo pressupostos gerais. Não sendo assim, assegura a entrega de parte do seu imposto para projectos de Cooperação para o Desenvolvimento e Ajuda Humanitária e de Emergência.
Fonte: ARGANIL.EU
Agricultor ferido com gravidade em acidente de tractor
Um agricultor ficou ferido esta manhã num acidente de tractor, na aldeia da Réfega, em Bragança.
O homem de 67 anos perdeu o controlo da máquina que resvalou por uma ribanceira de cerca de dez metros de altura.
O tractor capotou várias vezes, antes de se imobilizar num poço, junto a alguns lameiros.
O agricultor foi projectado durante o capotamento e sofreu diversos ferimentos no abdómen, nas costas e nas pernas.
Foi assistido no local pelos bombeiros de Bragança, que o transportaram ao hospital, onde permanece internado.
Escrito por Brigantia
terça-feira, 15 de março de 2011
Não há excepção para portagens na Auto-estrada Transmontana

Processo-crime levantado a acidente mortal nas obras do IP2
A concessionária do Douro Interior, a Ascendi, está a ser alvo de um processo-crime por infracção às regras de construção relativo a um dos quatro acidentes mortais ocorridos o ano passado nas estradas em construção no Nordeste Transmontano.
A informação é avançada pelo Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social em resposta a uma pergunta feita pelo PCP na Assembleia da República sobre as condições laborais na construção do IP2 e do IC5, as duas estradas a cargo do consórcio liderado pela Mota-Engil.
O Ministério esclarece que o centro local do Nordeste da Autoridade para as Condições do Trabalho efectuou, desde Maio de 2010, nove inspecções às obras, das quais resultou uma participação crime ao Ministério Público por infracção às regras de construção.
Das inspecções resultaram ainda quatro suspensões imediatas de trabalho, 14 autos de notícia e dez notificações para tomada de diversas medidas de regularização de situações de infracção com prazo.
Para já o gabinete de imprensa da Ascendi não quis pronunciar-se sobre o assunto.
Recordo que, entre Maio e Agosto de 2010, morreram três trabalhadores nas obras do IP2, entre Macedo de Cavaleiros e a Celorico da Beira, e um no IC5, entre o Pópulo e Miranda do Douro.
Fonte: CIR
Equipas internacionais acodem em massa ao Japão
Segundo as Nações Unidas, cerca de 70 países ofereceram ou anunciaram o envio de socorristas, equipamento e bens de primeira necessidade para ajudar o Japão a enfrentar a catástrofe.
A maior mobilização vem dos Estados Unidos, mas este domingo chegaram também equipas provenientes da Alemanha, da Suíça, da Hungria ou de Taiwan. A Austrália e a China contam já com pessoal no terreno e as ofertas de ajuda chegam mesmo de países afetados por conflitos ou tragédias recentes, como o Afeganistão e o Paquistão.
A caminho do Japão está neste momento mais de uma centena de socorristas franceses. Elementos da Proteção Civil e de diferentes corporações de bombeiros que se fazem acompanhar de 14 toneladas de material.
Um bombeiro explica que transportam “máquinas específicas para detetar pessoas entre os escombros”.
Outro acrescenta que também levam “equipamento de proteção contra radiação e possíveis contaminações”.
Segundo a Proteção Civil francesa, a tarefa dos socorristas é complicada pela gestão do risco de radiações e a recusa japonesa, por razões sanitárias, do recurso a cães especializados na busca de vítimas.
Fonte: Copyright © 2011 euronews
segunda-feira, 14 de março de 2011
Comandante dos Bombeiros Voluntários diz haver cerca de 150 pessoas retidas na neve
SAPO/Lusa
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